MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

C. Pequeno - M.Jorge transporta uma história

Manuel Jorge de Oliveira no C. Pequeno e a sua história..



Conheci este cavaleiro desde os seus começos o que me permite recordar parte da sua história no que diz respeito aos cavalos mais importantes da sua vida e não só.

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Em amador foi brilhante com os cavalos "Elmo" e "Bafejado" aos quais juntou no ano da alternativa os "Debate". "Gafanhoto" e "Felá" ( este versadeiramente extraordinãrio) todos pretos e de ferro Ortigão Costa. Nos dois anos que se seguiram apareceu com os "Jaguar", "Jogador", "Mifiànico" e "Mafarrico" também pretos e com ferro Ortigão Costa.
Aparece depois a época dos alazões com o mesmo ferro, dos quais destaco o "Jofre", o "Ibo" o "Koorum", o "Jubileu" ( quiçá um dos dois melhores que teve", o "Foguete"e a "Má Fé".
Surge depois a época dos cavalos de ferro João Anão com o "Principe", "Redondo" e "Reguila".
Muitos mais cavalos poderia citar, mas limitei.me aos mais marcantes localizados no tempo..

Foi com base nesta cavalaria, que triunfou por toda a Espanha nomeadamente em(Madrid, Sevilha, Barcelona, Málaga e Albacete...
Em França teve èxitos notáveis nomeadamente em Mejanes omde mais que uma vez conquistou o "Rojão de ouro" na que á época era considerada a corrida mais importante do calendário taurino Francês..

É esta figura que poderão rever 5ª feira no Campo Pequeno...

A equitação de D. Ventura...

Telles, Ventura e Moura frente aos Canas dia 28 no Montijo


Conversa sobre equitação com Diego Ventura...


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Á conversa sobre equitação com Diego Ventura

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Falei com o DIEGO há há algum tempo. sobre equitação e toureio, e o artista, na sua rebeldia e no seu permanente inconformismo, revelou-me uma vez mais uma personalidade apaixonante e uma humildade que, só pode levá-lo mais e mais além.
Vive o toureio em cada segundo do dia, traçou uma linha artística própria, e convive com a fama e com o êxito com a tranquilidade dos eleitos.
O toureio é a sua vida, os cavalos a sua paixão, e na simbiose desta vida e desta paixão, encontramos um homem realizado mas não acomodado, como nunca irá estar acomodado ao longo da sua carreira, por temperamento e convicção.
Já o vi montar algumas vezes no picadeiro e no tentadero e fomos conversando a propósito do seu trabalho.
O seu conceito de equitação, não obedece a um trabalho clássico-académico, mas tem uma lógica técnico-prática de experiencia feita, que não deixa dúvidas, e que se reflecte no produto final do seu trabalho.
Disse-me que quando pega num cavalo, a sua preocupação primeira é descubrir-lhe a sua principal aptidão, e depois começa um trabalho especifico para o fim a que se destina, digo eu, da mesma maneira que hoje os atletas são trabalhados fisicamente consoante o papel que desempenham nas equipas. 
O trabalho de “Passo” é feito de forma simples, disciplinada e segura, que me transportou - uma vez mais, fazendo um certo paralelismo com o desporto -, ao aquecimento, aos alongamentos e á concentração com que os atletas iniciam o seu trabalho. Não pode ter mais lógica esta opção, e não pode ser mais inovadora…
No “trote” começam as encurvações ligeiras no tempo de execução, num contacto intermitente com a boca dos cavalos buscando a descontracção, e atirando nesse andamento  o cavalo para a aceitação da rédea contrária, fundamental no toureio.
Os exercícios de espáduas a dentro e ladeares, são executados com um ritmo e uma acção que não é vulgar.
Todos os exercícios são entremeados com flexibilizações do pescoço e maleabilizações da boca dos cavalos, rematando com as tão moralizadoras baixadas de descontração. As mudanças rápidas do exercício de cara ao muro, para garupa ao muro, são frequentes, mas é no trabalho de galope que reside, na minha opinião, o maior segredo do trabalho do cavaleiro.
Muitas passagens de mão, muito galope ao revés e sobretudo um deslizar sobre a espádua contrária com regresso á linha direita, numa aproximação ao que é exigido na sorte.
Na tourinha a exigência é muito maior que na vaca mansa. No remate da sorte surge sempre como adorno o galope ao revés numa mão ou noutra e as piruetas, tudo isto sem que limite a liberdade das montadas, mantendo-lhes intacta a sua personalidade artística.
Os “Parons” e as saídas a galope, levam-nos á doma vaquera no que esta tem de bom e espectacular.
Os ares de escola tem o brilhantismo que só os ginetes Andaluzes conseguem.
Falámos da sorte de matar e na forma como foi pioneiro de um novo desenho dessa sorte fundamental, e tudo o que me explicou teve lógica...
Aqui está parte do sgredo dos seus resultados...

