MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

A imprensa actual é nojenta...

Quem como eu sempre defendeu a liberdade de imprensa, não pode deixar de estar chocado

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É chegada a hora para reflectir sobre esse bem precioso da democracia, que é a liberdade de imprensa.
Tudo tem um limite e o assassínio público seja de quem for é sempre um assassinato, quanto mais quando entra na vida privada das pessoas.

O que mais me choca é a cobardia daqueles que no tempo do antigo regime e do Gonçalvismo, não levantavam a voz para nada, mas que agora de tudo falam sem certezas, bastando-lhes que os cães levantem uma lebre qualquer.
Para mim, o bom jornalismo é exercido com obediência às premissas da isenção na divulgação de factos verdadeiro de interesse público, e em plano de igualdade com outros factos igualmente graves.
Não entendo, nem nunca entenderei, porque aquando do caso CASA PIA, não se esmiuçou paralelamente o caso "Ballet Rose", que envolveu políticos poderosos do antigo regime com meninas de 8, 9 e 10 anos que eram entregues pelas mães para se prostituírem com altos dignatários do regime, aproveitando a ocasião para esmiuçar este caso como esmiuçaram o da "Casa Pia".

Não entendo, nem nunca entenderei, que não tivesse sido dado o mesmo tratamento ao caso BPN que envolveu ex ministros e ex sec. de Estado, como foi dado ao caso BES ( não conheço o Dr. Ricardo E. Santo nem nunca tive conta no Bes), e mais, em relação ao BPN nunca foi esmiuçado a venda da acções do Prof Cavaco porquê ????


E a venda do Pavilhão Atlântico por uma ninharia, comprado pelo genro do Prof Cavaco não mereceu a atenção da imprensa porquê ??


E o caso "tecnoforma" não mereceria uma investigação mais profunda ???


Consultando a imprensa nacional, parece que só o Eng Sócrates e o Dr. Ricardo é que cometeram ilegalidades... será por caso ???


Pior que a imprensa são as redes sociais. em que todos os frustrados e recalcados da vida vomitam ódios de invejas, e recalques dos tempos em que foram alvos de "bulling" nas escolas e liceus...


Se viesse uma nova ditadura, o que não desejo de maneira nenhuma, queria ver onde se metia essa gente que sem provas, não tem pejo de assassinar seja quem for na praça pública...
A Escola Portuguesa de Arte Equestre (EPAE) vai realizar, no próximo dia 15 de dezembro, sexta-feira, às 19.00, no Picadeiro Henrique Calado, na Calçada da Ajuda (Belém), uma Gala especial de Natal que contará com a presença de cavaleiros convidados, incluindo a campeã Nacional de Dressage.
Gala de Natal da EPAE: Maria Caetano Couceiro convidada especial
Pensado propositadamente para assinalar a quadra natalícia, o espetáculo contará com números originais de Rédeas longas, Passo de quatro, Picaria Real e Carrossel.
O solo será assegurado pela cavaleira convidada Maria Caetano Couceiro, campeã Nacional de Dressage em 2008, 2009, 2013, 2014 e 2017, que atuará com o cavalo Fénix de Tineo – do criador, proprietário e amigo da EPAE, Juan Cordeiro.
Os Jogos da Corte serão “disputados” também por convidados especiais da EPAE para este espetáculo singular: o cavaleiro tauromáquico de alternativa, António Maria Brito Pais, com o cavalo Evasivo, sua propriedade e ferro Quinta da Carvoeira, e o cavaleiro de Dressage e Equitação de Trabalho, Pedro Torres, que montará o cavalo Oxidado, do criador João Pedro Rodrigues e propriedade de Isabel Elvas – com quem se sagrou, por várias vezes, campeão do mundo, da Europa e de Portugal na modalidade de Equitação de Trabalho.
O espetáculo terminará com um desfile alusivo à quadra festiva.

Impressionante - Toiro põe paralitico a correr...


Corridas de toiros - Pensamento Profundo...


