MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Na Golegã também há cabritos...

CALDEIRADA DA GOLEGÃ




Como homenagem a tantos cabritanços na feira, esta caldeirada de hoje é de cabrito... lol, lol, lol...



MOMENTOS e FACTOS PÍCAROS

A Golegã é pródiga em momentos pícaros. Ele é a bebida, ele é o conBIBIO, ele é o faz de conta, ele é a juBENTUDE a bombar, ele é a estrangeirada, ele é o encontro de velhos amigos, ele é o serviço deficiente nos restaurantes e bares, a que se junta agora a moda das festas disto e daquilo. Só falta a festa da "T ' shirt" molhada que daria um enorme jeito ás farmácias.
 
Vamos então aos momentos e factos mais pícaros:


1º - O meu caro amigo João Boneville Franco, disse-me um dia olhos nos olhos, que eu por vezes ultrapassava os limites no que diz respeito á linguagem, e eu corei... Os leitores acham o mesmo??? É que se acham, vou modificar-me...lol

2º - As conversas com a malta nova minha amiga, que encontrei ás 11h da manhã sem estes terem ido á cama, mereciam ser gravadas. Um adormeceu sentado numa cadeira do bar Convivio enquanto falava comigo, o que me deixou frustrado, ainda que eu não tivesse entendido nada do que me disse até ao momento em que aterrou, por falar uma lingua estranha... lol

3º - A incidência de forcados por m2 era uma coisa doida, devidamente agrupados segundo a cor e padrão das jaquetas... lol

4º - O abafado tomou conta da feira. Ainda bem, os vinicultores Portugueses agradecem, e os Laboratórios que fabricam o "Alka - seltzer" e o "Goronsan" também... lol

5º - O Pedro Botelho Neves que todos os anos me dá dicas para as minhas crónicas Goleganenses este ano não estava inspirado... lol

6º - O numero de cavaleiros e cavaleiras com luvas pretas diminuiu significativamente. E logo este ano que o País esá de luto... lol


7º - Estes acesórios de limpeza dos cavalos ( foto á direita), pouco se venderam nos stands dos correeiros. As vendas foram mais de botas, freios, serretas, casacos e coletes almofadados ou encerados, gamarras e "chambons" ( foto á esquerda).
Foi por isso que se viram cavalos tão mal apresentados, até mesmo badalhocos, na manga...lol
8º - Está em marcha um movimento de contestação dos cavalos contra a moda de montar á noite até altas horas, contra ao perigo de transportarem produtos inflamáveis ( Alcool) e de estarem expostos em espaços limitados aos maleficios do fumo.... lol
9º - A Protectora dos Animais, vai propor á Ass. da República uma lei para as autoridades poderem sujeitarem os cavaleiros da Golegã ao teste do balão...lol
10º - O governo está a ponderar um imposto suplementar para as bebidas alcoólicas por altura do S. Martinho... lol
11º - Os cavalos sem pai nem mãe conhecidos, exigem os mesmos direitos que os outros que constam nos registos de boa linhagem. Dizem que são pobresinhos mas não são filhos da puta... lol
 
Para Terminar:
12º - Sugerimos ás meninas e aos meninos que beberam até vomitar, que bebam água, porque este liquído não dá tonturas... lol, lol, lol, lol...
16º - Dada a quantidde cabritanços na Feira do cavalo, "sortesdegaiola" propõe que esta feira comece a ser designada por : " Feira do Cavalo e do Cabrito"... lol, lol, lol, lol....

Dr. Carlos Cidade - Aca. de Coimbra ...

Agradecimento do Grp. de Forcados Académicos de Coimbra ao Sr. Dr. Carlos Cidade..




Caro Senhor e amigo Dr. Carlos Cidade :

A sua presença no nosso jantar de fim de temporada em que homenageámos o maestro Paco Duarte, foi para nós uma subida honra.
Sentir que a nossa autarquia nos conhece e reconhece, é gratificante, e no mundo de hoje é bem raro encontrar pessoas do mundo da politíca, despidas de preconceitos, tomando posições independentes, duma forma que só as mentes verdadeiramente livres são capazes.
O Grupo Académicos de Coimbra  - Académicos porque todos aqui estudam ou aqui estudaram, e de Coimbra porque quase todos aqui nasceram e todos aqui vivem - agradece sinceramente a sua amizade, e promete, que por terras de Espanha tentarão sempre elevar o nome da nossa cidade..

