MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Também eu não fui este ano á Golegã - M. Lamas de Mendonça...

Recebi esta carta do meu compadre e muito especial amigo Manuel Lamas de Mendonça, a propósito da minha crónica sobre a decisão de não ir este ano á Golegã, que pela pertinência e excelência da escrita, não resisti a tornar pública...

M. Lamas de Mendonça e eu numa corrida recentemente em Santarém

Está bem meu Caro João Cortesão em cinquenta anos muda muita coisa. Algumas para melhor, outras para pior, como constatamos sempre.



Também não fui á Golegã este ano de 2014. Desde logo porque o tempo esteve execrável (agradeço que não tirem ilações sobre o aquecimento global provocado pelas inefáveis emissões de CO2), e depois por muitas das razões que tão bem apontas.

Mas ficou-me um espinho alfinetado no entendimento. Pelas margens do rio do tempo correu água proporcional e adequada a todas as mudanças, então que direito nos assiste para contestar um presente que, a muitos títulos, nos passou a agradar menos ?

Pura nostalgia, saudosismo dito marialva ?

Sinceramente acho que não. E com inteira humildade julgo perceber que a tal globalização e a homogeneização das multidões libertadas pela rama e á superfície, tem coisas, muitas coisas mesmo, que podem irritar pelo absurdo.

Logo á partida o abençoado movimento nivelador das sociedades, não obstante tudo o que teve de muito bom, acabou por funcionar com uma rasoira estreitinha que tende a nivelar por baixo, pela rama, e só há superfície. No nosso tempo também havia uniformes da moda, lavradores das avenidas do marcelismo, ignorantes a pretenderem passar por sábios e indiferentes a fazer de aficionados, porque o presumir é intemporal.

Constituímos uma unidade diversa.

A água pé já era martelada e provocava situações burlescas. Os cocós tradicionais eram , por vezes, dum pedantismo áspero e involuntariamente caricato. O paternalismo reinante não substituía a justiça.

Mas o que julgo que tenha mudado acima de tudo foi a escala. Há cinquenta anos eramos centenas e algumas dezenas mantinham relações ou conheciam-se. Os mais velhos em vez de tolerados ou apenas adjacentes, eram figuras que ajudavam a fazer, e a desfazer opiniões, logo fontes de alguma experiência e algum conhecimento. Tinham o seu lugar por direito próprio num “mundillo” sectorial e microregional , onde se moviam apenas aqueles cuja vida profissional, ou cujas alegrias na vida giravam em torno do cavalo

E os mais novos, hirtos e empertigadotes, ou farsolas, ou malandros, tinham o lugar deles, que iam ganhando na idade de todas as iniciações, em que se existe como rascunho ou anteprojeto. Muitos dos rascunhos de há meio século eram tão patetas e levezinhos como o seriam outros antes. Mas tinham, em teoria pelo menos, o democrático (que termo abandalhado!!!) direito a um futuro, e mesmo a um lugar a descobrir numa esperança

Agora é como ir a um concerto de uma banda temática, vamos dezenas de milhares a jorrar incessantemente num espaço que não foi pensado, nem pôde evoluir para um mega anfiteatro em declive onde sucessivas filas de recém-chegados binoculizariam uns cavalinhos muito caninhos, lá no fundo dum horizonte apertado.

Não nos conhecemos. Nem nos reconhecemos de vista. Não temos espaço nem oportunidade para escolher os convivas nem as conversas. Flutuamos enquanto o corso do carnaval permitir ver a banda passar.

Constituímos numa diversidade unívoca.

Não tenho o direito , nem a intenção de censurar ninguém. Mas não gosto do tempo que aconteceu. Não gosto de multidões teleguiadas e formatadas pelo marketing. Não gosto de guetos de idosos ou de juventudes rasca que seguem paralelos sem nunca se encontrarem. Não gosto do comércio de tudo.

E desgosta-me a cegueira avacalhada e mole de tantos resignados que se movem , felizmente sem gravidade, ao sabor de quem programa com cientismo eficaz as cotas de diversão per capita previstas para as plebes cómodas.

Flutua sobre as cabeças uma nuvem escura de queixumes regougados a meia voz, e de futuros empacotados um dia de cada vez. A cultura é um deserto de lugares comuns repetitivos. Não é possível acreditar, nem respeitar ninguém. Fomos perdendo o respeito por tudo, até por nós próprios.