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Algumas mulheres são umas chatas. Os Homens levam-nas a passear, a dançar, ao cinema, ás corridas ao C. Pequeno, á sapataria, á modista e, mesmo assim passam a vida a reclamar que os homens não as levam a um tal de orgasmo...

 (adaptado de um pens. de ANGELI)

Woody Allen - um exemplo para alguns...

Woody Allen - Um exemplo
 Não gosta de prémios e recusa-se a recebê-los

 

 

Em toda a sua carreira, Woody Allen soma 23 nomeações para os prémios da Academia das Artes e Ciências Cinematográficas mas apenas uma aparição nos Óscares. Foi em 2002, ano em que por acaso não estava nomeado, mas que foi convidado para prestar homenagem a Nova Iorque( e só... abandonando a sala depois da homenagem), isto no rescaldo dos atentados terroristas do 11 de Setembro.

Quando os seus filmes estão nomeados, a resposta é sempre a mesma. Woody não se chateia com ninguém, nem se lamenta dizendo ser um mal amado de Hollywood, nem aparece. Não há desentendimento, o realizador simplesmente não gosta de prémios.


Depois do grande sucesso que o filme " Meia-noite em Paris" teve não só nos Estados Unidos, como em todo o mundo, a sua ausência no almoço organizado pela Academia e que reuniu à mesa todos os nomeados aos Óscares, indicou que mais uma vez iria optar ou pelo recanto da sua casa ou por um concerto com a sua banda de jazz, New Orleans Jazz Band, como já aconteceu em anos anteriores.

 Esta é a postura respeitável de Woody Allen, que contrasta com a daqueles que já tendo recebido prémios, se atiram a estes como se os enjeitassem, ou como só fossem bons aqueles que lhes foram atribuídos.
Eu não sou Woody Allen - até gosto de prémios -, mas não me ponho para aí de forma despeitada a trincar a esmo quando não me distinguem, respeito sim, todas as opiniões.

O Respeitinho é muito bonito!!!...





Toiro entra pela trincheira...


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Frases soltas - Moita da Cruz...



FRASES SOLTAS

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Todos os anos depois de terminada a temporada, é comum ouvir a maioria dos cavaleiros, falar das «novas máquinas», para a próxima temporada. Verdade seja dita, por motivos vários, as «máquinas» muito pouco aparecem, nem a gasolina, nem a gasóleo nem tão pouco a gás. Razâo tinha o Mestre Joaquim Bastinhas, que ás ditas perguntas respondia com seu ar de «gosâo» ; Perguntem-me se os cavalos velhos nâo estâo «coxos».

Por onde anda Jacobo Botero? Alguém sabe? Parece Jesus Cristo....está em todo o lado e nâo se vê.

Joâo Moura Caetano, na próxima temporada, com a moral que transita da anterior, e a quadra de cavalos que possui......2018 a barraca vai abanar!

Ana Rita, a que chamavam de inconsciente, afirmou~se esta temporada em Espanha, toureando e triunfando em praças de certo gabarito.

Joâo Maria Branco, que o vi formar como toureiro, e apostei nele como futura figura relevante.....perdi a esperança....que me engane!

Certos Grupos de Forcados. que o sâo só de nome, que tenham tirado as conclusôes correctas e dignas, que pegar touros, não é só juntar um grupo de valentôes e «bora lá»!

Mónica Serrano, que veio fazer a temporada de 17 em Portugal e Espanha, caíu no ridículo....por amor da Santa....toma juízo Mónica!

Joâo Moura, nâo sei quem trata da tua imagem, mas tourear de curto é lastimável...nâo aceites mostrar aquilo que a casaca tapa.O toureio tem estética...e vestir bem faz parte da mesma....certo?

Quando todo o mundo dizia que os espanhóis nos tinham ultapassado, a fina flor dos nossos ginetes, mostraram que a guerra foi ganha excluindo Ventura. Bastou aparecer o touro-touro...nâo é Andy?