 

Do riso á tragédia..


A Golegã tem Futuro ???


A GOLEGÃ tem futuro ???



A golegã tem efectivamente futuro.


 Aqueles que sempre foram á feira de S. Martinho continuam a ir, e muitos há que tomaram o gosto mais recentemente e que aderiram á tradição de forma incondicional. 
Os estrangeiros são cada vez em maior numero, tornando o certame mais cosmopolita, com o que isso tem de positivo, e esses que se deslocam de outros países são mesmo apaixonados do cavalo.
O maior problema reside na falta de espaço, que na minha opinião se poderia resolver com a abertura de um novo espaço que poderia ser perto do "Equuspolis", espaço esse com outro tipo de atrações, um espaço, digamos assim "LIGHT", onde se passeasse a cavalo com indumentárias mais á balda, a que se juntariam as "Boites" e bares de música ao vivo criando assim o ambiente dos festivais de música do Verão (Paredes de Coura e Zambujeira do Mar por exemplo...) e que arrastaria mais jovens e assim se descongestionava o largo do Arneiro.

A barafunda, e porque não dizer, a balda de trajes, arreios e etc., descaracteriza e abandalha o espirito da Golegã..

Alguém me explica o que fazem e o que têm que ver com a feira as "maratonas" puxadas por cavalos ??? 

ALGO TEM QUE MUDAR...

A tradição familiar da Golegâ é uma garantia de futuro...

Familia Bastinhas...


Familia M. Jorge de Nave de Haver...

Ver na Feira avós pais e netos, dá-nos a segurança de que tudo vai continuar. Esta foto do meu especial amigo Manuel André Jorge (Manuel Jorge de Nave de Haver) tirada este ano com o genro e os netos vestidos a rigor, é o exemplo vivo do que é cultivar a tradição, que neste caso se torna mais significativo por se tratar de um Beirão.



Jorge Ortigão com o Filho Luís...


Francisco Cortes e os filhos...


  Dá-me alegria ver outras gerações a levarem os filhos mais novos á feira como foi o caso do Francisco Cortes, eu que me lembro de quando ele acompanhava o pai com a idade que hoje têm os filhos, criando nos miúdos o gosto e o respeito pela tradição, quase como se de uma religião se tratasse...

Esta paixão que muitos têm pela GOLEGÃ, assenta sobremaneira no convivio entre amigos que gostam de cavalos, e não devemos esquecer a função humanista desse local mítico, onde tantas vezes fizeram as pases amigos desavindos... 

Para mim, houve sempre casas a bem dizer quase sagradas, onde sempre sobressaiu a do meu amigo Mnecas por onde passam sempre as figuras Portuguesas, Espanholas e Francesas do mundo do cavalo, e onde toda a gente se sente como em casa. tal é o bem receber beirão da familia "JORGE"...  
A juntar a este espaço há as casetas da Familia Ortigão Costa e do dr. Filipe Graciosa, onde me sinto como em casa...

Golegã sem estes Senhores a Cavalo ...

´Diz o fado : "Há pessoas que marcam a vida das Gentes"..

Plagiando estes versos, sou a dizer que há pessoas que marcam a Feira da Golegã.
Este ano, a SENHORA e os SENHORES abaixo retratados, não estiveram a cavalo na FNAC, e sentiu-se a sua falta, pela forma como se apresentavam, pelo saber estar, pelo Portuguesismo, pela educação, pelo exemplo, e também por uma forma apaixonada e sntida de viver a Feira ...

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Fado da Golegã...


Vacada - Porrada com força...


Encierro verdadeiramente espectacular...


Extraordinario artigo - Humanos e animais...

