MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.
terça-feira, 13 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Praça MÉxico - Deus no Céu e Ventura na terra...
Ventura na Praça México subiu da terra ao céu do mundo taurino…

Depois de se encerrar com 6 toiros em Huelva, Espartinas, Ronda, Sevilha e esta temporada em . Madrid, factos únicos na história do toureio.
Depois de ser premiado com duas orelhas e rabo em "Las Ventas", facto único que não acontecia há 40 anos naquela praça.
Depois de indultar um toiro em Múrcia - que não é o mesmo que indultar um toiro num Pueblo - .
Depois de ter sido injustiçado por algumas empresas no principio de 2018. Eis que Ventura chega ao México, onde há 6 anos foi torpedeado - sabe-se lá por quem -, acabando por conseguir com o seu talento o que nenhum rejoneador conseguiu até hoje, voando da terra pró céu do mundo taurino, onde só moram os verdadeiramente eleitos.
O que se passou foi isto :
Após tourear o primeiro que lhe coube em sorte, esteve pesado a matar, e os cerca de 40 mil espectadores presentes silenciaram o seu labor. Mas eis que quando anunciavam o toiro "Fantasma" da ganadaria de Henrique Fraga, Ventura entra na praça montando o "Bom Bom" ( cavalo que começou a tourear a meio da temporada ) com a garrocha ao ombro, e se coloca na porta dos curros, Abre-se a porta e de rompante sai o "Fantasma" que segue o cavalo, ao que o "Bombom" responde com galope certo e seguro, dobrando-se sem se desunir, para depois do cavaleiro pegar nos rojões deixar que estes os colocasse de forma correcta.
Ventura foi buscar o "Sueño" e tudo o que se passou a seguir pareceu um sonho. Verdadeiros galopes ao revés, contra passagens de mão p'rás tábuas em terrenos impossíveis, um quiebro cingido, outro quiebro este a recuar, que aconteceu numa situação de improviso, e outro ainda em que recua do meio até ás tábuas recebendo o toiro quase inteiro no limite do impossível.
Seguiu-se o desempenho de Ventura montando o "Gitano" que enlouqueceu mais o público, com dois quiebros pela esquerda que resultaram em 2 ferros em sorte de "Violino", sorte nunca vista por terras Astecas.
Entretanto Ventura não estava contente embora o público em uníssono gritasse "TORERO", "TOREO" e agistasse lenços brancos, e aparece montado no "Dólar", e quando tirou a cabeçada ao cavalo é impossível descrever a reação dos aficionados. Sem cabeçada, com o toiro no meio da praça, crava o melhor par que vi ao binómio (Ventura/Dólar), entrando recto, mas recto á séria, carregando a sorte, cravando em todo o alto.
Por fim quando já se adivinhava o desenlace, montado do "Toronto" crava três palmitos um deles em sorte de violino, e acto continuo é concedido o indulto ao "Fantasma" que Ventura com alma toureira, ainda brinda com derechasos e passes de peito, para depois se emocionar até ás lágrimas.

Estava instalada a loucura na México…
Telefonei logo ao meu amigo João Zuquete e repassámos toda a carreira do génio nosso amigo, sem nos esquecer-mos daqueles que como nós sempre acreditámos no Diego e que por formação desconhecem as palavras oportunismo e traição…
Viva Ventura!!!
Ventura é o maior...