Sobre rivalidades disse: Rivalidades não tenho, ou por outra, qualquer companheiro por muito amigo que seja, na praça, para mim é um rival.

Fundiño- A Fé e a Razão...

É muito mais o que nos une, do que o que nos separa...

Todos temos que estar unidos pela fé...




Disse Allan Kardec : "Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão face a face, perante os problemas da vida..."

Infelizmente aconteceu o que aconteceu, mas á uma réstea de positivismo em toda a situação, quando verificamos que todos estamos unidos á volta da memória de Ivan Fundiño. Não há rivalidades, não há movimentos, não há desinteligencias que sobrevivam ao drama.

A fé, até a mim me tocou, eu que tão arredio tenho andado dessa fé que é acompanhada de absoluta abstinência à dúvida, pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. 
Por ser assim, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo.

Tal sentimento não se sustenta em evidências, provas ou entendimento racional e portanto, alegações baseadas em fé não são reconhecidas pela comunidade científica como parâmetro legítimo de reconhecimento ou avaliação da verdade de um postulado, porque vai muito para além do que é natural
As experiências pessoais e herança cultural podem encaixar no contexto religioso, e podem levar-nos ao justificativo para a própria crença em que se tem fé, o que caracteriza o raciocínio humanista, que nos faz acreditar num bom final para o drama que nos toca.

Há muito tempo que não pensava na fé, e há muito tempo que não dizia tenho fé... Hoje digo : Amigos , eu tenho fé.


A fé manifesta-se de várias maneiras e pode estar vinculada a questões emocionais (tais como reconforto em momentos de aflição desprovidos de sinais de futura melhora, relacionando-se com esperança) e a motivos considerados moralmente nobres ou estritamente pessoais e egoístas. Pode estar direcionada a alguma razão específica (que a justifique) ou mesmo existir sem razão definida. E, como mencionado anteriormente, também não carece absolutamente de qualquer tipo de argumento racional.

Só a "FÉ" nos pode dar uma resposta serena e segura às grandes questões que vão para além da "RAZÂO" que são os grandes problemas que a vida nos apresenta.

Divagação taurina...

Oh empresarios da treta, se os pilhasse agora aqui..