«La mujer da la alegria.
 El vino la liberdad,
El presidente la oreja,
El torito la corná»


MOITA DA CRUZ

Tauromaquia- Deve-se evitar conflitos...

O conflito permanente em que se envolve a sociedade moderna tem características e motivações muito especiais no nosso país, e consequentemente no nosso mundo do toiro.




Se é um facto que a falta de convívio das pessoas em casa, motivada pelas televisões, computadores e pelo ritmo acelerado em que se vive, contribui para uma certa agressividade, também é um facto que a falta de leitura de bons livros, aliada à violência das imagens de TV e às primeiras páginas dos jornais (geralmente sensacionalistas),  aos recalcamentos da sociedade moderna e ao exibicionismo bacoco, projectam as pessoas para a conflitualidade, dando por vezes a ideia de que, para além desta, não há outras formas de reagir.

Em Portugal, há questões que mergulham na história e que têm que ver com a personalidade típica de um povo.

Senão vejamos:

Sempre que há situações fracturantes, nós os Portugueses reagimos com ódios viscerais.

Na 1.ª República o ódio dos jacobinos à igreja, dos republicanos aos monárquicos (e o contrário é verdadeiro), foi profundo (e ainda hoje há resquícios), os salazaristas e a oposição nutriam o mesmo ódio profundo e no 25A as palavras fascistas e comunistas serviram para extremar, rotulando com ódio.

Muitos mais exemplos poderia dar, mas fico-me pelo actual anti Benfiquismo Portista e correspondente anti Portismo Benfiquista.

No mundo do toiro ou se é Mourista ou anti Mourista, ou se é da ANGF ou se é contra, ou se é “Farpista” ou anti “Farpista”, e em todas estas situações há ódios de estimação.

Como é ao mundo do toiro que me quero referir em particular, é a este que quero dizer:

Os ódios do mundo do toiro, nesta fase particular em que a Festa é atacada como nunca o foi (embora seja uma minoria a fazê-lo), só a prejudicam.

O aceitar das críticas que nos fazem, sem azedume, ajudaria com toda a certeza na luta para a qual devemos conduzir as nossas forças.

As roturas de cavaleiros com apoderados e com bandarilheiros, deviam ser feitas com elevação.

As guerras entre orgãos de informação não deviam existir, e pior ainda entre jornalistas...

Quem está disposto a aceitar o que eu digo? ????
Nem eu, ou se calhar muito menos eu… que estou com esta converseta…

Somos assim, e quiçá não há nada a fazer…

Toiro tira dores a uma mulher...lol


Toiros- Isto passou-se em Espanha...


Toiro arranca e o tipo largou a moto 4...


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Tauromaquia- Profetas da desgraça...


CALMA !!! Sempre houve crises...

Zé Povinho será o símbolo da manifestação nas Caldas

Se há coisa corrente hoje no nosso País é ser profeta da desgraça.
Quando se profetizam desgraças, o povo escuta e entra em depressão, porque pelo menos sabem o que devem recear. E isso aparentemente é bom? É melhor do que esperar uma coisa boa desconhecida. Será que é preferível aguardar um mal antecipado do que esperar por um bem desconhecido???
Para mim ,esta depreciva forma de ser é péssima e os tais profetas marterizam-se!

Aprendi, não só nestes últimos tempos mas especialmente nestes, como é difícil lutar contra estas profecias.

Já anteriormente me tinha acontecido, no tempo da guerra colonial, no tempo da ditadura e no pós 25 de abril ( Goncalvismo), mas este estado de ser, já vinha retratado por Camões no "Velho do Restelo.

A esperança é a última a morrer, e a história ensina-nos que todas as crises são vencidas. Aliás, tenho um sonho. Tenho o sonho de que a esperança não morre e que um dia todos os profetas da desgraça serão iluminados e convertidos.

Assim o grande arquitecto do universo, a Luz, e a Força vão mostrar o caminho.