Savater es hoy considerado un gran filósofo que ha echado la ética por delante y que ha puesto a discutir primero a España, luego a Hispanoamérica y después a casi todo el mundo sobre la naturaleza del derecho y el papel de la ética en la política. En el fondo, un político tiene en mente un modelo de sociedad por la que lucha, así se lucre con esa lucha. Fernando Savater ha sido uno de los más fuertes críticos contra el franquismo que aún aletea en España. Es un hombre de izquierda que critica con la misma fuerza las tentaciones autoritarias del Partido Socialista Español como la tradición confesional del Partido Popular. Ha defendido las corridas de toros en Tauroética. Estuvo en Bogotá entregando los Premios Simón Bolívar.

'Sólo un bárbaro no distingue entre un humano y un animal'

¿Cómo explicar el movimiento contra las corridas de toros?
La baja popularidad de los toros se debe al cambio de una sociedad de lo rural a lo urbano; los toros, como las carreras de caballos y tantas otras cosas, son de origen rural. La gente hoy está cada vez más separada de los animales, y hasta los zoológicos son mal vistos. Hoy los animales han sido convertidos en “animalitos”; el tigre de bengala, el tiburón blanco, todos ya son enanitos. Ya ninguno puede causar daño al hombre. Ahora los animales son tratados como si fueran humanos, por ejemplo, los personajes de dibujos animados son animalitos de Walt Disney que hablan, se quejan, se ríen. Los seres humanos han exterminado, de hecho, el peligro de las fieras, y por lo tanto que un animal sea considerado peligroso excita esa pasión de dominación que tiene el hombre. Los animales peligrosos, como por ejemplo el toro bravo, tienen mucho más riesgo de desaparecer. Como hoy ya no encarnan el peligro, buscamos saurios prehistóricos para mantener vivo el miedo hacia ellos.
¿Está expuesto el toro bravo a su desaparición como especie?
Los que luchan contra la fiesta del toro no tienen claro que su desaparición no sería simplemente la desaparición de los toros bravos. En España, las dehesas donde se crían son un ecosistema específico que comprende bosques, aguas y muchos otros animales pequeños y grandes. Acabar con los toros bravos es condenar esos terrenos, verdaderas reservas naturales, a ser campos de maíz transgénico. Los toros de lidia son muy costosos porque cuesta mucho conservar su medio y son una especie diferente de las demás, como los caballos de carrera, que son una creación humana, gracias a cruces, a la selección genética; las carreras de caballos sirven para seleccionar los ejemplares, para mantener la raza. Se nos ha olvidado que hay animales que están al servicio de los seres humanos y que si no los usamos, los condenamos a la extinción. El caballo salvaje pasó a usarse en el campo, en la guerra, en el transporte. Ahora sobrevive débilmente porque se usa para pasear y jugar a los vaqueros.
Pero también los animalitos son mascotas. Matan la soledad.
Las mascotas han sido también una creación cultural. Pero no todos los animales hechos por el hombre con un fin son mansos; no todos son de compañía. Nadie imagina un miura en un apartamento. Los toros bravos no son precisamente animales para tener en el jardín; están hechos para la pelea con el hombre bajo ciertas reglas. Pasa con ellos como con los caballos de carreras, creados para correr y el día que se acaben los hipódromos, desaparecerán estos animales.
¿En la prohibición de la muerte del toro no juegan también factores culturales y políticos?
La idea de la prohibición proviene de la cultura anglosajona, no porque no consuman carne, pues no son remisos a comer animales, sino por su visión pragmática de ver con buenos ojos el comer, por ser necesario, y con malos las corridas, por ser un espectáculo. Los anglosajones siguen con una visión puritana de la vida. Para ellos es bueno alimentarse comiendo carne, pero divertirse con un espectáculo donde está la muerte de un animal es malo. Es un problema de libertad. Es respetable que a alguien no le gusten los toros, como que no le guste la carne de caballo, o ver pajaritos en jaulas. Eso está bien. Eso puede ser noble, pero no es parte de la moral, pues la moral hace referencia a las relaciones humanas. Ir contra las corridas de toros no puede ser una norma moral impuesta a todo el mundo. ¿Qué se podría decir hoy de un mandatario que prohibiera por ley acostarse con la mujer del vecino? No se puede legislar y mandar sobre los gustos de los ciudadanos.
Uno de los argumentos contra las corridas es que son una tortura. ¿Qué opina de esta interpretación?
Los taurinos no disfrutan con la tortura; si así lo hicieran, pues iríamos a un matadero a deleitarnos. No conozco a nadie que le guste ver a un torero darle múltiples pinchazos a un toro. Supongamos que yo disfrutara de la muerte del toro, mi gusto no es problema del otro y mucho menos de un gobernante; quizás un alcalde quiere que yo sea bueno como él, pero no es asunto suyo salvar mi alma. Tampoco tiene derecho a condenar mi alma porque me gusten los toros. O porque me guste la pesca del salmón, que él considera una maldad.
