MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Povoa versus Viana é mau mas não dramático...
O que tem o PPD-PSD a dizer da Póvoa do Varzim cujo o presidente da camara é do partido ??? Toma a mesma posição do PS em Viana ???…


Hoje em Portugal a maioria dos políticos do "centrão" são uma merda !!! Andam ao sabor de modas na caça aos votos, incapazes de defender o que é português.

O que é o “centrão”? Quem faz parte dele, de onde ele vem? Quais bases materiais o sustentam? Que interesses representa? Para mim o “centrão” é o que há de mais podre na política, porque representa o atraso e o oportunismo.
Os partidos do "centrão" fervem a discutir temas fracturantes como a eutanásia, o casamento gay, a adoção de crianças por casais homossexuais o aborto, etc, e escondem-se quando se trata de discutir a "FESTA", e até o presidente da república ( (também ele oriundo do "centrão" e que cito propositadamente com letra pequena), que aparece em tudo o que é sitio, e ainda não deu um sinal em defesa das corridas de toiros.
Da "prótoiro" não se espera nada, porque vai continuando na sombra sem nada fazer, ou por outra fez, deixou acabar as corridas em Viana depois de uma última organização vergonhosa, e nem sequer conseguiu acabar com as manifestações á porta das Praças de toiros como fez uma organização congénere em França.
O problema só não é dramático porque os ANTIS são uma escassa minoria cobarde, que só vem á luz do dia em sítios muito específicos nomeadamente no Norte, e o facto de acabarem as corridas na Povoa ou em Viana tem a mesma expressão que teve Barcelona e Avignon, que foi zero…
Nada me liga ao comunismo, mas tenho que reconhecer que o único partido sem complexos no que toca á "FESTA" é o PC, doa a quem doer...
Hoje em Portugal a maioria dos políticos do "centrão" são uma merda !!! Andam ao sabor de modas na caça aos votos, incapazes de defender o que é português.
O que é o “centrão”? Quem faz parte dele, de onde ele vem? Quais bases materiais o sustentam? Que interesses representa? Para mim o “centrão” é o que há de mais podre na política, porque representa o atraso e o oportunismo.
Os partidos do "centrão" fervem a discutir temas fracturantes como a eutanásia, o casamento gay, a adoção de crianças por casais homossexuais o aborto, etc, e escondem-se quando se trata de discutir a "FESTA", e até o presidente da república ( (também ele oriundo do "centrão" e que cito propositadamente com letra pequena), que aparece em tudo o que é sitio, e ainda não deu um sinal em defesa das corridas de toiros.
Da "prótoiro" não se espera nada, porque vai continuando na sombra sem nada fazer, ou por outra fez, deixou acabar as corridas em Viana depois de uma última organização vergonhosa, e nem sequer conseguiu acabar com as manifestações á porta das Praças de toiros como fez uma organização congénere em França.
O problema só não é dramático porque os ANTIS são uma escassa minoria cobarde, que só vem á luz do dia em sítios muito específicos nomeadamente no Norte, e o facto de acabarem as corridas na Povoa ou em Viana tem a mesma expressão que teve Barcelona e Avignon, que foi zero…
Nada me liga ao comunismo, mas tenho que reconhecer que o único partido sem complexos no que toca á "FESTA" é o PC, doa a quem doer...
quarta-feira, 20 de junho de 2018
terça-feira, 19 de junho de 2018
OBSERVADOR- Belissima Crónica em defesa das corridas de toiros...
Com a devida vénia transcrevemos esta belíssima crónica de João marques de Almeida…..