Li há dias no Diário de notícias", que o pároco de Priscos " Braga", criticou os políticos por se limitarem a ser "anunciadores e profetas da desgraça" e desafiou-os a mudar de paradigma, "dando à luz" esperança aos portugueses.
O que se dá á luz neste país? Todos os dias se houve falar em crise, dá a sensação que este país só dá à luz desgraça.

De politíca, só se fala de corrupção e de compadrio e com razão, mas a obcessão tira ás pessoas o raciocínio levando-as ao fundamentalismo.
Na tauromaquia, diz-se mal de empresários, ganaderos, toureiros e forcados e entra-se em pânico com os pseudo avanços dos antis que fazem barulho dando a ideia que estão na moda quando pouco ou nada representam.

A vida vai continuar e o seu curso não vai ser alterado por decreto.

Tenho como adquirido que todas as crises sociais e politícas foram vencidas. As touradas em Portugal já foram proibidas, e o sentir do povo obrigou a que fossem repostas..

Fátima foi um exemplo para o fomento da equitação...

João Zuquete- O homem pensa e a obra nasce...



Mestre João Zuquete pôs mãos á obra e organizou um acontecimento de suma importância para o desenvolvimento do gosto pela equitação..






Toiros- Estes tipos salvaram-se por pouco...


Toiros- Porradões brutais de vária ordem...


Lindo- Cavalos e cães...


domingo, 10 de dezembro de 2017

Arganil- Acção de voluntariado dos Académicos de Coimbra...

O Grp de Forcados Académicos de Coimbra, participou na acção de Voluntariado promovida pela SOS ARGANIL no dia 8 de Dezembro de 2017 nas localidades de Barril de Alva, Benfeita, Vinhó e Monte Frio. e propõe-se continuar a colaborar nestas acções de recuperação de casas atingidas pelo fogo...












Mundillo- Será que os prémios estão a passar de moda ???

Politícas e politiquices dos "Prémios" fim de temporada
Podium - medalhas de ouro, prata e bronze

Um  prémio (do latim praemiu) é algo concedido a uma pessoa ou grupo de pessoas como reconhecimento da excelência em determinado campo ou por um relevante serviço prestado
É um dado adquirido que esta história dos prémios é uma questão muito subjectiva. Há sempre quem discorde, e para isso basta a visão e o gosto de cada um. Se para o grande público as coisas tomam o calor das paixões, para os premiados nunca devia ultrapassar o encaixe do reconhecimento dos outros, mas algumas vezes não é assim, e faltam a receber essas honrarias, porque pensam que mereciam mais, ou faltam porque se estão cagando para quem os distingue.

Há dois tipos de prémios, uns mais concisos e redutores, do tipo "triunfador disto e daquilo", e outros mais abrangentes que se traduzem no prémio carreira, no prémio revelação, no prémio prestigio, e muitas outras variantes, que se podem comparar ás menções honrosas no caso dos prémios da literatura, da pintura, da arquictetura etc....

Pessoalmente estou convencido que muitos premiados com mensões honrosas noutras áreas que não a tauromaquia, estão convencidos que mereciam mais, mas, por humildade, educação, e pela importância que as distinções têm na área a que se dedicam, reservam essa opinião para si próprios e para aqueles que fazem parte da sua intimidade.

Em Espanha os toureiros deslocam-se a qualquer aldeia para receber prémios, em Portugal não é assim.

Que me lembre, só o prémio atribuído a Francisco Rivera Ordoñez pelo governo Espanhol foi fortemente contestado, e foi, dada a vertente politíca do mesmo, acima de tudo por figuras já retiradas pagando Rivera Ordonñes, pelas invejas que ainda hoje se notam em relação ao seu avô e á visibilidade social da vida do matador distinguido.

Em cada prémio, seja qual for, há sempre uma componente de amizade e simpatia que é incontornável, mesmo no "Prémio Nobel" disto e daquilo, basta ver a contestação que se viveu ao Prémio Nobel da paz atribuído á Comissão Europeia. 

