MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Toiros - Barriga cheia cagada certa...


ATENÇÃO senhores empresários – “Barriga cheia, cagada certa”



Não se pode dizer que este provérbio seja fino ou de bom gosto, no entanto encerra uma verdade inquestionável que projecta deduções do pensamento muito para além da satisfação das necessidades fisiológicas.

Pesquisei e conclui que há frases que normalmente precedem situações, que acabam na frase que titula esta crónica - em grandes cagadas -, como por exemplo:

1. Pode subir que aguenta mais um… - Subiu mais um ramo que se partiu e estatelou-se….
2. Vou deixar passar este carro pertinho de mim!... Infelizmente o tipo foi atropelado…
3. Você não é homem para me dar um tiro! – Provocado, o tipo deu-lhe mesmo um tiro…
4. Quem diz: Vou te denunciar!.. – Disse isto e leva logo na tromba…
5. Anda que dá para passar! – Não passou e amachucou o carro…

A estas cinco situações acrescento eu a situação vivida em 2016, de muitas corridas e festivais no principio da temporada, num ano de crise, algumas delas no mesmo dia e a decorrer á mesma hora e a poucos quilómetros umas das outras, encheram a barriga aos aficionados, mas não podiam acabar senão numa grande cagada, o mesmo resultado acontecendo, com a falta de emoção em muitas corridas ao longo da época.

Eu sei que ninguém senão as Senhoras grávidas – e não são todas – reclamam de barriga cheia, mas o bom senso que nem sequer abunda em mim, manda que alerte para as situações acima citadas.

Meus amigos, se é certo que a barriga cheia tem a consequência lógica a que me refiro no principio desta crónica, imaginem o que será uma pançada ou indigestão. Neste caso, a pançada manifesta-se através de uma dor fraca, por vezes intensa no estômago, e uma sensação de enfartamento que normalmente é aliviada por arrotos ou …

Por vezes ocorre ainda uma sensação de ardência que sobe do estômago á boca denominada azia.

Toda esta sintomatologia projectada nas pançadas de corridas e na falta de emoção que nos fizeram papar, leva-nos á azia aos arrotos ou aos…

Os tempos não estão fáceis, nada fáceis,  e por isso é altura de aconselhar aos Sr.s empresários que nos sirvam uma dieta saudável quanto á quantidade e qualidade das corridas , sendo que na qualidade devem dar especial importância á emoção e á competição.

Atenção Sr.s empresários: “Os aficionados começam a estar com azia…”

F. Cortes, mais um cavalo novo..

Hostil _ Ferro Silveiras...



Pega - Rui Godinho(Grp V. Franca)...


Colhidas mais ou menos graves...


Toiros - Imagens incriveis...


Toiros- Vários lances de capote...


sábado, 4 de fevereiro de 2017

Dia da criação- V. de Moraes...


Porque é sabado vamos Filosofar...

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Porque hoje é sabado, resolvemos entrar no campo da filosofia sobre o dia de sabado com Vinicius de Moraes...


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De fato, depois da divisão de luzes e trevas
E depois, da separação das águas, e depois, da fecundação da terra
E depois, da gênese dos peixes e das aves e de todos os animais da terra
Melhor fora que o Senhor das Esferas tivesse descansado.
Na verdade, o homem não era necessário
Nem tu, mulher, ser vegetal, dona do abismo, que queres como as plantas, imovelmente e nunca saciada
Tu que carregas no meio de ti o vórtice supremo da paixão.

 
Mal procedeu o Senhor em não descansar durante os dois últimos dias .
Trinta séculos lutou a humanidade pela semana inglesa
Descansasse o Senhor e simplesmente não existiríamos
Seríamos talvez pólos infinitamente pequenos de partículas cósmicas em queda invisível na terra.
Não viveríamos da degola dos animais e da asfixia dos peixes
Não seríamos paridos em dor nem suaríamos o pão nosso de cada dia
Não sofreríamos males de amor nem desejaríamos a mulher do próximo
Não teríamos escola, serviço militar, casamento civil, imposto sobre a renda e missa de sétimo dia,
Seria a indizível beleza e harmonia do plano verde das terras e das águas em núpcias .
A paz e o poder maior das plantas e dos astros em colóquio
A pureza maior do instinto dos peixes, das aves e dos animais em cópula.
Ao revés, precisamos ser lógicos, freqüentemente dogmáticos
Precisamos encarar o problema das colocações morais e estéticas
Ser sociais, cultivar hábitos, rir sem vontade e até praticar amor sem vontade
Tudo isso porque o Senhor cismou em não descansar no Sexto Dia e sim no Sétimo
E para não ficar com as vastas mãos abanando
Resolveu fazer o homem à sua imagem e semelhança
Possivelmente, isto é, muito provavelmente
Porque era sábado...