Sou obrigado a reconhecer que há meio século aprendia mais com um maioral do que hoje com doutores. da ma mula ruça a enfiarem-nos a carapuça,

Acreditam? Claro que não acreditam , tudo o que não parece politicamente correto pode ser equiparado a populismo, a demagogia. Como antes o era a marialvismo.

Queridos amigos, isto do cavalo, como o encarava a geração de há meio século era um artesanato. E os artesanatos requeriam privacidade, intimidade, mestres e discípulos E não tinham, nem poderiam ter como objetivo exclusivo, a produção em massa e as margens de lucro, num mundo que encolheu até á dimensão pobrezinha e patética de mercado global.

Não sei explicar melhor João, desculpa lá mas saturado de economês pífio e das aldrabices escancaradas, cada vez me pesa mais isto e mais aquilos

Manuel Lamas de Mendonça



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Brilhante - Assembleia Mun. Vianense...


Carta lida na Assembleia Municipal hoje (13 Novembro) que desmascarou José Maria Costa


Posted on November 13, 2014

O Movimento Vianenses pela Liberdade interveio, hoje, durante a Assembleia Municipal, na defesa do património da cidade de Viana, desmascarando e enfrentando as pretensões inadmissíveis de José Maria Costa de atentar contra o património e história da nossa cidade. Juntem-se ao movimento de protesto contra a demolição da nossa Praça de Touros, herança de muitas gerações de Vianenses. O património recupera-se não de deita abaixo.



___________________



Viana, 13 de Novembro de 2014.

Exmo Sr Presidente,

Exmos senhores Vereadores,

Exmos Senhores membros da Assembleia Municipal,

Vianenses,



O Presidente deste município, o Sr. José Maria Costa, prepara-se para de uma forma dissimulada tentar demolir um dos edifícios históricos da nossa cidade: a Praça de Touros da Argaçosa, o Barracão dos Touros como é carinhosamente chamado pelos Vianenses desde há muito tempo.


PRAÇA DE TOIROS DE VIANA


Pretende demolir o esforço de gerações de Vianenses, que sonharam desde o século XIX dotar a nossa terra aficionada de uma praça de touros que tivesse a maior dignidade e ombreasse com qualquer outra praça de Portugal. Conseguiram-no. Foi em 1949 que o sonho ganhou forma de pedra e de uma vez por todas, depois de pelo menos 7 praças de madeira, Viana teve a praça que estava à altura dos seus pergaminhos taurinos que se perdem nos séculos.

História taurina da qual temos registos pelo menos desde 1609, por ocasião da transladação dos restos mortais de Frei Bartolomeu dos Mártires para a capela-mor da Igreja de São Domingos, dia em que se correram touros no Campo do Forno, a atual Praça da República.

Tudo muito antes de se começarem a celebrar as Festas em honra da Senhora da Agonia, que se iniciam pelo último quartel do sec XVIII, ou seja, quase duzentos anos depois do primeiro registo escrito de uma tourada em Viana do Castelo.

Mas atreveu-se o senhor José Maria Costa, tal como o senhor Defensor Moura, dizer que não existe tradição taurina em Viana? Que nos dias de hoje só se realiza uma corrida por ano. Mas quantas vezes se celebram as Festas da Agonia por ano? Dez? Vinte? Somente uma vez por ano, tal como as touradas. Quer isso dizer que as festas da Agonia não são uma tradição de Viana?

Haverá vergonha para dizer tal mentira, para fazer tal afronta à história da nossa cidade? Conhece o senhor presidente a história de Viana? A resposta é não, ou então, mente com outros propósitos.

Em 2009 a Câmara Municipal comprou a Praça de Toiros de Viana por 5 mil euros deixando-a ao abandono, numa manifestação de desrespeito pelo património e história desta cidade. Começou aí o plano que hoje nos trás aqui. Comprou-se a praça para tentar impor uma ideologia pessoal do Sr Defensor Moura, que O Sr José Maria Costa continua a alimentar.

Como pode o Sr. justificar este abandono perante os Viananeses?

A sua postura tem envergonhado Viana e os Vianenses com as suas manobras intimidatórias, indignas de um país democrático. Tenta impor a todo o custo as suas ideias pessoais sobre o património cultural Português que são as corridas de touros, atacando a liberdade, as leis do nosso país, tentando violar os direitos dos Vianenses.