Depois de se encerrar com 6 toiros em Huelva, Espartinas, Ronda, Sevilha e esta temporada em . Madrid, factos únicos na história do toureio.
Depois de ser premiado com duas orelhas e rabo em "Las Ventas", facto único que não acontecia há 40 anos naquela praça.
Depois de indultar um toiro em Múrcia - que não é o mesmo que indultar um toiro num Pueblo - .
Depois de ter sido injustiçado por algumas empresas no principio de 2018. Eis que Ventura chega ao México, onde há 6 anos foi torpedeado - sabe-se lá por quem -, acabando por conseguir com o seu talento o que nenhum rejoneador conseguiu até hoje, voando da terra pró céu do mundo taurino, onde só moram os verdadeiramente eleitos.
O que se passou foi isto :
Após tourear o primeiro que lhe coube em sorte, esteve pesado a matar, e os cerca de 40 mil espectadores presentes silenciaram o seu labor. Mas eis que quando anunciavam o toiro "Fantasma" da ganadaria de Henrique Fraga, Ventura entra na praça montando o "Bom Bom" ( cavalo que começou a tourear a meio da temporada ) com a garrocha ao ombro, e se coloca na porta dos curros, Abre-se a porta e de rompante sai o "Fantasma" que segue o cavalo, ao que o "Bombom" responde com galope certo e seguro, dobrando-se sem se desunir, para depois do cavaleiro pegar nos rojões deixar que estes os colocasse de forma correcta.
Ventura foi buscar o "Sueño" e tudo o que se passou a seguir pareceu um sonho. Verdadeiros galopes ao revés, contra passagens de mão p'rás tábuas em terrenos impossíveis, um quiebro cingido, outro quiebro este a recuar, que aconteceu numa situação de improviso, e outro ainda em que recua do meio até ás tábuas recebendo o toiro quase inteiro no limite do impossível.
Seguiu-se o desempenho de Ventura montando o "Gitano" que enlouqueceu mais o público, com dois quiebros pela esquerda que resultaram em 2 ferros em sorte de "Violino", sorte nunca vista por terras Astecas.
Entretanto Ventura não estava contente embora o público em uníssono gritasse "TORERO", "TOREO" e agistasse lenços brancos, e aparece montado no "Dólar", e quando tirou a cabeçada ao cavalo é impossível descrever a reação dos aficionados. Sem cabeçada, com o toiro no meio da praça, crava o melhor par que vi ao binómio (Ventura/Dólar), entrando recto, mas recto á séria, carregando a sorte, cravando em todo o alto.
Por fim quando já se adivinhava o desenlace, montado do "Toronto" crava três palmitos um deles em sorte de violino, e acto continuo é concedido o indulto ao "Fantasma" que Ventura com alma toureira, ainda brinda com derechasos e passes de peito, para depois se emocionar até ás lágrimas.

Estava instalada a loucura na México…
Telefonei logo ao meu amigo João Zuquete e repassámos toda a carreira do génio nosso amigo, sem nos esquecer-mos daqueles que como nós sempre acreditámos no Diego e que por formação desconhecem as palavras oportunismo e traição…
Viva Ventura!!!
Ventura é o maior...
Histórico - Ventura indulta um toiro na Praça México..
domingo, 11 de novembro de 2018
Ridiculo !!! Ecologistas manifestam-se para acabar com o presunto...
Com a devida vénia publicamos esta noticia do "touroeouro"

É notícia pelo cariz rídiculo do seu conteúdo e até permite alguns gracejos...
Um grupo de ecologistas, manifestou-se em frente ao emblemático 'Museu dos Presuntos', em Madrid, pedindo 'tão-só' o fim desta tão apreciada iguaria, sobretudo no país vizinho, onde é mesmo um ex-libris da gastronomia espanhola.
O 'pequeno' grupo de manifestantes, gritava 'não é presunto, é porco morto'.
Coisas...!

