Fotos de Évora do fotografo Taurino Henrique Carvalho Dias
MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Com a devida vénia, publicamos este escrito da Srª Dª Leonor Barradas, por se tratar de uma peça escrita de eleição que encontramos no "face".
Com talento, saber, paixão, amizade e sentimento, não se pode escrever melhor.
Parabéns Srª Dª Leonor, senti-me pequenino ao lêla...Crónica da corrida de Elvas. Mas não a última!
Quanto tempo o tempo tem?
“Pelo sonho é que vamos/comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos? Haja ou não haja frutos/pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos. Basta a esperança naquilo/ que talvez não teremos.
basta que a alma demos/com a mesma alegria/ ao que desconhece
e ao que é do dia-a-dia. Chegamos? Não chegamos? Partimos. Vamos. Somos.”
Foi pelo sonho que foste, João? Comovido, calado, silencioso. Se chegaste? Sim. Se houve frutos? Muitos. Bastou a fé? Não só. Bastou a esperança? Também. Bastou a alma? Ajudou! Se chegaste ou não? Não há duvidas. Chegaste sim. Vais ficar. És uma grande figura na tauromaquia em Portugal. Talvez o grande triunfador.
Entrelaçando as sábias palavras de Sebastião da Gama em 1953, neste nobre poema sobre sonhos, à nossa realidade atual, buscamos o sentido desta crónica para findar a temporada de corridas, naquela que foi a maior das corridas que João Moura Caetano já correu. Chegar à meta com mérito foi ainda mais difícil que correr toda a maratona ultrapassando os obstáculos. Mais difícil que chegar é manter com a mesma dignidade e força com que se inicia.
Em Elvas assistimos a tudo. À emoção do último ferro da temporada, à vontade desmedida de triunfar até ao final da lide, ao receio de falhar no último dos momentos. Se assim não fosse não escreveríamos sobre os pensamentos de um homem que para além de toureiro é gente com gente dentro.
Um toiro. Uma lide. O fim da temporada. O coliseu de Elvas. Um público que recebe sempre com tanto carinho um cavaleiro “quase” da terra. E a vontade de triunfar. Muita!
Os cavalos Zidane, Temperamento, Xispa e Sete. Com o Zidane inicia a lide, citando de praça a praça e recebendo o toiro com toda a determinação e raça. Depois veio o Temperamento que ofuscou o respirar dos aficionados, permitindo ao João a cravagem de ferros com emoção e risco. O cavalo Temperamento é outra grande estrela desta temporada. Ninguém lhe fica indiferente, transmite à lide uma sensação quase que irreal, torna-se impossível acreditar que depois de cada ferro o cavaleiro consegue rematar daquela forma arriscada e inacreditável. O Temperamento é o cavalo das emoções. Da verdade. Do risco.
E se falamos de emoção, falamos do Xispa, e falar do Xispa é falar da beleza de um cavalo com presença, com carisma, suficientemente discreto mas eficaz, muito bonito e elegante e muito nobre e inteligente. Aquele cavalo ”cisne” que dança em volta do toiro em tom de provação. Nobre, porque o provoca com classe e nobreza. Inteligente porque nunca se deixa intimidar. O cavalo do belo e do perigoso!
E para terminar o Sete. Velho companheiro de andanças por terras de Espanha, um cavalo seguro, importante, companheiro, sereno e pouco dado ao reconhecimento. Faz tanta falta naquela quadra, mas poucos dão por ele!
João Moura Caetano desfilou na arena de Elvas quatro dos seus mais importantes cavalos de uma quadra de luxo. Para o ano há estes e outros mais, para a próxima temporada podemos esperar outras novidades!
Em Elvas encerrou-se um capítulo de uma serie que continua. Em Elvas fechou para intervalo um filme em que o protagonista vai agora descansar destas lides e viver outras que o ajudam a perceber o sentido destas. Em Elvas a cortina fechou-se mas a cena em palco não termina. O público sai de mansinho e guarda o lugar para a próxima. Este público que reconhece hoje que João Moura Caetano é a figura do momento, é o jovem que se afirmou sustentado nas raízes familiares mas que soube dar um cunho pessoal ao seu estilo e à sua vontade.
O João é nos dias que corre o cavaleiro de que se fala, passou por inúmeras praças e inúmeras expectativas, guardou para nós o melhor que tem e o mais nobre que possui: a verdade convicta do seu toureiro. Elogiado por muitos. Admirado por outros e reconhecido por todos.
Ficou em Elvas o suspiro do último ferro da temporada. Agora é tempo de rumar para outras paragens sem esquecer o lugar de onde se partiu. Chega o Outono e com ele todas as emoções do mundo, do mundo do homem mais do que do cavaleiro.
Mas seria possível ser este cavaleiro sem ser este homem. Não!
A banda calou-se, arrumaram-se os instrumentos. O toiro fica no campo. Os cavalos correm pelas planícies. O Temperamento contínua temperamental. O Xispa belo. O Artista louco!
Os gelados e as queijadas transformam-se em chá quente e castanhas assadas. O sol que queima no pico da arena, vira chuva fria em noites de luar.
O João caça enquanto a maresia do Outono e do Inverno lhe enchem de verde o olhar azul. Tudo parece quase igual. Mas não é.
E nas manhãs frias quando o João voltar dos campos vai haver a nostalgia das corridas. Chega a saudade. Preparam-se os treinos. Volta-se à arena das Esquilas. Temos nova temporada. Mais triunfos. Mais toureiro.
Passa um ano!
Voltamos de novo. Seremos mais. O cavaleiro é o mesmo. João Moura Caetano!
Mas por agora, esperamos que o tempo passe. Aguardamos nas sombras dos dias, os dias mais curtos, as madrugadas mais frias e as noites mais longas. As supressa do Outono e as alegrias do Natal.
Por agora e com um sorriso sereno no rosto, proclamamos em uníssono:para o ano há mais.
Se falta tempo? Perguntem ao tempo quanto tempo o tempo tem…e o resto?
Respondam vocês porque a resposta já a sabem! Todos a sabemos!
Por agora até já! E obrigado.
O distinto maestro José Maldonado Cortes vai ser homenageado no Cartaxo pelos seus 50 anos de alternativa