O Sr José Maria Costa transformou as Festa da Agonia numa batalha mediática ridícula sobre touradas, retirando o sossego das gentes de Viana. Humilhou-se a si mesmo, humilhou Viana do Castelo e as suas gentes, humilhou a Festas da Agonia, com a balburdia que todos os anos cria em Viana, para de uma forma autoritária abusar da sua posição, tentando proibir aquilo para que não tem poderes, mas acima de tudo atacando a cidadania.

Atacando a nossa liberdade de enquanto Vianenses, cidadãos de um país livre e democrático, de fazermos as nossas escolhas, tentando retirar o direito de acesso à cultura que a Constituição Portuguesa define como direito fundamental. Democracia essa que o senhor parece querer esquecer.

Perante o autoritarismo, tiveram de ser os tribunais a colocá-lo no seu devido lugar, subjugá-lo à lei e ao direito. Porque em Viana existe um clima de medo e de intimidação de se pensar alto, de se dizer a verdade e o que se pensa, por isso tudo se permite a quem governa o município.

A influência da Câmara Municipal cala muitas bocas. Vergonhosamente. Mas não as nossas. Somos cidadãos de pleno direito e não nos calaremos, fiscalizamos e fiscalizaremos os seus passos e terá de prestar contas do que faz. Isso é a democracia. Isso é a vivência da liberdade.

Como sabe, mas não quer ouvir, a Eurosondagem fez, em 2013, um estudo de opinião no concelho de Viana sobre o tema das touradas, e os resultados não podiam ser mais claros:

52,2% dos vianenses querem touradas em Viana e que estas façam parte do programa oficial das Festas da Senhora da Agonia. Mais de 20% à frente do não.
59% dos Vianenses acha que a existência de touradas em Viana é importante para o turismo e economia do concelho.
57,5% dos vianenses querem a praça de toiros de Viana do Castelo tenha touradas e outros espectáculos, sendo um espaço multiusos.

Ouviu bem estes números?

O senhor é um empregado dos cidadãos de Viana, pago com o nosso dinheiro para zelar pelos interesses do nosso concelho, para nos respeitar, para respeitar a diferença e as divergências e não para exercer um cargo público para impor uma visão pessoal aos Vianenses. Somos o povo, as pessoas a quem tem de prestar contas, não somos seus súbditos. Nunca se esqueça disso. Nunca. Quando se esquecer, nós estaremos cá para lho lembrar.

Depois de o Sr. José Maria Costa sair pelo terceiro ano consecutivo completamente derrotado pela força da cidadania vianense, as touradas estão de pedra e cal em Viana, como desde há séculos, mas chegou agora o momento da vingança. José Maria Costa planeia agora vingar-se executando um plano para tentar demolir a praça de touros da nossa cidade.

O Sr. já demonstrou ser uma pessoa sem escrúpulos, e volta a fazê-lo. Vejamos todos os passos: Tudo começou pela compra da Praça em 2009, por um preço muito estranho de 5 mil euros pelo Sr. Defensor Moura, para inviabilizar a realização de corridas. Ambos deixaram a praça ao mais completo abandono durante estes anos. O Sr fez todos os ataques e medidas intimidatórias para impedir a realização de corridas de touros em Viana, sendo derrotado em toda a linha. Agora chegou a hora de se vingar e de tentar demolir a praça de touros, como represália sobre os cidadãos de Viana, julgando que com isso elimina as touradas da nossa cidade. Mas está muito enganado.

Repare-se: não existe plano algum para a praça, nunca se teve qualquer cuidado de a conservar e preservar. Agora, vai pagar a uma entidade, para esta se pronunciar sobre o estado da estrutura da praça. O que lhe irá dizer a entidade à qual vai pagar, por ajuste direto?

Vai dizer obviamente aquilo que o senhor lhes encomendar. Ou seja, digam-me que a praça tem de ser demolida, para que eu possa apresentar-me de forma casta, como se não tivesse feito tudo para que assim fosse, e tenha de demolir apesar de não querer.

Não aceitamos esse engodo aos Vianenses. Esse estudo tem de ser feito por uma entidade independente, que dê garantias de total independência, como o LNEC, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Depois as medidas a tomar perante o património de uma cidade e de uma comunidade não é demolir, mas si recuperar. Um país civilizado recupera e preserva a sua memória e património, não o deita abaixo.