Dá que pensar!!!...

J.M. Pires da costa - J. Cortesão...

  Apeteceu-me saborear as palavras escritas pelo meu amigo Zé Manel há um ano atrás, e por isso republico-as hoje...

 De J. M. Pires da Costa para J. Cortesão...

Por ser hoje o dia dos amigos, resolveu o meu amigo Dr. José Manuel Pires da Costa, presentear-me com um texto escrito com o exagero de uma profunda amizade, com a exigência de eu o publicar.
Não tive outra alternativa ainda que preferisse guardá-lo só para mim.

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Para que a terra não esqueça aquele que se lembrou dos outros


Dedico este meu escrito, humilde e sincero, mas reconhecido, ao João Cortezão, munícipe natural de S. João da Árvore, distrito de Coimbra, onde reside, escritor, pensador lúcido, ensaísta, Regente Agrícola dos de verdade, bom cozinheiro de lampreias, voraz inimigo dos inimigos dos seus amigos, democrata pluralista, observador Queirosiano da sociedade, conhecedor de cavalos de toureio, cidadão do mundo, bom garfo e melhor conversador, treinador de rugby, tropa de elite na defesa da Pátria, forcado Amador, fadista, com amigos dos 15 aos 95 anos, professor de equitação, pai, avô, tri ex- marido e AMIGO.

Quando pretendeu apresentar o seu primeiro livro “Para que a Terra não Esqueça”, na minha terra, a Moita do Ribatejo, fê-lo na Praça de Toiros “Daniel do Nascimento”, nome que não consegue albergar a dimensão do albero moitense e muito menos dos ilustres conterrâneos que escreveram com o seu sangue a história da Praça de Toiros da Moita do Ribatejo, durante 64 anos.
E pediu-me para apresentar o livro, o que fiz, sem hesitar.
Ao reler a minha prosa daquele dia de 22 de Maio de 2010, pensei ser justo publicá-la no seu blog e dar a conhecer melhor o João às pessoas que o leem, conhecem e aos que não o conhecem.
Foi assim:
“O livro de que vos vou falar não é mais nem menos do que o reflexo duma forma peculiar, romântica e quiçá diferente de estar na vida, ou ainda se quisermos duma valorização superior das relações humanas que se traduz na palavra indefectível que é a amizade. E é esta cultura da amizade que rege e molda a personalidade do autor e que faz dela religião e dos amigos os intocáveis e dos inimigos dos amigos, os alvos a abater, quais res nulius numa res que é pública.
Para quem o conhece na intimidade, como eu, alicerçada em mais de 30 anos de convívio são e desinteressado, percebe que esse valor superior da vida e das relações humanas, foi forjado no espírito de grupo, primeiro integrando o GF Amadores do Ribatejo e Vila Franca e mais tarde, quando chamado por Portugal para o servir, integrou a tropa Como Ranger em Africa. Curiosamente raramente fala desta passagem, que, na surdina silenciosa moldou a sua personalidade.

Mas não estou aqui para falar do João Cortezão. Estou aqui para falar do livro do João Cortezão. Ele é o fiel retrato da tal forma humanista, desinteressada e pura de ver nos amigos e nos seus actos, valores que, entende, devem ser transmitidos e c(a)ontados. Na verdade, ele conta e canta os amigos. E escolheu-os, sem peneirar o social, sem levar ao grifo o financeiro, sem apostar na oportunidade. É precisamente ao revés.
Ele canta e conta personalidades tão díspares e homens tão distintos e esquisitos como David Ribeiro Teles e Zé Zuquete, como o Dr. Luís Roldan Ortigão Costa e Arimateia, Mimela Cid e Chico Carreira, Manda Chuva e Dr. Manuel Lamas de Mendonça, Angel Peralta e Juliano Louceiro ou Maria Amélia Infante da Câmara e Teles Cigano. E em todos encontra encanto, história, humanismo e sempre, sempre amor, que descamba invariavelmente em factos contados pela enorme convivência com o mundo do toiro e do cavalo.
Que bem retrata o João os amigos, retrato quase sempre pintado ao sabor castiço dum almoço bem português, com pormenores de esquisita gastronomia, reveladora de vasta cultura, sempre assinado com provérbios sábios de filósofos, poetas e vultos da erudição, que constituem sua imagem de marca.

De Angel Peralta Pineda, o Centauro de La Puebla, terra de míticos toureiros, a cavalo e a pé, vem a frase que bem assenta no autor, quando este lê nas entrelinhas dos amigos, virtudes e gestos que o marcam para sempre: Dios puso al plácer tan cerca del dolor que a veces se llora de alegria.