Nas reacções dos não premiados ou dos premiados com prémios menores, contam e de que maneira as influências dos que os rodeiam, família, amigos ou ditos amigos, como também do staff. Quanto á familía essa influência é pura e natural. Quanto aos amigos ou ditos amigos, essa influência pode ser apaixonada, pode ser movida pela vontade enviesada de agradar enchendo o ego do visado, e pode mesmo ser de recalcados que há em todas as entourages, e que se transmitem ora de forma directa ora de forma indirecta, por exemplo via alcova...

A titulo de curiosidade, refiro os Prêmios satíricos, que tipicamente reconhecem falhas ou realizações atípicas, que são usualmente concedidos por pessoas e organizações, tais como confrarias e colunistas.

Prêmios satíricos incluem o Framboesa de Ouro (Razzies), uma contrapartida satírica ao Academy Award (Oscar) o qual destaca os piores filmes, e o Darwin Awards, "concedido às pessoas que parecem querer aprimorar o pool de genes humano ao acidentalmente se matarem ou cometer um erro estúpido por falta de atenção."
Se alguém tivesse a ousadia no nosso País, de criar prémios para a pior faena, para a pior pega, para o pior apoderado, para a pior empresa ou para o pior site ou blogue, eu queria ver quem ía receber um prémio desses... Se me tocasse a mim, eu ía com certeza.


Resumindo, não ir receber prémios sem uma evidente justificação, é uma falta de respeito, mais... é mesmo falta de educação, mas cá para mim, acho que os prémios estão a cair em desuso...

Natal no Colégio...


Este é um toiro a sério...


Cavalo toureiro extraordinário de ferro "VINHAS"...


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Fátima é já no sabado...


Eu e o Alvarenga somos património Mundial...

O fado é património mundial, logo o alvarenga e eu somos património mundial

Um Silogismo sobre o título

Para quem não sabe, um silogismo é : " argumento fundamentado na proposição dum facto, e nas permissas que levam á conclusão, através de raciocínio dedutivo".


Proposição : O fado é património mundial.

Premissas : O fado são forças ocultas que regem o destino dos homens, a providencia e a fatalidade.


Pensando na proposição e nas permissas, deduzi que o Alvarenga e eu proprio, somos património mundial.
Senão vejamos:
Há de acto forças ocultas que regem o nosso destino, e nos levam a dizer sempre o que pensamos e a fazer aquilo de que gostamos. Ao mesmo tempo a providencia cruzou-nos numa amizade inquebrantável, séria e segura. E para completar as permissas direi que um e outro temos gente que não gosta mesmo de nós...
Há ainda o facto de sempre termos cantado o fado, mesmo quando alguns que hoje o louvam, o achassem careta, falassem enquanto o ouviam em total desrespeito, ou mesmo achando-o demodè ou parolo.
Meus amigos, há um fado que começa assim " o fado é povo..."
O fado é povo, eu e o Miguel somos povo e com muita honra, logo nós somos parte do fado, por conseguinte, somos património mundial.

Filosofar assim só é possivel com alma fadista...

Nota: Agradeço que pensem nisto só como exercicio de pensamento com pretensão a ter graça, como é evidente...

Um toiro fantástico...


Cristina Sanchez- Moita da Cruz...



CRISTINA SÁNCHEZ  - Uma mulher loira, que com a sua feminina personalidade, se distinguiu  no seu desafio taurino

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Foi vestida de "luces", que brotou o valor do seu coraçâo. Divertiu-se entre o medo que venceu com casta, e com a arrogância da juventude.
Formada toureira pela Escola Taurina de Madrid, como novilheira depressa conquistou a exigente «aficion» espanhola superando-se a cada actuaçâo.
Nasceu a 20 de Fevereiro de 1972 em Madrid, depressa atingiu o «escalafón» com naturalidde e valentia, onde obteve o primeiro grande salto em Sevilha, saindo em ombros pela Porta do Príncipe. Efeméride histórica, pois foi a primeira vez que uma toureira saía de tâo gloriosa maneira da Real Maestranza Sevilhana. Depois, Madrid, volta a sair pela Porta Grande da Monumental de las Ventas, a primeira praça do mundo..