Dirá que isso custa dinheiro ao município. Então tem uma solução muito simples: como sabe foi aqui divulgada uma proposta de compra para que privados façam a recuperação deste património da cidade e o devolvam aos Vianenses como espaço multiusos, com total risco para os privados, evitando o gasto de dinheiros públicos.

Isto num município como o nosso, que vive uma situação trágica com uma divida milionária de muitos milhões de euros, num município que vive uma situação social e económica calamitosa, essas sim deviam ser as suas preocupações e não se há ou não uma corrida de touros.

Nenhuma razão pode fundamentar a demolição de um edifício histórico da nossa cidade. Este pode e deve ser recuperado, pois é essa a forma um país e um município civilizado tratar o património, herança de gerações, que deve legar às gerações futuras.

Saiba esta Assembleia que existem alternativas. Saiba que tudo faremos para que José Maria Costa seja impedido de levar o seu plano de demolição da cultura e história de Viana avante. O povo é quem mais ordena e vamos impedir que a barbárie se sobreponha ao respeito pela cultura, pela história e pela liberdade.

Viva Viana e Viva a Liberdade!

Tenho dito.

Isabel Semedo,

Movimento Cívico “Vianenses pela Liberdade”

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Estou de cama com uma tendinite - Coisas de velhos...

Uma tendinite é lichado...

Tendinite Manguito Rotador

A tendinite é a inflamação do tendão, uma estrutura fibrosa, como uma corda, que une o músculo ao osso. A inflamação se caracteriza pela presença de dor e inchaço do tendão e pode acontecer em qualquer parte do corpo, mas é mais comum no ombro, cotovelo, punho, joelho e tornozelo.


CAUSAS DAS TENDINITES :

•Postura inadequada: ombros anteriorizados diminuem o espaço destinado ao deslizamento dos tendões que movimentam o ombro, causando atrito e lesão dos mesmos

•Movimentos repetitivos, principalmente no uso de computadores, “tablets” ou celulares: acarretam a fadiga dos tendões
•Idade do paciente: com o passar dos anos a circulação sanguínea para o tendão fica deficiente

Alguma destas merdas foi a causadora destas dores insuportáveis que me impedem de fazer seja o que fôr.
Felizmente estou a melhorar de pois de levar injecções e dos tratamentos diários de fisioterapia. Cá para mim foi praga do S. Martinho por ter decidido não ir este ano á Golegã...

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Atenção Vianenses...


José Maria Costa está a urdir um plano para se vingar dos aficionados e tentar demolir a praça de Touros de Viana, atentando contra o património e história da nossa cidade.



PRAÇA DE TOUROS DE VIANA DO CASTELO

Depois de pelo terceiro ano consecutivo José Maria Costa sair completamente derrotado pela força da cidadania vianense e, as touradas estarem pedra e cal em Viana, José Maria Costa planeia agora vingar-se estando a urdir um plano para tentar demolir a praça de touros da nossa cidade.

José Maria Costa já demonstrou ser uma pessoa sem escrúpulos, humilhando-se perante os tribunais, desprestigiando a figura de Presidente da Câmara, e envergonhando os Vianenses com as suas manobras intimidatórias, indignas de um país democrático.

Em 2009 a Câmara Municipal comprou a Praça de Toiros de Viana por 5 mil euros deixando-a ao abandono, numa manifestação de desrespeito pelo património e história desta cidade. Como se tal não bastasse, pretende agora inventar uma desculpa falsa para tentar demolir a praça de toiros, com o objetivo único de apagar a centenária história taurina de Viana, numa praça que resultou do esforço de várias gerações de Vianenses, que concretizaram o sonho de ter uma praça de alvenaria na nossa cidade, que tem uma das mais longas histórias taurinas de Portugal remontando pelo menos a 1609.

José Maria Costa vai pagar, por ajuste direto, a uma organização para esta lhe dizer o que ele pretende sobre o estado da nossa praça de touros para que a possa demolir. Qualquer problema que a praça de touros possa ter pode ser facilmente resolvido com obras de recuperação, algo que Defensor Moura ou José Maria Costa nunca fizeram, pois deixaram a praça no mais completo abandono.

A Câmara Municipal de Viana, devido à gestão ruinosa do município, encontra-se numa situação trágica com uma dívida astronómica de muitos milhões de euros. Por isso queremos que a praça seja devolvida à cidade de Viana pelo que, como já comunicamos na Assembleia Municipal, temos uma proposta de um consórcio Luso-Francês que pretende investir 100 mil euros na compra da nossa praça, para a recuperar e transformar num espaço multiusos, criando emprego, riqueza e dinamismo na nossa cidade, sem qualquer custo para o município.