As esquerdas radicais não gostam das tradições e dos costumes portugueses. Aliás, a mera evocação da palavra tradição liberta imediatamente os seus piores fanatismos.
Como a maioria dos portugueses, cresci a ver touradas nas velhas RTP 1 e RTP 2. Não sou um aficionado – devo ter ido três ou quatro vezes ao Campo Pequeno – nem tenho família ligada aos touros, ou aos cavalos. Mas gostava de ver touradas, sobretudo o toureio a cavalo (uma arte, sem qualquer dúvida), e as pegas, um exercício de coragem e bravura humana. Parece que a Assembleia da República vai discutir a proibição das touradas no início do próximo mês, como resultado de mais uma ofensiva ideológica da coligação pró-animal ente o BE e o PAN.
Mais do que as touradas, será a defesa das tradições e da cultura portuguesa que estará em jogo no parlamento português. Além das esquerdas radicais, recordo-me que, nos tempos mais fervorosos do ‘europeísmo unificador’, Bruxelas ensaiou um ataque às touradas. Os governos espanhol, português e francês avisaram imediatamente a Comissão Europeia para respeitar as identidades nacionais. Bruxelas, entretanto, aprendeu a respeitar touradas, pão com sal, cervejas locais e outras especificidades nacionais. O ataque às tradições portuguesas vem agora das extremas esquerdas nacionais.
Como se tem visto nos últimos anos, as esquerdas radicais atacam a família tradicional, a história de Portugal e os costumes nacionais. Para esta gente, uma família de mãe, pai e filhos é uma instituição da religião católica e da sociedade burguesa que deve ser combatida e enfraquecida. Este ataque à família tradicional nada tem a ver com os direitos dos homossexuais. Pode defender-se os direitos das minorias sexuais sem se iniciar uma ofensiva radical contra a ideia tradicional de família.
Com as recentes polémicas sobre os Descobrimentos e a escravatura nas colónias portuguesas, a propósito das celebrações do 10 de Junho, também assistimos a ataques ferozes à história nacional por parte dos bloquistas. Neste caso, houve uma mistura de fanatismo com ignorância histórica. Não consigo lembrar-me de uma líder partidária tão ignorante, tão inculta e mal preparada como Catarina Martins. Nem um aluno do primeiro ano do liceu fala da história de Portugal como a senhora Martins. Há historiadores competentes no Bloco. Deviam ensinar a senhora e avisá-la para não dizer certos disparates.
Mas as esquerdas radicais também não gostam das tradições e dos costumes portugueses. Aliás, a mera evocação da palavra tradição liberta imediatamente os seus piores fanatismos. Um país é feito de hábitos colectivos e de tradições seculares. A tourada é muito mais do que se observa na arena. Há modos de vida de regiões, cidades, vilas e aldeias de Portugal que estão associadas à tourada. Numa altura em que tudo o que é dirigente político com aspirações ou com desejos de popularidade fala da defesa e do desenvolvimento do interior, convém recordar as regiões da tourada portuguesa. O fim da tourada seria um ataque violento a uma boa parte do interior do centro e do sul do país. E depois da tourada, querem acabar com a caça?
Não será fácil travar esta cruzada ideológica anti-portuguesa. Alimenta-se de um fanatismo arrogante. O que mais chocou na votação parlamentar sobre a eutanásia foi a arrogância dos derrotados, e o modo como afirmaram que a reversão daquele resultado seria apenas uma questão de tempo. As suas preferências são muito mais fortes do que a noção de democracia. A cruzada ideológica das esquerdas radicais beneficia ainda da indiferença, senão mesmo da resignação, das maiorias e da incapacidade dos partidos de centro de direita de mobilizarem os seus eleitorados para combates culturais e de valores. Por fim, as esquerdas radicais querem assustar quem discorda das suas ideias através de ataques pessoais e da negação ao direito de pensar de um modo diferente. Já alguém ouviu um dirigente do BE, a propósito das chamadas causas fracturantes, dizer qualquer coisa como ‘discordo da sua opinião mas respeito-a’. Nunca ouvirão porque quem defende uma agenda revolucionária não pode respeitar os seus adversários. Se não os puder aniquilar, deve diminui-los e ofendê-los até lhes retirar a legitimidade das suas ideias.
As esquerdas radicais defendem o direito à vida dos touros, das raposas e das lebres, mas defendem o aborto e a eutanásia. Está tudo dito sobre as suas prioridades e a sua natureza.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Crónica da Benedita...
Com praça cheia, Moura Caetano segue na rota dos triunfos…

Um curro que cumpriu com excepção feita ao 4º da ordem, proporcionou boas actuações e pegas fáceis…
FRANCISCO CORTES
Se no 1º que lidou, brilhou nos curtos mostrando as montadas novas excelente evolução, foi no 2º que esteve mais toureiro dadas as características do oponente. Sortes a sesgo rematadas para dentro como mandam as regras e o cavalo novo a mostrar expressão e desembaraço que não lhe conhecia.
Há medida que as novas montadas se confiam, vai o cavaleiro aproximando-se mais do seu real valor…
J. MOURA CAETANO
De tudo o que fez de bom e foi quase tudo, devo salientar os compridos no 2º que lidou montado no Belmonte, e toda a ferragem curta montado no Hidrogénio e no Hip Hop desenhando sortes sem batida, entrando reto com o toiro dando assim uma nova dimensão ao seu toureio tendo sempre por base a emoção. Hoje, mais que todas as suas montadas, quero destacar o Hidrogénio (ferro Paim)... que enorme toureiro…
TIAGO CARREIRAS
Chegou ao público com força, principalmente quando sacou o Mãozinhas e o Quirino, mas todas as suas lides foram de valor, onde o ritmo contagiou o conclave…
FORCADOS:
Pegas fáceis mas tecnicamente bem executadas pelos Grupos de Évora e do Cartaxo...

Um curro que cumpriu com excepção feita ao 4º da ordem, proporcionou boas actuações e pegas fáceis…
FRANCISCO CORTES
Se no 1º que lidou, brilhou nos curtos mostrando as montadas novas excelente evolução, foi no 2º que esteve mais toureiro dadas as características do oponente. Sortes a sesgo rematadas para dentro como mandam as regras e o cavalo novo a mostrar expressão e desembaraço que não lhe conhecia.
Há medida que as novas montadas se confiam, vai o cavaleiro aproximando-se mais do seu real valor…
J. MOURA CAETANO
De tudo o que fez de bom e foi quase tudo, devo salientar os compridos no 2º que lidou montado no Belmonte, e toda a ferragem curta montado no Hidrogénio e no Hip Hop desenhando sortes sem batida, entrando reto com o toiro dando assim uma nova dimensão ao seu toureio tendo sempre por base a emoção. Hoje, mais que todas as suas montadas, quero destacar o Hidrogénio (ferro Paim)... que enorme toureiro…
TIAGO CARREIRAS
Chegou ao público com força, principalmente quando sacou o Mãozinhas e o Quirino, mas todas as suas lides foram de valor, onde o ritmo contagiou o conclave…
FORCADOS:
Pegas fáceis mas tecnicamente bem executadas pelos Grupos de Évora e do Cartaxo...
Maria Caetano Couceiro- 1º lugar na Rep. Checa,,,
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