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Tenho dois amigos que volta e meia quando nos encontramos, recordamos do livro “A Capital” de Eça de Queirós, uma passagem que os três achamos genial e de graça profunda e que eu resumirei para quem nunca leu o livro.
Numa casa em Coimbra vivia um grupo de estudantes intelectuais que divagavam a propósito de tudo, com citações e discussões filosóficas. No grupo havia um estudante a que os outros chamavam “Pote Sem Alma” por ser gordo e pouco inteligente, marcado por uma paixão ardente pela sua prima de nome Felícia, que acabou por o trair com um morgado dos arredores de Bragança.
O dito “Pote sem alma” ao deitar-se e mesmo várias vezes ao dia lembrava-se da prima e com pensamento carnal dizia invariavelmente, isto: “ Oh! Prima Felícia se eu te pilhasse agora aqui…”
Um certo dia um dos intelectuais sugeriu ao “Pote”, que desse aos seus lamentos uma expressão literária e nobre, e foi então que um dos presentes sugeriu que o pobre homem dissesse:
“Oh! Minha prima Felícia! Nem minha nem nunca mais! Desertos, desertos prados! Tristes, tristes areais!
A partir do momento em que lhe escreveram tão bela frase, todas as noites, o Pote-sem-Alma, depois de ter arranjado a cama, com o gabão aos pés, deitava-se, entalava a roupa nos ombros, dava um ah! regalado de gozo, e com o nariz fora dos lençóis, soltando toda a voz, bramava no silêncio, para que os outros ouvissem:
Oh! minha prima Felícia! Nem minha, nem nunca mais!
Desertos, desertos prados! Tristes, tristes areais!
E mais baixinho ( para que os outros não ouvissem), torcendo-se e roncando de concupiscência: – Oh, menino, que se a pilhasse agora aqui!
Este trecho tirado de “A Capital” inspirou-me, e embora não muito a propósito, dei por mim a pensar em certos casos que se passam no “Mundillo”.
O problema de muitos dos que escrevem de toiros e não só, é dizerem o que lhes chega sem assumir o que pensam na realidade ou assumindo só em voz baixa.
Estou a imaginar alguém a propósito de corridas de carteis repetitivos e sem emoção , a escrever de forma patética com servilismo: Oh! Corrida de toiros! nem minha, nem nunca mais!
Desertos, desertos prados! Tristes, Tristes areais! ( areal significava o deserto de emoção e interesses puramenteinte artísticos).
E depois em voz baixa, acrescentar: “Oh se eu pilhasse aqui o responsável pelo montagem deste cartel…”
È evidente que hoje muitos vão aos toiros como a malta nova vai a um torneio escolar de badminton, vão porque sentem um impulso inexplicável, mas passada meia hora repetitiva, sem emoção e entorpecedora de acção, saem de lá chateados e fartos.
Até quando o público aficionado aguentará este estado de coisas?
É fundamental que as corridas tenham emoção, e que toda a gente ( sobretudo a imprensa) pugne por isso, doutra maneira, o pessoal sente-se traído e não tardará a fartar-se e a invectivar as corridas com frases duras e grosseiras ou então, o que vai dar ao mesmo, com expressões literárias e nobres do tipo:
“Oh! Corridas de toiros! Nem minhas nem nunca mais! Desertos, desertos prados! Tristes, Tristes areais!”.
Mas o pior são as situações que levam á falta de emoção, e que fazem com que muita gente deixe de ir aos toiros…
Atenção: As corridas que se arrastam durante três horas sem emoção, incomodam quase tanto como um exame á próstata com a duração de 30 minutos.

Toiro perigoso instala dramas...


domingo, 25 de junho de 2017

Esqueceram-se do Dr. Filipe Graciosa...

Ao ler a carta que publico de seguida fiquei revoltado..

Exmo. Senhor Director da E.P.A.E.
Exmo. Senhor Coronel Candoso.
Em primeiro lugar apresento os meus cumprimentos.
Venho mostrar a estranheza por não ter sido convidado para a cerimónia de inauguração das cavalariças da E.P.A.E. , em Belém ( Lanceiros 2 ) e inicio das Galas .
Sei que V.exa. foi questionado sobre a minha pessoa estar ausente, e se terá comodamente escusado a responsabilidade, dizendo que os convites foram feitos pelo administração dos Parques de Sintra.
Ora que eu saiba V.exa. é o Director e não a porteira da E.P.A.E.
Entrei a 5 de Agosto de 1979, sendo o único Fundador vivo que subiu na E.P.A.E. sempre por concursos públicos, nomeadamente como chefe de divisão técnica e artística e como Mestre Picador Chefe desde 1986 e posteriormente, Director de serviços da E.P.A.E. desde Setembro de 2000 até 2014 (Outubro).Data em que vergonhosamente fui afastado.
Tive estas funções, porque como era exigido pelos estatutos da E.P.A.E. , tinha formação superior (Licenciatura em Medicina Veterinária) .
Hoje a E.P.A.E. já não forma cavaleiros como dantes, vai contratá-los já formados e viciados, como acontece com vários.
Despeço-me com consideração.
João Filipe Figueiredo