Estamos vigilantes e vamos recorrer a todos os meios legais para que José Maria Costa seja impedido de levar o seu plano de demolição da cultura e história de Viana avante. O povo é quem mais ordena e vamos impedir que a barbárie se sobreponha ao respeito pela cultura e pela história.

Movimento Cívico Vianenses pela Liberdade

Toros - Camarga...



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Toros - Solidariedade num encierro...



David Gomes reforça quadra...

Depois de uma temporada de êxitos...




Por ocasião da feira do cavalo na Golegã, o cavaleiro praticante David Gomes, adquiriu na passada semana duas novas montadas, uma égua de 5 anos e um cavalo de 4, ambos filhos do histórico "Importante". O cavaleiro, reforça assim a sua quadra, já a pensar na nova temporada.


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Prémios - Aeminium - Justificações...

A entrega dos prémios da Tertúlia AEMINIUM, realiza-se no dia 28 de Novembro, no Hotel Astória em Coimbra pelas 20h e 30 minutos.

Seguem-se as razões que levaram á atribuição dos prémios.


Prémio prestigio - Cidadão do mundo taurino

Distinguimos com o nosso mais alto reconhecimento, o Maestro Rui Bento Vasquez, pela dignidade e seriedade com que pautou a sua vida de Matador de toiros e Taurino, por todo o mundo onde se lidam toiros.

Prémio - Prestigio Cavaleiro

Distinguimos o Maestro Vasco Taborda, pela forma como dignificou a arte Portuguesa de tourear a cavalo, no nosso País e em Espanha, França e América Latina...

Prémio - Prestigio Forcado

Distinguimos o Senhor Fernando Hilário pela forma como pautou a sua vida como forcado e cabo fundador de um grupo que levou á América Latina, divulgando e honrrando a arte de pegar toiros, organizando ainda corridas de gala á antiga Portuguesa em mèxico e Venezuela..

Prémio - Prestigio Empresa

A empresa "Montemor é Praça Cheia" distingue-se desde que nasceu, pela invulgar aficcion e enorme respeito para com os aficionados, sendo por isso uma referência no mundo empresarial taurino, que não podiamos deixar de fazer este reconhecimento público.

Prémio - Carreira, amizade e aficcion

Paco Duarte, foi matador, bandarilheiro e eximio "puntillero", actividades que exerceu por todo o mundo taurino e até na China (Xangai), e ao longo da sua carreira semeou respeito com cordialidade, dando sentido á palavra amizade.

Prémio - Prestigio Imprensa

Distinguimos a Senhora Dª Solange Pinto, pela forma como elevou o seu site aos lugares primeiros em termos de informação, e também pela frntalidade que pôe nos seus escritos.
Prémio Melhor toiro 2014

 
Prémio - Melhor toiro 2014

O toiro da ganadaria de José Palha lidado em Alcochete, foi considerado pela Tertúlia AEMINIUM, como o mais bravo e mais nobre, lidado em Portugal na época de 2014. 

Prémio - Triunfador da Temporada

Joaquim Tenório Bastinhas, destacou-se nesta temporada de 2014, pelos triunfos nas principais praças do País num estilo próprio de que nunca abdicou, pelo nº de corridas que toureou superior a todos os outros sem nunca escolher toiros nem alternantes, filosofia que segue desde que tomou a alternativa á 31 anos...

Triunfador da época em Espanha

Diego Ventura foi em 2014, como há várias épocas em Espanha, o grande triunfador, com mais corridas, mais orelhas cortadas e mais rabos, numa demonstração plena de toda a força do seu toureio.

Triunfador - Cavaleiro Praticante

Mara Pimenta toureou com todas as figuras sem se deixar intimidar, contando por exitos todos os seus desempenhos em 2014.

Triunfador - Cavaleiro Amador

António Nuncio, continuou a sua evolução de forma segura, destacando-se por lhe ter sido atribuído pelo segundo ano coonsecutivo o prestigiado prémio em Montemor o Novo, o que só por si, é de bom augúrio e nos levou a elegê-lo como triunfador dos cavaleiros amadores.

Prémio - Triunfador da temporada -  .Novilheiro

João Augusto Moura reapareceu em 2014, com ganas e deixando o perfume de uma arte singular.
A tertúlia "AEMINIUM" acredita na sua entrega e no seu futuro.. 