Nada mais justo. Ninguèm fez tanto pela divulgação do toureio a cavalo á Portuguesa, e pela divulgação do nosso cavalo como mestre J. M. Cortes.
Foi o único cavaleiro que toureou nos 5 continentes, e só isso basta para o tornar celebre...
Nada mais justo. Ninguèm fez tanto pela divulgação do toureio a cavalo á Portuguesa, e pela divulgação do nosso cavalo como mestre J. M. Cortes.
Foi o único cavaleiro que toureou nos 5 continentes, e só isso basta para o tornar celebre...
João Maria Branco chega ao Campo Pequeno, ganhando um posto por direito próprio

Não me lembro de um cavaleiro praticante ter uma ascenção tão meteórica e tão consistente. Sempre acreditei nele, e hoje depois de uma época em que toureou com todas as figuras, estou cada vez mais convencido de que não me enganei.
João Maria Branco tem tudo para ser figura...

Não me lembro de um cavaleiro praticante ter uma ascenção tão meteórica e tão consistente. Sempre acreditei nele, e hoje depois de uma época em que toureou com todas as figuras, estou cada vez mais convencido de que não me enganei.
Colóquio no Clube taurino Vilafranquense
Realizou-se no sábado dia 29-9-2012 no Clube Taurino Vilafranquense um colóquio sobre a novilhada realizada pela tarde na praça de toiros Palha Blanco e que contou com a presença do ganadero, toureiros e respetivos professores da escolas de Malaga, Albacete e José Falcão. que resultou em uma bela jornada de apoio aos jovens novilheiros.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Dia 4 no Campo Pequeno - Uma das corridas mais bem montadas da Temporada..
Todos os cavaleiros anunciados merecem ir ao Campo Pequeno, e vão com certeza querer afirmar-se...
As homenagens a Simão Comenda e Nuno Megre, além de justas, são o distinguir dois forcados que efectivamente são e serão sempre, duas grandes referências...
Todos os cavaleiros anunciados merecem ir ao Campo Pequeno, e vão com certeza querer afirmar-se...
As homenagens a Simão Comenda e Nuno Megre, além de justas, são o distinguir dois forcados que efectivamente são e serão sempre, duas grandes referências...
Toiros de Higino Soveral com escassa apresentação, deixaram-se tourear, com excepção do 4º que foi manso.
João Moura
No primeiro toiro esteve bem, no segundo, um manso perdido e com perigo, deu uma lição de honestidade toureira. O toiro não investia e adivinhavam-se sérios problemas para os forcados, foi então que o maestro de Monforte se entregou sabendo que o êxito não era possivel, acabando por cravar 6 ferros, atenuando assim aquilo que podia ter sido um grave problema.
Esteve á altura do seu valor. Ferros emocionantes e a costumada entrega marcaram as suas actuações.
Miguel Moura
Vê-se crescer dia a dia como toureiro. Seguro de si, cravou bons ferros e lidou com preceito e com segurança.
Para a próxima temporada, irá estar ainda melhor... A sua margem de progressão é enorme
Os Grupos de Tomar e Chamusca, cumpriram, com destaque para os Amadores da Chamusca a quem tocou o lote mais complicado.
Se é verdade, é bem feito...
Lá estaremos...
Não sendo um "expert" no toureio apeado, como o não sou de nada diga-se de passagem, manifestei logo no dia seguinte á novilhada de 5ª feira, o meu desacordo quanto á atribuição do prémio, e custou-me ver o jovem a sair da praça com as lágrimas nos olhos.
Ouvi muitos entendidos e todos tinham a minha opinião, tinha-se cometido uma tremenda injustiça.
Agora, segundo noticía o " farpasblogue Nº 1", o Diogo vai ter um prémio e vai tourear o festival de encerramento da temporada. Bem feito, bem feito, bem feito... lol...
Á grande Diogo, " há males que vêm por bem...
Crónica de Évora
Triunfos de R. Fernandes e João Maria Branco
Público - Meia casa
João Salgueiro
Bem nos dois toiros ( melhor no 1º...) mas sem deslumbrar, no entanto cravou bons ferros sendo de destacar um montando o Zamorino.
Rui Fernandes
Bem no primeiro toiro e brilhante no segundo, com ferros carregados de emoção e com final apoteótico bandarilhando a duas mãos.
Rui Fernandes encerrou a temporada em grande...
João Maria Branco
No seu primeiro toiro menos colaborante esteve por cima do opositor, no segundo esteve á altura do melhor que lhe temos visto este ano.
Os últimos 3 ferros com o "Vistoso" são para recordar...
Grande triunfo que o coloca muito á frente na categoria dos cavaleiros praticantes...
Grupos de Santarém e Évora:
O Grp de Santarém pegou todos os toiros à primeira tentativa, por António Imaginário, Luís Sepúlveda e João Torres.
Por Évora pegaram Ricardo Sousa à segunda tentativa, Ricardo Casas Novas à primeira e João Maria Martins à primeira tentativa.
Triunfos de R. Fernandes e João Maria Branco
Público - Meia casa
João Salgueiro
Bem nos dois toiros ( melhor no 1º...) mas sem deslumbrar, no entanto cravou bons ferros sendo de destacar um montando o Zamorino.
Rui Fernandes
Bem no primeiro toiro e brilhante no segundo, com ferros carregados de emoção e com final apoteótico bandarilhando a duas mãos.
Rui Fernandes encerrou a temporada em grande...
João Maria Branco
No seu primeiro toiro menos colaborante esteve por cima do opositor, no segundo esteve á altura do melhor que lhe temos visto este ano.
Os últimos 3 ferros com o "Vistoso" são para recordar...
Grande triunfo que o coloca muito á frente na categoria dos cavaleiros praticantes...
Grupos de Santarém e Évora:
O Grp de Santarém pegou todos os toiros à primeira tentativa, por António Imaginário, Luís Sepúlveda e João Torres.
Por Évora pegaram Ricardo Sousa à segunda tentativa, Ricardo Casas Novas à primeira e João Maria Martins à primeira tentativa.
ARTURO SALDIVAR TRIUNFA EM AGUASCALIENTES ANTES DE SE APRESENTAR EM VILA FRANCA
O matador de toiros Arturo Saldivar alcançou um assinalável triunfo no passado dia 24 de Setembro numa das corridas que integram a importante Feira Taurina de Aguascalientes (México).
Depois de uma primeira lide condicionada pela pouca qualidade do oponente, Saldivar – um dos toureiros mais destacados da atualidade -, logrou uma grande faena e após uma estocada inteira, recebeu duas orelhas como prémio, que lhe permitiram a saída em ombros no final do espetáculo.
Arturo Saldivar atua no próximo dia 7 de Outubro em Vila Franca – naquele que é o seu debute em Portugal Continental – atuou e foi proclamado triunfador das Sanjoaninas 2012 -, numa corrida que está a criar grande expetativa no público, já que se lidam em confronto direto toiros das importantes ganadarias de Murteira Grave e Assunção Coimbra. O cartel da I Corrida pela Diferença é igualmente composto pelos cavaleiros Luis Rouxinol e Pedro Salvador, assim como pelo espada português Manuel Dias Gomes, estando as pegas a cargo dos amadores do Ribatejo e Chamusca.
O matador de toiros Arturo Saldivar alcançou um assinalável triunfo no passado dia 24 de Setembro numa das corridas que integram a importante Feira Taurina de Aguascalientes (México).
Depois de uma primeira lide condicionada pela pouca qualidade do oponente, Saldivar – um dos toureiros mais destacados da atualidade -, logrou uma grande faena e após uma estocada inteira, recebeu duas orelhas como prémio, que lhe permitiram a saída em ombros no final do espetáculo.
Arturo Saldivar atua no próximo dia 7 de Outubro em Vila Franca – naquele que é o seu debute em Portugal Continental – atuou e foi proclamado triunfador das Sanjoaninas 2012 -, numa corrida que está a criar grande expetativa no público, já que se lidam em confronto direto toiros das importantes ganadarias de Murteira Grave e Assunção Coimbra. O cartel da I Corrida pela Diferença é igualmente composto pelos cavaleiros Luis Rouxinol e Pedro Salvador, assim como pelo espada português Manuel Dias Gomes, estando as pegas a cargo dos amadores do Ribatejo e Chamusca.
No dia da novilhada do Campo Pequeno conheci a Srª. DªPatricia Sardinha e o senhor Miguel Ortega Cláudio
Fiquei mais rico...
Combinámos um encontro mais prolongado, e fico á espera...
Seu admirador confesso, não tinha o prazer de os conhecer nem de vista, e a curiosidade era bastante.
Foi assim um dia para recordar, conhecer dois dos meus ídolos da escrita Taurina, gente desassombrada, gente de bem, gente conhecedora e gente com ética.Fiquei mais rico...
Combinámos um encontro mais prolongado, e fico á espera...
Em Elvas assistiu-se a uma boa corrida...
Publico - Mais de meia casa
Os toiros "Maria Guiomar Cortes de Moura", bem apresentados proporcionaram boas lides aos toureiros com excepção do primeiro.
Joaquim Bastinhas
Tocou-lhe o pior toiro da corrida, mas Bastinhas esteve muito por cima do opositor vindo a sacar uma lide entusiasmante dentro do seu estilo, entregando-se e arriscando como se fosse um jovem.
Ficou-me na retina um excelente sesgo, quando montado no "Queimadouro".