¿Es el toreo un arte?
Hoy la palabra arte se emplea para cualquier cosa. Antes el arte no era simplemente hacer una cosa con habilidad. Hoy se habla del arte de un cocinero que prepara bien una tortilla, o se llama artista a quien mete muchos goles. Un gran futbolista que tiene técnica se puede llamar artista, pero sólo como una metáfora. Un torero hace cosas arriesgadas que a uno le gustan; así mismo hay jinetes que son grandiosos montando a caballo. Los taurófilos apreciamos esa habilidad de pararse frente a un toro. Cuando uno es aficionado a un espectáculo, lo es también a la habilidad de quienes hacen las cosas bien. Los toros son un ritual que puede ser considerado por algunos un arte. Hay un margen de interpretación personal. En el ritual del toreo hay toreros que tienen una personalidad y unas destrezas particulares que una persona a la que le gustan las carreras de caballos no ve ni aprecia. Un torero es un artista. Hace con habilidad algo que no es fácil y que tiene unas pautas propias. Los toreros tienen normas que cumplir; quien lo hace con habilidad, digamos, excepcional, es un artista.
Usted ha dicho que el torero personifica la figura del héroe.
El torero es un ser valiente; el torero es quien canaliza el miedo de los espectadores. Todos sentimos miedo de estar allá abajo, frente a un animal de 500 kilos que embiste con dos astas como cuchillos. El torero es quien carga con todos nuestros miedos y los vence. Por eso todos nos sentimos animados con un torero que nos descarga, por instantes, del miedo que inevitablemente todos sentimos a la muerte. Esa es la forma heroica. En los juegos, en los espectáculos de masas, la muerte es un elemento metafórico. La prueba es que alrededor de esos espectáculos se hacen poemas donde se habla del destino, de la naturaleza, de la muerte.
Para usted, que ha tratado tan profundamente el tema moral, ¿tienen los animales derechos?
Los animales no tienen derechos en el sentido estricto de la palabra, pues tampoco tienen ningún deber. El derecho es una cosa que los seres humanos nos concedemos, entendemos que uno tiene un deber y por lo tanto tiene un derecho correlativo de exigirlo. Un animal vive fuera del reino de las leyes, uno puede concederle derechos. Por ejemplo, una vaca que vive en mi finca, tiene derecho a estar allí porque es parte de mi derecho a tener vacas. Pero la vaca no tiene en sí misma derecho. Cuando se destroza una selva, el hecho es motivo de sanción porque viola mi derecho y el de mis hijos al oxígeno y a la belleza, pero no porque los árboles tengan derechos. Los animales son seres vivos con los que podemos tener una relación afectiva, aunque ellos no nos reconozcan afectivamente como nosotros a ellos. Un perro sabe quién es su dueño porque le da comida, pero un perro no ama a nadie. Se crea una sensibilidad que no es otra cosa que el deber de tratarlos para lo que sirven. Si uno lidiara una oveja, pues ello estaría mal, las ovejas no están hechas para eso. Tratar a un animal de una forma indebida es una indelicadeza. No olvidemos que hay personas muy malas que han tenido muy buenos sentimientos por los animales: las dos primeras leyes de protección a la naturaleza que incluían el derecho de los animales las hizo Hitler en Alemania. Fueron las primeras leyes ecológicas en Europa, y él mismo tenía su perro al que cuidaba y quería.
Pero es a los taurinos a quienes nos trata, por ejemplo el alcalde de Bogotá, como nazis.
Cuando se quiere equiparar a los taurinos con los nazis, cuando se quiere equiparar a los aficionados con la barbarie, eso sí es realmente una “barbaridad”. En el derecho tradicional se considera bárbaro el hecho de no distinguir entre lo humano y lo animal. Es bárbaro, tradicionalmente hablando, quien trata a otros de sus iguales como animales. Sólo un bárbaro no distingue entre un ser humano y un animal. El toreo es un asunto de libertad y es una opción que no es similar a la de atacar a los demás seres humanos o aprovecharse de su pobreza. Es una forma de entender la vida, de mirarla. El toro bravo no es un animal salvaje, como puede serlo un tigre. Es una creación consciente y deliberada del hombre destinada a ser parte de un ritual.
¿Cómo explicar la prohibición de las corridas en Cataluña, siendo los catalanes tan antiautoritarios?
En Francia, donde se tradujo Tauroética, se defiende a los toros con el mismo argumento con que se prohibieron en Cataluña: por ser símbolo de una tradición. Cataluña está tratando de separarse de España y quiere romper una tradición común con España; los toros son sólo un pretexto. Ahora a la amalgama separatista le suman elementos ecologistas para apartarse del imaginario español. Las voces que suenan en el país vasco, de donde son los primeros toreros, tienen el mismo sentido, una reacción contra España, contra Castilla y La Mancha.