Prémio - Triunfador - Bandarilheiro

Joaquim Oliveira destacou-se em 2014, pela forma séria e fácil como bandarilhou todos os toiros, bem como na efficácia na hora de os colocar...

Prémio - Trunfador - Peão de brega

António Ribeiro Telles Bastos, mostrou ao longo da temporada 2014, elegância no manusear do capote, sentido de oportunidade aos quites e uma rara noção de lide, que fizeram dele triunfador nesta classe durante a época atrás referida.

Prémio - Forcado 2014
O Jovem António Faria mostrou em 2014, qualidades raras de forcado, que foram da arte na cara dos toiros, á coragem e á habilidade, tudo isto depois de ter estado parado com uma colhida grave, destacando-se como forcado 2014.

Prémio triunfador 2014- Grupo de Forcados

O Grupo de Forcados Amadores de Lisboa completou este ano de 2014 setenta anos de existência, e fê-lo com Honra pompa e circunstancia. Pegou corridas duras e afirmou-se seguro, depois de um certa renovação, tendo sempre em mente o exemplo do cabo fundador Nuno Salvação Barreto.

Prémio - Fotografo 2014

Pedro Batalha, foi este ano, o fotografo que mais deu nas vistas, sempre enropado de uma modéstia ensurdecedora. Os seus trabalhos e a colaboração que presta a publicações da especialidade, não podem deixar de ser reconhecidos.

Prémio Beirão Ilustre

Este Prémio existe desde a fundação da nossa Tertúlia.
Este ano de 2014, decidimos que fosse atribuído ao eng. João Cortesão, pelo que foi como forcado, apoderado, cavaleiro amador e organizador de corridas, e pelo que representa hoje como cronista, escritor, poeta, fadista e referência do saber do cavalo, da equitação e do toureio a cavalo no mundo taurino. 

Comunicado da casa Bastinhas..

Comunicado

O cavaleiro Joaquim Bastinhas vem por este meio informar: “ na continuação da relação iniciada na época agora finda, e devido ao falecimento do meu amigo e apoderado António Morgado, informo que o senhor Fernando Silva Marques, pela sua dedicação e disponibilidade, irá manter a sua colaboração junto da Casa Bastinhas, representando-me, assim como ao meu filho, na próxima temporada de 2015, em todos os assuntos de âmbito tauromáquico.

Elvas 5 de Novembro de 2014

Joaquim Bastinhas




Informação

Face ao convite feito pelos cavaleiros Joaquim e Marcos Tenório Bastinhas, no sentido de manter a minha colaboração para o próximo ano de 2015, representando-os junto das empresas e empresários taurinos – o qual aceitei e irei dar continuidade, fazendo-o com o maior gosto e todo o empenho. Agradeço o convite e confiança dos toureiros em mim depositados, e ao mesmo tempo, ciente deste novo desafio e responsabilidade que o mesmo acarreta, conto também com a vossa colaboração e franco diálogo, no sentido de poder defender os interesses de todos, quando envolvido em futuros contactos ou acordos.

Marinha Grande 5 de Novembro de 2015

Fernando Silva Marques

Como Florito (Maioral de Las Ventas) doma os cabrestos...




quarta-feira, 5 de novembro de 2014

2014 - recordar - Luis Rouxinol Jr...


Este não vai enganar...





 














Quem o acompanha desde o principio como eu, não estranha a sua positiva evolução.
A sua aprendizagem tem sido sólida o que o levou a uma ascensão natural.
Esta temporada, entalado em carteis de uma certa importância, correspondeu inteiramente.

Temos toureiro..

Golegã - 3 cavalos á conversa...


A fábula dos três cavalos...


Certo dia 3 cavalos encontraram-se numa cocheira na Golegã, daquelas em que há equinos de vários proprietários - e começaram a conversar. Um deles pertencia a um coudeleiro com tradição e será denominado por "CT", o outro pertencia a um novo coudeleiro e será denominado por "CN", e o terceiro era um cruzado com ferro indeterminado e será designado por "CI".

CT - Isto já não é o que era. Contava-me o meu pai, que antigamente, enquanto durasse a estada na feira, éramos impecávelmente limpos e tratados, os arreios que nos punham estavam impecávelmente limpos e ensebados, e os metais dos mesmos brilhavam de tanto areados.