António Ribeiro Telles
O cavaleiro da Torrinha nos compridos esteve correcto, nos curtos brilhou, primeiro num cavalo novo com o ferro "Pablo H. de Mendonza ( fixem este cavalo...) e depois com o "Veneno", que pela sua espectacularidade, cada vez mais se revela nos toiros que menos transmitem no momento do ferro.
João Moura Caetano
Uma grande actuação brindada a uma grande quadrilha. Terminou a época em altas provando ser um dos grandes triunfadores da temporada. Recebeu com o "Zidane" citando e recebendo o toiro de praça a praça, para depois com o "Temperamento" bregar com classe e mando, para cravar ferros de arrepiar, o primeiro dos quais com duas batidas no piton que resultaram num ferro de antologia. Depois no Chispa bregou de forma soberba e templada levando o toiro a milimetros do curvilhão do cavalo, e cravou com reuniões ajustadas.
Fechou a temporada com chave de ouro...

Manuel Telles Bastos
Teve talvez a melhor actuação que lhe vi. Correcto nos compridos, brilhante nos curtos quando montado na "Rosa" e emcionante no cavalo com o ferro de "Luís Rouxinol". Com este último cavalo pôs dois ferros extraordinários, o último dos quais a escassos metros do toiro e dando a primazia da investida a este, foi um ferro de época.

Marcos Bastinhas
Esteve ao seu melhor nivel numa época plena de êxitos em que confirmou para quem tivesse dúvidas, o seu real valor, e atenção porque tem ainda uma boa margem de progressão. Dividiu, como tem feito toda a temporada, o tércio de bandarilhas em duas partes distintas. Na primeira sobressaiu a brega vistosa terminada com ferros de valor, na segunda, com a matriz "Bastinhas" empolgou o público com violinos e bandarilhando a duas mãos.
Outra grande actuação...