É notícia pelo cariz rídiculo do seu conteúdo e até permite alguns gracejos...
Um grupo de ecologistas, manifestou-se em frente ao emblemático 'Museu dos Presuntos', em Madrid, pedindo 'tão-só' o fim desta tão apreciada iguaria, sobretudo no país vizinho, onde é mesmo um ex-libris da gastronomia espanhola.
O 'pequeno' grupo de manifestantes, gritava 'não é presunto, é porco morto'.
Os ridiculos manifestantes, a todos deixaram surpreendidos, sobretudo porque à citada 'tortura dos porcos', juntaram o pedido de abolição dos 'ovos, mariscos e peixes'...
Fora com a Graça inculta...
Com a devida vénia transcrevemos a brilhante crónica da graça inculta..
A tourada ministerial
A tourada ministerial
A ministra que Costa se lembrou de escolher para gerir a cultura ainda nem tinha aquecido a sua nova cadeira e já estava a vomitar alarvidades contra os aficionados dos touros, a quem adjectivou de incivilizados
| Pedro Ochoa |
Uma das grandes diferenças que existem entre as pessoas de direita e as que se arvoram de esquerda, principalmente as oriundas daquela burguesia do caviar que adora engalanar-se com t-shirts onde sobressai a fotografia do sanguinário Che, é que as primeiras quando não gostam de alguma coisa ignoram-na e as segundas, quando confrontadas com situação idêntica, procuram logo proibir essa mesma coisa ou, se tal não for possível, estrangulá-la até obterem a cassação da sua actividade.
É precisamente isto que está a acontecer com o espectáculo taurino. A esquerda, em geral, com a excepção de algumas mentes mais esclarecidas do PS e os comunistas, estes em parte porque nos concelhos que “governam” no Alentejo a tradição taurina tem demasiado peso, não vai descansar enquanto não alcançar a proibição total das corridas de touros.
Socorrem-se, para o efeito, da militância daquela espécie de partido que coloca a vida animal num patamar superior ao da vida humana, e também de alguns seres que ideologicamente se posicionam à direita mas desprezam as tradições enraizadas no nosso povo.
A ministra que Costa se lembrou de escolher para gerir a cultura ainda nem tinha aquecido a sua nova cadeira e já estava a vomitar alarvidades contra os aficionados dos touros, a quem adjectivou de incivilizados.
Compreende-se que a senhora em questão não perceba rigorosamente nada de cultura e que desconheça em absoluta que não são os governantes que decidem o que é um espectáculo cultural, mas sim as populações que o acolhem nas suas ancestrais tradições.
Na verdade ela não foi escolhida para o desempenho das funções de que foi investida pelo conhecimento da área que vai tutelar, que aparentemente é zero, mas sim pela vontade do seu chefe em satisfazer as minorias ruidosas, agraciando-as com generosas quotas no aparelho do Estado.
Mas a nós, os que não dispensam uma ida aos touros, bem como à grande maioria dos que não se revêem no mundo taurino mas respeitam os gostos dos outros, não nos interessa absolutamente nada com quem a ministra dorme, mas dela exigimos, sim, respeito pelas nossas convicções, as quais vão ao encontro das tradições e costumes seculares que os portugueses adoptaram como suas.
Da responsável pela cultura deste País quer-se isenção e imparcialidade nos direitos e deveres que são impostos aos agentes culturais, não variando a sua postura sobre as artes ao sabor dos seus gostos pessoais, mesmo que se lembre de se refugiar no grotesco e descabido argumento civilizacional, porque não se lhe assiste, a ela, o direito de catalogar com força de lei o que se e
Tem sido norma nesta partidocracia vigente premiar-se aqueles artistas que têm as salas de espectáculos, onde se pavoneiam, às moscas, por via da ausência de qualidade com que as suas veias artísticas foram dotadas, e, simultaneamente, castigar-se quem atrai público e cria empatia com os espectadores que acorrem em massa às suas representações.
Por isso as corridas de touros provocam dor de cotovelo em grande parte dos pseudo-artistas que sobrevivem à custa de subsídios estatais. Ao contrário destes, os toureiros enchem as praças de touros por esse Portugal inteiro, não necessitando da habitual esmola governamental para não caírem no esquecimento e na miséria.
Além de mais contribuem decisivamente, com o seu esforço e saber, para que milhares de portugueses encontrem nos diversos negócios que germinam à volta das faena o seu modo de vida e, consequentemente, o seu ganha-pão.
É também graças aos toureiros que se tem preservado a espécie animal que faz parte integrante do espectáculo taurino. No dia em que se acabarem com as touradas os touros extinguem-se, porque as ganadarias também desaparecerão, pondo, assim, cobro à criação daquele nobre animal.
Basta desta doentia fobia pela lide do touro.
E basta de nos acusarem a nós, os amantes dos touros e dos cavalos, de sermos primitivos.
Aqueles que aparecem sempre na primeira linha dos atritos contra as touradas, em suposta solidariedade com a vida animal, são também os primeiros a clamar pelo direito a que se ponha termo à vida de uma criança antes mesmo dela nascer, sendo, assim, os principais responsáveis por ter sido negado o direito à nascença a milhões de crianças por esse mundo fora.
Aqueles que mais berram contra as condições que entendem por desumanas para os touros, são os mesmos que se recusaram a aprovar uma lei que criminaliza o abandono de idosos.
queles que sistematicamente se posicionam contra as touradas em nome da civilização, são os que mais se empenham na destruição de uma civilização milenar, herdada dos nossos antepassados, em que a família constitui o primeiro pilar, aprovando medidas nas quais o individualismo se sobrepõe à vida familiar e as crianças tornam-se joguetes nas fantasias sexuais de gente perturbada, impedindo-as do direito divino a terem um pai e uma mãe.
Aqueles que mais lágrimas, de crocodilo, obviamente, vertem perante o destino do touro após a lide, são os que mais vezes vieram para a praça pública justificar a eutanásia, uma forma encapota
Deixem-se, pois, de falsos moralismos!
Senhora ministra, para bem de todos nós arranje uma desculpa qualquer e vá-se embora.
Não o sugiro por não gostar de si, até porque não gosto nem deixo de gostar, pois não a conheço de lado algum, nem sequer faço a mínima questão de a conhecer.
Quero que ceda o seu lugar a quem, verdadeiramente, percebe de cultura, por uma questão de civilização. De se preservar a nossa civilização.
PS: Para que não se tirem conclusões precipitadas e desprovidas de veracidade, esclareço que nada tenho contra os homossexuais. De entre os meus amigos há quem siga uma orientação sexual diferente da minha e nunca será por isso que o meu respeito, consideração e amizade por eles possa vir a diminuir.
Repugnam-me, sim, os lobbys, sejam eles do avental, da ideologia do género ou qualquer outro.
Um dos principais motivos do nosso atraso crónico é o de que, regra geral, as pessoas são escolhidas para as funções de maior responsabilidade não pela sua competência técnica, mas sim pela influência do lobby em que se movem.
E este drama é transversal a todos os sectores da sociedade, tanto no público como no privado!
Pedro Ochôa
sábado, 10 de novembro de 2018
Leon ( México) - Mais um rabo para Ventura...