De Arimateia, lembrou-se de Oscar Wilde: a naturalidade é das mais bonitas atitudes perante a vida.

A Propósito do Dr. Ortigão Costa, a quem serviu cega e desinteressadamente, citou Girardin: governar bem é prever e do próprio tirou que perdoar é de cristão, esquecer é de vilão.

Do Manda Chuva, aliás, João Mateus Cardoso, define e descreve e graça pragmática com rara argúcia este personagem único assim: és um tipo porreiro, sem seres do nacional porreirismo. És um tipo bom sem seres bonzão. És popular sem seres popularucho. Gostas de copos sem seres bêbedo. Tens graça sem ser engraçadinho.

Do mais popular munícipe exalta com rara argúcia e sentido de observação, os valores que leva dentro, às vezes oculto, sempre com graça bastante, mas q.b. sem roçar o chocante.
De Chico Carreira, que tão bem conheci (que saudades do Parque Mayer das coristas e dos boxeurs, dos toureiros e das afilhadas do Chico), aliás de seu nome completo Francisco de Sedevens Gato, faz uma descrição incrivelmente rara pela perfeição do retrato, sem contudo deixar de lembrar que o seu nome tem origem no facto de ser neto bastardo do estribeiro-mor do Rei, ou de como se diz eruditamente, do outo lado da cama.
Tem a coragem, atributo que sempre lhe conheci, de distinguir duas personalidades, como seus irmãos, não de sangue, mas de carácter, porque, como diz, a família tolera-se, os amigos escolhem-se: o Dr. Manuel Lamas de Mendonça e o Professor César Pegado. A propósito do primeiro, cita Plutarco: o caracter é um hábito persistente. Do segundo privilegia a profunda admiração pelo homem, pelo desportista, pelo intelectual, mas sempre pelo amigo.
De muitas outras personalidades poderia eu invocar as descrições do João e da sua vivência com eles, maravilhosamente enaltecidas, fruto de 40 anos de sã camaradagem e impoluto trato. O João é um cidadão do mundo e que me perdoem, mas para o descrever como homem, invoco-o a ele próprio quando se referiu a Ralph Emerson: a única maneira de conseguir um amigo é sê-lo.
Como escritor, tendo por bandeira a liberdade, invoca um poema de Maria Manuela Cid:

Ninguém te corta o caminho
Ninguém te impede de voar
Ninguém te nega carinho
Ninguém te obriga a calar

Ó Rouxinol da Caneira
Orgulho de toda a gente
Hás-de ensinar-me a maneira
De viver tão livremente


Este é o João, Este é o Homem, Este é o escritor, Esta é a sua obra. Parafraseando Rafael Ulecia Anta, personagem original, rejoneador catalão, natural de Barcelona, com quem tive o privilégio de privar, quando alguien cuenta su história, lo que de verdade me llena, no son los hechos en si, sino su forma de vivirlos.

José M. Pires da Costa

Toiros - Aprenda o que é uma crinolina...


Pares de bandarilhas extraordinários...


Numa largada não telefone...


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Ontem foi dia dos amigos ???

O 2º Mandamento diz :Não uses o nome de Deus em Vão e eu penso que também não se deve usar a palavra AMIZADE em vão

Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. 

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 "O segundo mandamento regula o uso que fazemos do Santo nome de Deus. Assim sendo, não devemos proferi-lo abusadamente. Deus revela o seu Santo nome só àqueles que crêem nele. Com isso Ele estabelece uma relação de confiança e intimidade com seu povo". 

Tudo o que acabo de transcrever da Biblia eu aplico em relação á amizade.
Todo aquele que diz: "eu sou amigo do gajo, mas o gajo é um bebado, um inutil, um vigarista, um filho da puta, não é amigo e está a usar a palavra amizade em vão.

Ser amigo é entender o silêncio,a ternura e o mistério. A amizade tem que se viver como uma religião.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir. Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.

 Termino, oferecendo aos meus amigos esta beleza de poema de Fernando Pessoa...
 Dedicatória aos amigos (Fernando Pessoa)

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"Um dia a maioria de nós irá separar-se.

Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhamos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angustia, das vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim...do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje já não tenho tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado.

Seja pelo destino ou por algum desentendimento, cada um segue a sua vida.

Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices... os dias vão passar, meses... anos... até este contacto se tornar cada vez mais raro.

Vamo-nos perder no tempo...

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:

Quem são aquelas pessoas?

Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!

- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito.

Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Quando o nosso grupo estiver incompleto... reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.

E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.

Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes daquele dia em diante.

Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida isolada do passado.

E perder-nos-emos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!"