Isto que fizeram ao SENHOR Dr. Filipe Figueiredo ( GRACIOSA) ultrapassa todos os limites, mesmo depois da forma vergonhosa como prescindiram dos seus serviços de "Mestre Equitador Chefe".

O que percebemos, através da experiência e da análise das relações humanas, é a valorização de qualidades pessoais, como, visão, criatividade, dedicação, confiança e humildade. E as pessoas que são detentoras de tais características, devem ser obrigatoriamente reconhecidas.
O Dr. Filipe foi um excelente profissional dada a forma como se dedicava ás tarefas com as quais se comprometeu, realizando um trabalho cuidadoso, atento e bem executado. A dedicação está relacionada tanto à qualidade do trabalho quanto ao brilhantismo na execução, tornando-se dia a dia numa pessoa confiável, com que a Escola sempre podia contar e a qual tornou conhecida no mundo.
 Esquecer tudo o que o SENHOR Dr. Filipe Graciosa fez pela Escola Portuguesa de arte Equestre, é uma suprema ingratidão. e o povo na sua imensa sabedoria, diz:

"A ingratidão, é filha da soberba"
"A ingratidão é a sombra do benefício"
"A ingratidão indigna e destrói os ingratos"

É triste que bandalhos sem eira nem beira, caídos no mundo do cavalo e da equitação sem ninguém saber como, conhecendo-se só a influencia de cozinhados lamacentos com avental, tentem esquecer a figura reconhecida internacionalmente do Dr. Filipe Graciosa...

Humor na FESTA...

O humor na "FESTA"....

Ridendo castigat mores

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A famigerada crise, o défice de humor da nossa sociedade, e o mundo taurino, levaram-me á pretensão, nada fácil por sinal, de parir humor.
Em algumas das minhas crónicas, pretendo ter graça (será que consigo?) partindo de anedotas ou de histórias pitoresca, que projecto umas vezes mais outras menos, no “Mundillo”.
Começo pela história do tipo descarado que foi surpreendido pelo marido da amante, na cama, na residência do casal.
O marido enganado não achou graça e deu um ensaio de porrada ao intruso em grande, e quando se preparava para o atirar todo esmurrado pela porta fora, o descarado pediu-lhe: “ deixe-me ao menos dar um beijo de despedida á sua mulher”. Respondendo então o marido enganado: “Está bem… Mas não abuse”.
O tipo além do petardo de ter sido agarrado em flagrante, pelo marido da amante, abonou-se á bruta de descaramento, enquanto o corno se encharcou de paciência patética ...
É exactamente sobre o descaramento que me vou debruçar.
Diccionário:
Descaramento = Falta de vergonha; desfaçatez; desaforo; ousadia; atrevimento.
No “mundillo” o descaramento acontece tão frequentemente como acontecem os casos de adultério na sociedade.
Alguns empresários anunciam nas praças pesos dos toiros que nada têm que ver com os reais, com um atrevimentoincrível.
Alguns grupos de forcados com a maior desfaçatez, dão como consumadas pegas quando tal na realidade não aconteceu.
Em Espanha há Matadores, que não podendo com os toiros lhes tiram a investida mandando-os picar demasiado ou simplesmente tirando-lhes a muleta da cara sucessivamente, denotando a maior falta de vergonha.
E quanto a cavaleiros, alguns ultrapassam largamente todos os limites de velocidade na execução das sortes, com ousadiade pasmar.
A apresentação de alguns curros, para já não falar de animais mandados para Festivas, roçam ou mesmo entram pelo perímetro do desaforo.