Ventura neste início da temporada de regresso ao México e apenas a dois dias da sua apresentação na Monumental Plaza México, já amanhã, domingo, na corrida inaugural da Temporada Grande.
Alternou com os matadores de toiros Eulálio López "El Zotoluco" (orelha), Alejandro Amaya (orelha) e Diego Silveti (duas orelhas e rabo) e com os cavaleiros Jorge Hernández Gárate (orelha) e o português Paco Velásquez (aplausos).
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Ontem fui á Golegâ e confirmei isto que escrevi há dias...
Golegã - Tempo novo...
A Feira está no auge mas infelizmente no registo dos últimos anos.
A maioria da maltosa(malta nova) que vai á Golegã, não quer saber de cavalos nem gosta. Vai porque é finório, vai porque vai, vai para dizer que foi.
Empatam o trânsito nas ruas e nos urinóis, chateiam e chateiam-se, penduram-se em tudo o que é casa que dê nem que seja uma azeitona, bebem qualquer merda e vagueiam durante o dia sem ter ido á cama, como verdadeiras almas penadas.
A rapaziada passa o dia a comentar as que comeram, o que beberam e quem estava mais bêbado ou quem vomitou, ou ainda quem foi em coma alcoólico para o hospital de Torres Novas.
De cavalos nem falam, também não sabem…
Alguns compram bonés, outros compram verdascas para andar a dar com elas nos amigos.
Vibram com as flamengadas manhosas que soam dos barsecos, e fumam uns “charros”.
As miúdas dos 14 aos 18 anos, vulgo pitas ( a maioria com meia mama á mostra) limitam-se a emitir sons que parecem palavras, diminutivos que parecem marcas comerciais, bebem shots e falam do “facebook”, de quem adicionou quem, quem fez um like a quem e quem partilhou o quê, com o que isto não tem que ver com o mundo do cavalo, nem interessa a ninguém…
Os dinossauros da feira sentem que há burburinho, mas não identificam donde vem nem o que lhe dá origem, o Alzheimer tocou-lhes consoante, mais ou menos..
A maioria dos críticos tauromáquicos vai porque lhe parece obrigatório…
Alguns toureiros não vão, ou para ser diferente ou porque não têm Pachorra.. como eu começo a compreender estes últimos…
O Sr. Dr. Veiga Maltez tenta impor a ordem e é contestado,
Enfim, ou isto toma outro caminho ou então não sei…
A maltosa vem á Golegã como se fosse para “Paredes de Coura”, p’ró “Sudoeste” ou p’ra “Zambujeira do mar”.
E que tal nos dias da feira umas bandas Rock, nuns terrenos descampados perto da Golegã??’ Pense nisso Sr. Presidente da Cãmara…
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