Joaquim e Marcos Bastinhas a duo
Foi das lides a duo mais conseguidas que vi nos últimos anos. Tudo saiu bem. O Ritmo, a emoção e o espectáculo marcaram presença na "Arena de Elvas" e deram um final apoteótico a uma boa corrida.

o Grp de Elvas teve problemas a resolver mas resolveu-os com decisão.

Desta vez as fotos não foram roubadas, foram oferecidas pelo SENOR Hugo Teixeira
Publico - Mais de meia casa
Os toiros "Maria Guiomar Cortes de Moura", bem apresentados proporcionaram boas lides aos toureiros com excepção do primeiro.
Joaquim Bastinhas
Tocou-lhe o pior toiro da corrida, mas Bastinhas esteve muito por cima do opositor vindo a sacar uma lide entusiasmante dentro do seu estilo, entregando-se e arriscando como se fosse um jovem.
Ficou-me na retina um excelente sesgo, quando montado no "Queimadouro".
António Ribeiro Telles
O cavaleiro da Torrinha nos compridos esteve correcto, nos curtos brilhou, primeiro num cavalo novo com o ferro "Pablo H. de Mendonza ( fixem este cavalo...) e depois com o "Veneno", que pela sua espectacularidade, cada vez mais se revela nos toiros que menos transmitem no momento do ferro.
| Fixem este cavalo.. |
João Moura Caetano
Uma grande actuação brindada a uma grande quadrilha. Terminou a época em altas provando ser um dos grandes triunfadores da temporada. Recebeu com o "Zidane" citando e recebendo o toiro de praça a praça, para depois com o "Temperamento" bregar com classe e mando, para cravar ferros de arrepiar, o primeiro dos quais com duas batidas no piton que resultaram num ferro de antologia. Depois no Chispa bregou de forma soberba e templada levando o toiro a milimetros do curvilhão do cavalo, e cravou com reuniões ajustadas.
Fechou a temporada com chave de ouro...
Manuel Telles Bastos
Teve talvez a melhor actuação que lhe vi. Correcto nos compridos, brilhante nos curtos quando montado na "Rosa" e emcionante no cavalo com o ferro de "Luís Rouxinol". Com este último cavalo pôs dois ferros extraordinários, o último dos quais a escassos metros do toiro e dando a primazia da investida a este, foi um ferro de época.
Marcos Bastinhas
Esteve ao seu melhor nivel numa época plena de êxitos em que confirmou para quem tivesse dúvidas, o seu real valor, e atenção porque tem ainda uma boa margem de progressão. Dividiu, como tem feito toda a temporada, o tércio de bandarilhas em duas partes distintas. Na primeira sobressaiu a brega vistosa terminada com ferros de valor, na segunda, com a matriz "Bastinhas" empolgou o público com violinos e bandarilhando a duas mãos.
Outra grande actuação...
Joaquim e Marcos Bastinhas a duo
Foi das lides a duo mais conseguidas que vi nos últimos anos. Tudo saiu bem. O Ritmo, a emoção e o espectáculo marcaram presença na "Arena de Elvas" e deram um final apoteótico a uma boa corrida.
o Grp de Elvas teve problemas a resolver mas resolveu-os com decisão.
Desta vez as fotos não foram roubadas, foram oferecidas pelo SENOR Hugo Teixeira
Feira de Outubro de Vila Franca
A feira de Outubro em Vila Franca, está montada com gosto e dentro do que é possivel em ano de crise. Quanto a toiros temos a garantia da seriedade das ganadarias anunciadas e do passado da empresa TAUROLEVE, que fez renascer esta mitica praça com carteis para aficionados. No dia 7 podemos ver a cavalo o confronto da técnica com a emoção (Rouxinol e P. Salvador), e a pé duas esperanças fortes ( Arturo Saldivar e Manuel Dias Gomes ) .
A feira de Outubro em Vila Franca, está montada com gosto e dentro do que é possivel em ano de crise. Quanto a toiros temos a garantia da seriedade das ganadarias anunciadas e do passado da empresa TAUROLEVE, que fez renascer esta mitica praça com carteis para aficionados. No dia 7 podemos ver a cavalo o confronto da técnica com a emoção (Rouxinol e P. Salvador), e a pé duas esperanças fortes ( Arturo Saldivar e Manuel Dias Gomes ) .
No dia 9 estarão frente a frente ( mano a mano ) dois conceitos puros do toureio a cavalo á Portuguesa com toiros não "Nhoc Nhoc", representados pelos dois mais puros interpretes, e ainnda o valoroso Grupo de Forcados da terra em solitário.
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