Moral da História: Qualquer destes exemplos de descaramento não está longe em volumetria, do que exibiu o gajo da história inicial, quando apanhado pelo corno, enquanto nós, os aficionados, encarnamos o papel dos cabrões, salvo seja, que sucumbimos ao atrevimento, á desfaçatez, á falta de vergonha, á ousadia e ao desaforo de quem nos trai...

Toiro porreiro perdoa-lhes a vida...


Assim toureava Angel Peralta...


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Morreu Pedro Cardoso...

Vitima de acidente rodoviário

Faleceu Pedro Cardoso

Não tenho palavras depois de tão brutal noticia. Foi um bom amigo, bom fotografo taurino, cronista e um enorme aficionado.

Para si Sandra, um enorme beijo, e para ti Perdo, até um dia...

Benavente- Quem nunca foi á festa da amizade ???

Quem nunca foi á "Sardinha assada " a Benavente, não sabe o que é Ribatejo...

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C. Pequeno- Parreirita- Arte cigana...



Como homenagem a Parreirita Cigano publicamos esta obra notável que descreve a perseguição aos CIGANOS...


Ventura no Montijo- Profissional e toureiro...

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 O Profissionalismo e toureria de Ventura

Montijo - 28 de Junho

Diego Ventura ao aceitar esta corrida, mostrou mais uma vez todo o seu profissionalismo e toda a sua toureria, que vem demonstrando ao tourear com os melhores sem se baldar a confrontos.
Na temporada passada Leonardo Hernandez triunfou em Madrid, este ano Ventura toureou um mano a mano com Leonardo em "Las Ventas".
Na passada temporada Moura jr foi o triunfador entre os cavaleiros Portugueses, este ano Ventura toureou uma corrida mano a mano com ele em Estremoz.
Nesta temporada António Ribeiro Telles e Moura jr estão num momento extraordinario, pois é com eles que Ventura toureará um curro de uma ganadaria dura.

Disse Charles Chaplin : Os verdadeiros artistas não têm medo dos confrontos, porque sabem que até os planetas se chocam, mas que desses choques nascem as estrelas...


Assim rejoneava Curro Bedoya...


Eça e as touradas...


Sempre fui Queirosiano..

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Toiros- Humor e loucura...


Ajude os vegetais inocentes...

Tourada - Caiu a Bancada...


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Os fogos e a imprensa de sargeta...

Muita da imprensa actual faz-me lembrar os ratos de sarjeta. Só estão bem a chafurdar na merda e não tem respeito por nada nem por ninguém..

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O espectáculo a que assistimos nos últimos dias, a propósito das desgraças que assolaram o País, é tenebroso.

As entrevistas aos familiares dos mortos e desaparecidos aproveitando-se das suas desgraças e da necessidade que essa gente tem em desabafar, são absolutamente nojentas.
O aproveitamento de uns patetas a dizerem vulgaridades ou pior a dizerem asneiras, a troco de aparecer na televisão, é revoltante. 
A busca incessante em  criar culpados não tem explicação.
As descrições pormenorizadas das tragédias familiares empurram-nos para o grotesco da miséria humana.

Nada disto me espanta, depois de ver a perseguição que é movida contra figuras públicas, acusadas disto e daquilo sem culpas formadas, fazendo julgamentos públicos. esquecendo propositadamente outros potencialmente culpados.

Depois de ler os editoriais de determinados jornais em defesa de determinados partidos, ultrapassaremm em facciosismo o "Avante", o "Povo Livre"" etc, etc, etc...
Depois de assistir ás insinuações contra artistas e desportistas e o esmiuçar das suas vidas privadas, ultrapassarem largamente o limite do razoável.

Se juntarmos a tudo isto os ressabiados do FACE, encontramos os ratos de sargeta que só estão bem a chafurdar na merda... 

Não foi para isto que eu e muitos outros lutámos pela liberdade de imprensa, para que hoje se abuse da mesma cobardemente e sem escrúpulos..