MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.
A Tauromaquia faz parte da cultura nacional, enquanto
expressão artística humana, onde homem e toiro se confrontam, num duelo de
espécies distintas, transportando consigo, uma dimensão antropológica
ímpar. A tauromaquia tal como a conhecemos é
reconhecida pelo Estado português, como parte integrante do património cultural
nacional, e nessa medida, é um direito fundamental que assiste a todos os
cidadãos, encontrando-se por isso, constitucionalmente protegido. Enquanto arte, a corrida de toiros é produto
de um ensaio entre a técnica e a estética, sem descurar princípios éticos, cujo
processo evolutivo está longe de estar concluído, pois existe um constante
desenvolvimento em curso, que reflecte o talento natural dos sucessivos
artistas, à luz dos períodos que correm. No entanto e como em todas as artes, há
directivas que não se podem dissipar. A perfeita lealdade para com o
adversário, e a total sinceridade na entrega corporal e espiritual do artista,
são pedras basilares para a firmeza doutrinal da “Festa”. A corrida de toiros não deve por isso, deixar
de ser um drama trágico/emocional onde através dele, revivemos a natureza tal
como ela é: cruel e fria; fértil e mortal. Só assim se pode, glorificar o difícil
triunfo, ou chorar a adversidade ou mesmo a fatalidade. O que não se basear na emoção verdadeira, não
deixa de ser um ensaio de lide, mais ou menos bem rematada, e por isso, há que
reconhece-lo em praça, para melhor distinção e apreensão do público em geral,
em prol de um espectáculo autêntico e de possível explicação. Hoje, o único espectáculo onde se pode
contemplar o confronto entre um homem, pelo seu arrojo, valor e inteligência,
podendo resultar ferido pelo seu adversário animal é numa corrida de toiros. É ao cravar um ferro ao estribo, ao alargar
um natural ou a executar uma pega de largo, resultado do encontro entre um
toiro de lide saudável e bravo, e um homem com técnica e cultura suficiente,
que se pincela e extrai, algo que se possa equiparar a arte e de onde se extrai
uma mensagem. Uma mensagem que se resume, no êxito da
inteligência humana perante a força bruta, que conduz o homem à tão procurada
Liberdade no seu ecossistema de sempre, que é a Natureza. E grande parte dessa natureza é hoje o mundo
rural, que nos viu nascer, a uns mais e a outros menos arrojados de espírito,
mas que nos fez crescer, igualmente, mais ou menos complexados de juízos e de
ideias de vida. Assim sendo, e prevendo que as sociedades
ditas democratizadas crescem cada vez mais avessas aos aspectos alheios das
rotinas urbanas, importa que a tauromaquia enquanto arte, se saiba legitimar e
alargar às novas gerações, essencialmente por questões artísticas e só depois
por fundamentos de interesse pessoal ou empresarial. Ambos estão interligados e são estritamente
necessários á “Festa”, mas contrariar esta prioridade é remar contra a maré,
numa Europa cada vez mais federalista, e por isso, mais autocrata também do
ponto de vista cultural. Mas é preciso dizer, que a tauromaquia tem
todos os requisitos para ter continuidade. Assim saibam os seus intervenientes
actualizar e modernizar o que assim o exigir. Sim, porque a corrida de toiros é um
espectáculo actual e moderno! É moderno no tempo, porque apesar das origens
distantes, não tem mais de três séculos de metamorfose. É moderno nos valores, porque ensina os
jovens a ter coragem de ter medo, sem disso terem vergonha. É moderno economicamente, porque para além de
produzir riqueza em diversos ramos de actividade, ainda é dos poucos sectores
onde não se despedem trabalhadores em massa. É moderno ambientalmente, porque preserva na
íntegra mais de 70.000 há de solo rural nacional. Mas acima de tudo, é moderno em substancia
artística, ao fazer desabrochar em 15 minutos, a verdadeira natureza racional e
por vezes irracional, do homem antigo que é, mas que hoje se julga moderno por
ter ido Lua, enquanto construía a bomba atómica, ou por aperfilhar milhões de
animais de 4 patas ao mesmo passo que despreza comunidades humanas
famintas. Quem é realmente moderno, vive o seu tempo
sem fanatismos ou intolerâncias e principalmente sem desafiar a condição e a
liberdade do próximo. Minhas senhoras e meus senhores, O nosso tempo é Agora! E têm referências. Do
presente, do passado e já do futuro. Por
isso mesmo, há que ter a convicção, de que o futuro passa pela união da afición
em geral, cabendo a cada interveniente dar a cara, e saber defender
coerentemente, os seus ideais
Os gabinetes de imprensa dos toureiros fazem falta
Durante dois ou três anos todos os toureiros e até alguns grupos de Forcados tinham o seu gabinete de imprensa, era chique, dava até a ideia de que antes de aprenderem a tourear minimamente já tinham quem contactasse a imprensa, embora em muitos casos houvesse abusos, com noticias do geneo : O toureiro hoje faz xixi ás ttantas horas, ou já fez cócó.... De um momento para o outro desapareceram os G. I. e hoje são muito poucos os que os mantêm, enquanto que os G. I. surgem em todas as actividades... Fazem falta esses Gabinetes, porque o seu trabalho divulgava não só a figura mas a FESTA no seu todo. Hoje que toda a gente tem quem filme, quanto mais não seja com o telemovel, a divulgação desses filmes era importante como temos comprovado nos casos que nos são enviados. Senhores toureiros, vamos lá a reactivar os Gabinetes de imprensa, para bem da FESTA...