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Hoje reparte a sua vida por Portugal e Espanha, incerida na sociedade taurina de ambos os países, uma vez que casou com o bandarilheiro português, José Alexandre, seu antigo peâo de confiança.

MOITA DA CRUZ

O ridiculo na Festa...


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Brilhante- O toureio visto por Navallon...

Alfonso Navallon - Como sabia de toiros este homem.
Vale a pena ler este apontamento...

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No se puede hablar seriamente de toreros sin dejar sentado que citar en corto y con la muleta retrasada es una trampa porque lo difícil es dejarse ver del toro, darle sitio en la arrancada y luego templarlo y someterlo hasta vaciar el pase. Eso es lo arriesgado y lo importante".

"Cuando el toro viene arrancado desde lejos tiene mucho más peligro que citándolo dándole con los muslos en los pitones", escribió Alfonso. Con respecto a esto último, vemos como muchos toreros, sobre todo de las llamadas figuras, acaban cortándole las orejas a sus toros cuando al final de la faena calientan al público abusando del toreo encimista, posible debido a las condiciones de desgaste en las que se encuentra el toro por el esfuerzo realizado, porque "sólo los toros descastados y machacados en varas permiten el toreo encimista y el tercio de pase".

En cuanto a la verdad en el cite, "la forma correcta es colocarte enfrente de la mitad del testuz y de la penca de rabo, de forma que haya una línea recta entre la cadera del torero (o el medio pecho) y el espinazo del toro. Una vez afirmado en ese terreno se adelanta la muleta y se espera que el toro llegue. Sólo entonces, ni antes ni después, se adelanta la pierna para torear en curva. Digo que ni antes ni después porque un torero tan inteligente como Paco Camino adelantaba la pierna en el momento mismo de citar, antes de arrancarse el toro. Así resulta que cuando el toro llegaba a la muleta, no tenía que correr el riesgo de cambiarle la trayectoria del viaje y la foto salía impecablemente, la pierna contraria adelantada. Camino era tan listo que muy poca gente se dio cuenta de esta ventajilla. Por lo menos cumplía con el importante requisito de ver venir al toro y aguantarlo desde lejos. Al terminar el pase hay que ganar otro paso para quedar otra vez colocado enfrente del testuz. Así de sencillo y así de fácil".

Como ejemplo de todo lo detallado hasta aquí, fueran Antoñete y a César Rincón: "Antoñete, viejo y sin facultades, se ganó a los públicos con su sentido de la colocación y la inteligencia de aguantarlos desde lejos para darle el toque un metro antes de llegar a la muleta. A César Rincón le bastó hacer lo mismo para batir todas las marcas al salir en hombros en Madrid. César no tiene arte, pero supo devolverle al público la emoción de ver a los toros arrancarse desde lejos y aguantarlos con mando al llegar a la muleta".

 "Espartaco introdujo el mando a distancia enviando los toros hacia fuera. Así Manzanares engatusó a los falsos puristas con un tercio de pase componiendo la figura después de meter el toro la cabeza en la muleta. No hablemos ya de la bastedad del pobre Paquirri o del zapatillazo y la rapidez de Capea. Ninguno de estos trucos hubiera servido ante un toro con casta y poder, porque a la segunda vez que no le ganaran los pasos se habría hecho el amo del ruedo".

"Como ya se había inventado el medio toro de la media casta y desfallecido en la muleta por los tremendos puyazos traseros o en el pico de la muleta, este toreo de truco valía para sostener al toro en pie y sacarle la media arrancada que le permitían su falta de fuerza y de casta".

"Creo que con esto queda debidamente clara la diferencia que hay entre el toreo verdadero y las trampas actuales".  Para verlo en las plazas, sólo faltan toreros dispuestos y toros de ganaderías que buscan la casta y la bravura auténtica, y no esa "toreabilidad" que acaba desembocando en la sosería y el aburrimiento