Pero en Colombia no se está reaccionando contra España sino a favor de la cultura norteamericana, tan políticamente correcta, tan humana...
Mientras haya una afición que entienda de toros y que vaya a las plazas, prohibirlos es una atentado contra la libertad de opinión, de opción cultural. Hay que respetar la fiesta del toro como un bien cultural y como parte del derecho a la libertad. Las corridas son un culto. Prohibirlas es una acto autoritario, un liberticidio auténtico. Cuando desaparezca el público de los toros, desaparecerán, naturalmente, las corridas. Esa es una ley distinta. La prohibición de los toros se pretende mostrar como un acto moralizante, pero es en realidad un acto de despotismo, de intolerancia chapucera.
Taurófilos no demandarán al Distrito
Tras la controversia que generó   el fallo de la Corte Constitucional, que dice que los alcaldes no pueden prohibir las corridas de toros en las plazas permanentes del país, el gerente de la Corporación Taurina de Bogotá, Felipe Negret, señaló a este diario que no emprenderá acciones legales contra el Distrito para reclamar el regreso de las corridas a la Plaza de Toros de Santamaría y dejará el asunto en manos de los organismos competentes.
 Mientras el Distrito reitera su oposición al maltrato animal y al regreso de las corridas en la Santamaría, Negret pide que la administración respete la posibilidad de realizar los espectáculos taurinos y cumpla con los mandatos de promoción de la actividad, como lo ordenó la Ley 916 de 2004

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

"Sortesdegaiola" é o primeiro...

Como sempre o nosso blogue "sortesdegaiola" é o 1º a desejar "Boas Festas e Feliz ano novo... UAUUUUU !!!
 Nem a "Passarinha" nos bate...


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Destaque 2016 - Ant. R. Telles...

Numa época toda ela em crescendo, António RibeiroTelles confirmou uma vez mais, que é hoje por hoje, a maior referência do toureio clássico...

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Dois cavalos novos de saída, bem postos como é costume, foram-lhe deixando os toiros á medida para o tércio de bandarilhas. Nesse tércio alcançou os melhores momentos das suas actuações, que como de costume adornou com lides perfeitas.

Além das suas prestações,  marcou mais uma temporada por Senhorio...

Destaque 2016 - Grp de ARRONCHES...

Mais uma época de toda a dignidade, na 1ª temporada do novo Cabo...
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Este grupo pautou as suas actuações em 2016 pela dignidade, dignidade essa que foi igualmente seguida nas corridas que pegou em Espanha.

O grupo de Arronches mostrou que merece no nosso País oportunidades de mais responsabilidade...