Vargas Llosa y la tauromaquia: "El toro es tratado con inmenso amor"
El Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, hizo una defensa “sin complejos” de las corridas de toros en la capital española, y dijo que estos animales son “tratados con amor” desde que nacen hasta su lidia. “Es un animal privilegiado, tratado con un inmenso amor
desde que nace y hasta su lidia en el ruedo, aunque lo ignoren muchos
animalistas”, declaró en una intervención en el acto de
inauguración del “Espacio Arte y Cultura”, en los aledaños de la Plaza
de Toros de Las Ventas. Pero Vargas Llosa se mostró esperanzado en que “la Fiesta va a
sobrevivir”, refiriéndose a la prohibición de las corridas en Cataluña, y
a las corrientes antitaurinas en el Perú. “Tengo absoluta seguridad de que la Fiesta va a sobrevivir a estos ataques, que también se dan ahora en mi país: hay más de 200 comunidades peruanas que celebran sus fiestas taurinas”. Advirtió también que no tiene lógica la prohibición a los menores, ya que para él “los toros son alta pedagogía”,
insistiendo en que “yo llevé a mis hijos (a la plaza) cuando eran
pequeños y ninguno ha salido cruel, ni mucho menos, porque este es un
espectáculo de creación de belleza como la poesía, la música y la
novela”. Vargas Llosa consideró que “el antitaurinismo tiene distintos frentes, y hay una cultura animalista respetable que ve crueldad”, aunque advierte que “es una interpretación equivocada”. “Es verdad que es una fiesta cruel, porque la verdad de la vida es cruel.
Pero, ay, si se impusiera el vegetarianismo. Todo lo que tiene vida,
incluidas las plantas, habría que respetarlo, y así terminaríamos los
humanos alimentándonos con píldoras”, manifestó.
Boa corrida para a qual muito contribuiram os toiros da ganadaria "SANTOS SILVA"
Um toiro excepcinal anatómicamente e em bravura ( um toiro de vacas), 2 muito bons, 1 bom e um manso mas nobre de "Santos Silva" sobreposeram-se ao único lidado da ganadaria ( Sta Maria) ...
Todos os toureiros estiveram ao seu melhor nível com três das melhore quadras que existem no nosso País....
ANA BATISTA Se no primeiro toiro esteve bem, ainda que este se atravessasse, foi no segundo quando montada no "Conquistador" que cravou os melhores ferros rematados como mandamos cânones, depois de brega acertada e a propósito. Uma Senhora toureira... A. BRITO PAES Provou estar num grande momento. Tudo o que fez foi bem feito e os cavalos que sacou foi cada um melhor que o anterior arranjados a preceito. Nota-se que está mais seguro que nunca. MARCOS BASTINHAS Com duas lides distintas, uma com mais verdade e outra mais espectacular, marcou mais uma tarde triunfante, com toda a sua versatilidade. No último toiro que lidou empolgou sobremaneira o público, fechando com chave de ouro uma boa corrida.
As imagens que se seguem falam por si...
FORCADOS :
Os grupos do Aposento da Chamusca e Amadores de Coimbra não tiveram grandes problemas a resolver, mas mesmo assim destacaram-se os de Coimbra...
Está tudo doido, estão a dar as últimas.. Os ANTIS, depois de anunciarem que íam manifestar-se a Alcochete, borraram-se e não foram. Em Lisboa na 5ª feira foram-se embora antes de começar a corrida. Ontem em SOZA ( Vagos), estavam 3 pindéricas feias, horriveis e com ar de mal amadas, mais um triste homem, o que somava 4 pessoas ( pessoas ???), toda esta gente protegida por 4 agentes de autoridade, o que dava um agente para cada manifestante.
Os agentes de autoridade são poucos para as necessidades do País e mal aproveitados quando usados para proteger gentuça que está ali a insultar quem passa.
Porque será que com tantas manifestações que há no nosso país, só as destes gajos precisam de proteção???
Eu e muitos tomámos parte em manifestações de estudantes com palavras de ordem não insultuosas, com a certeza de cargas policiais, enquanto estes palhaços insultam porque estão protegidos, ou por outra, só insultam porque estão protegidos...