"CN" - Eu já não me lembro desse zelo nem nunca ouvi falar o meu pai nisso, mas o que é verdade, é que do pouco que conheço isto tem vindo a piorar de ano para ano.

"CI" - Eu já ficava contente se me esfregassem o dorso com palha quando me tirassem o arreio de cima.

"CT" - E o que dizem vocês á loucura de andarmos montados até as 10 da noite fazendo de transportadores de alcool ?

"CN" - 10 da noite ????!!!! A mim toca-me até á meia noite e ainda por cima sem comer e beber...

"CI" - E eu, desgraçado de mim ??? Ando toda a noite a trocar de cavaleiro ou pior, quando me põem em cima umas histéricas aos gritinhos, e não há quem passe por mim que não me apalpe o cú ou me dê palmadas no pescoço. Depois admiram-se de pregar com uns tipos no chão; e não o faço mais vezes porque depois arreiam-me selváticamente...

"CT" - Ou isto muda, ou então temos que tomar uma posição, porque se não agirmos estamos fodidos.

"CT" - Conta comigo!!!

"CI" - Apoiado!!!!

  


Toiros - Uma cadela aficionada...



Toiros - Enorme susto...




terça-feira, 4 de novembro de 2014

J. Moura Caetano - Recordar - 2014..


O esquecimento a que foi votado este cavaleiro, não tem explicação...












 
João Moura Caetano apresentou-se na temporada passada bem montado, com os cavalos confirmados em forma, e ainda reforçando a quadra com novas montadas.
Contou como êxitos quase todas as suas actuações em Portugal e Espanha, exibindo um toureio inconfundivel de emoção, arte e temple, personalizado porque sem imitações.
O arranjo dos seus cavalos é notável, reconhecido por toda a gente.
Tem o seu público.

Perante tudo isto que acabo de expor, não encontro explicação para uma época tão atipíca em que as empresas não deram importância áquilo que os aficionados querem.

Os aficionados querem competição, e esta época viram-se privados dela...


Toiros - Quem arrisca pode-se aleijar...



Toiros - Cão salva um homem que está a ser corneado...




2014 - recordar - Manuel R. Telles Bastos...


Um seguidor sério do classicismo...

M T Bastos

Este cavaleiro apresentou o seu toureio clássico com mais segurança.
Não é fácil coalhar neste tipo de toureio, exige equitação da boa, valor e muita experiência. O Manel tem-se vindo a impor, e mostrou esta época que está quase na fase ideal de maturação.

Na temporada de 2014, este cavaleiro demonstrou que agrada sobremaneira aos puristas e tem com merecimento o seu lugar na "FESTA... 


 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Prémios - Tertúlia Festa Brava...

Entrega de trofeus tertúlia festa brava



Foram entregues os trofeus Tertúlia Festa Brava em Aveiras de Cima, mais de cem pessoas, com animação musical pela Esquadra “B” e danças de salão pelo clube da Azambuja.

Estrondosa ovação ao maestro Mário Coelho e Rui salvador.

Noite de grande alegria , onde todos os premiados estiveram presentes ou fizeram-se representar




Toiros - Colhida brutal...



2014 - Recordar - Joaquim Bastinhas...


Um ano importante na história de Joaquim Bastinhas...


Esta temporada que agora está a terminar, foi de triunfo absoluto de Joaquim Bastinhas.
Depois de 31 anos de alternativa em plano de figura, dava a ideia que pouco mais podia acrescentar a tudo o que fez, mas esta ideia não passou de uma ilusão. Toureou por toda a parte toiros sem escolher ganadarias e alternantes, triunfou nas principais praças do País, acabando por ser destacadamente quem mais toureou, apresentou cavalos novos, reviveu as sortes que o notabilizaram quando tinha o Piropo e o Palmela, e isto tudo quando quase sempre abriu praça, com o que esta situação tem de negativa por encontrar o público no principio da corrida, ainda não integrado no espectáculo nem embalado pelo ambiente ( não é por acaso que ninguém gosta de abrir praça...), e na maioria das vezes, foi ele com a sua estectacularidade que criou logo no 1º toiro ambiente á corrida.

O maestro Bastinhas foi indiscutivelmente o grande triunfador de 2014, mas mais que isso, passará ser com toda a legitimidade, a grande referência para os mais novos, na forma de estar e ser toureiro...

Um toiro santo, perdoa...