GRP do Ribatejo 2015...


Panico - Toiros fujidos...


CHAMUSCA 25 de fevreiro

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Toiros em França - Mt perigo...


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Duarte Pinto 2017






Depois de uma temporada em que pontuou forte no toureio clássico e em que apresentou dois novos cavalos, Duarte Pinto prepara novas montadas para 2017.

A saber :
 
Equador - Ferro "Lagoalva"


Gabarito - Ferro Ortigão Costa




Hábito - Ferro Ortigão Costa

Apontamento de Mourão

Na lide a cavalo surpreendeu Ant. J. Ribeiro Telles com os dois melhores ferros da corrida e não só...



FRANCISCO NUNCIO

Depois de uma queda provocada pelo mau piso, reagiu, conseguindo uma lide digna...

CORREIA LOPES

Também escorregou no sitio onde o seu companheiro caiu mas sem consequências, acabando por realizar um bom labor do qual sobressaem dois excelentes curtos.

Ant, J. RIBEIO TELLES

Pese embora a sua juventude e pouca experiencia, revelou uma maturidade rara, destacando-se pela classe em 5 ferros curtos, sendo dois deles extraordinários.

FORCADOS:

O grupo da póvoa de s. Miguel cumpriu com duas pegad á 2ª e uma á 1ª.

J, R. CUQUI

Depois de uma voltareta aparatosa recuperou e acabou por sair a tourear de moleta, sacando bons momentos...

D: Peseiro

Arrimou-se, brilhou com as bandarilhas e cumpriu no último tércio.

M. PERERA

Com desembaraço chegou ao público, dando uma certa alegria ao final do espectáculo.

Os Novilhos de Calejo Pires Cumpriram na generalidade...

Impressionante - Vaca investe forte...


1º treino Académicos de Coimbra...

Domingo dia 5 realiza-se o 1º treino dos Académicos de Coimbra...

A imagem pode conter: 1 pessoa, andando a cavalo e atividades ao ar livre

Espera-se com entusiasmo o aparecimento de mais jovens para  enriquecer o Grupo e divulgar a Festa na região...

A imagem pode conter: 10 pessoas, pessoas sorrindo, terno

Grande pega - João Mantas...


Treinando com PADILLA...


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

1ª entrevista de Ant Rib. Telles (filho)...

"sortesdegaiola" faz a primeira entrevista da vida de António de Jesus Ribeiro Telles..


 A imagem pode conter: 1 pessoa

   O jovem António vai a caminho de Mourão e falámos com ele pelo telefone, já que a minha constipação não me permite acompanhá-lo.
 SG - Hoje é para ti um dia importante ???

 A: T. - É sempre importante das poucas vezes que tenho toureado, porque sei que tenho que dar sempre o meu melhor.

SG - Qual é a tua maior ambição???

A T - A minha maior ambição é praticar um toureio parecido com o do meu Avô, com o do meu pai, com o dos meus tios e primos.. 

SG - Qual é o companheiro ( amador) que mais gostas de ver tourear ?? 

A T - Gosto de todos embora alguns só os conheça das praças de toiros, respeito-os a todos até porque alguns são filhos de colegas do meu pai. 

S G - Projetos para o futuro ???

A T - Os meus projectos para o futuro passam em primeiro lugar,  por estudar, acabar um curso porque são esses conselhos que os meus pais me dão.

S G - Sorte para logo António..

A T - Muito obrigado.. 

Taberna do Quinzena - Gala...

Grp Mont. -João e Pedro Caixinha...


El 'anti' que se convirtió en taurino por amor: "Vivía en un mundo dominado por la ignorancia"

 

 Convencido por su esposa, Patricio Gordon fue a una corrida de toros. "Las imaginaba como un acto diabólico y tormentoso. Son todo lo contrario"

Ahora es un fanático de la Tauromaquia: ha convertido su casa de Los Ángeles en un museo taurino y enseña a torear a su hijo de 2 años

Los recientes incidentes violentos en el regreso del toreo a Bogotá, los tuis tras la muerte de Víctor Barrio o el caso del niño enfermo Adrián ha reforzado su postura actual para alejarse definitivamente del movimiento 'anti' al que perteneció: "Los que se han burlado de la muerte de un torero o los que han deseado la muerte a Adrián están muy lejos de ser personas racionales. Desearle la muerte a un niño sólo porque desea practicar una actividad que a ellos no les gusta es inhumano. Defienden a un animal que dicen que sufre pero le desean la muerte a un pobre niño enfermo que sí esta comprobado científicamente que sufre. Esto ya es de no creer. Que Dios los perdone, no saben lo que hacen....", finaliza.

Toiros - Na prais aleijam menos..