O bom puxa o óptimo. Depois do trabalho desenvolvido pela sociedade C. Pequeno em defesa do toureio apeado, eis que este renasce com força invulgar para revitalizar a FESTA.
Os carteis já anunciados são dignos de qualquer Praça do mundo taurino.
As empresas concluiram finalmente que quem joga para empatar só pode empatar ou perder.
É dos livros que os grandes carteis metem gente e dão lucro.
Os carteis fortes são sempre polémicos, por isso chamam público.
Na nossa vivência diária, o termo Qualidade é cada vez mais frequente no nosso vocabulário : fala-se hoje muito em Qualidade de um Produto, Qualidade de um Serviço, Qualidade de Ensino, Qualidade de Vida, etc. Com o aparecimento em todos os domínios de produtos cada vez com melhor qualidade, as pessoas adquiriram uma nova cultura e tornaram-se mais exigentes e sensíveis para pormenores anteriormente descurados.
A maioria dos empresários taurinos andaram arredados do conceito de Qualidade que deve estar associado ao produto que se pretende vender.
A Qualidade, no sentido que pretendemos dar-lhe na tauromaquia, poderemos defini-la como uma forma de estar, de conviver e de actuar, no sentido de haver uma procura permanente de obtenção de melhores resultados na satisfação do público aficionado.
Como qualquer empresa necessita de dispor de uma clientela, a Qualidade deve estar sempre orientada para o Cliente ( neste caso o aficionado) uma vez que é para ele, e para a satisfação dos seus gostos, que a empresa trabalha e existe...