MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Tentadero de luxo na herdade da "Baracha"





No domingo passado aconteceu - sim porque estas coisas acontecem.. - um tentadero de luxo na herdade da Baracha. Estiveram presentes Jaime Ostos, Andrés Vasquez, Mário Coelho, Eduardo Oliveira, Mário Coelho ( filho ) e José Manuel Pires da Costa que toureou uma das novilhas a cavalo, além do convidado José Palha.
As novilhas da ganadaria "Vento Verde" propriedade de Pires da costa, saíram bem ou muito bem e o ambiente que se viveu foi de grande e profunda aficcion.
Não estive presente porque não pude, mas tive pena... muita pena mesmo. Não é todos os dias que se pode aprender com quem sabe e privar com tão ilustres figuras.


Zé Eugénio fez a entrada do toiro em Benavente de Bicicleta á frente do toiro







É á frente de um  turbilhão assim de cavaleiros que vão atrás e á frente do toiro, que José Eugénio Pinheiro Barroca vai de Bicicleta...

José Eugénio Pinheiro foi distinto forcado do Grp de Vila Franca e tem aquela pontinha de loucura dos Génios. Filho, neto e sobrinho de Campinos de nomeada, durante muitos anos fez a entrada do toiro em Benavente ( sua terra natal) de Bicicleta contra a vontade de todos os amigos que achavam uma temeridade. Somos amigos desde os tempos do grupo de Vila Franca e era em casa dele ou do primo que ficava quando vinha para as corridas. Mais tarde quando vivi 12 anos em Benavente fomos vizinhos porta com porta, e recentemente é quase sempre em casa dele que fico com os meus filhos por altura da "Sardinha Assada".
Ao longo de muitos anos habituei-me a vê-lo de bicicleta á frente do toiro na ENTRADA, entretanto essa loucura parou há dois anos, e pensei que não se repetia. Qual não é o meu espanto quando vejo este ano o jovem de 65 anos de novo á frente do toiro e dos cavalos. Vi e não queria acreditar, e quando me apercebi que tinha caído empurrado por um cavalo na perigosa curva do "SOLAR" fui direito a ele que já estava de pé menosprezando os ferimentos do joelho e a temeridade. O Zé é teimoso mas espero que não repita a graça para seu bem e para o bem dos seus amigos e familia. Zé Eugénio, tudo tem um fim, a idade não perdoa e não precisas de provar nada a ninguém.
Como curiosidade acrescento que o ´meu amigo Zé Eugénio é sogro do distinto critíco taurino e meu amigo também, Mauricío do Vale.
O Cavaleiro Batista Duarte em Espanha



Anastácio Batista Duarte assinou no domingo passado um contrato para tourear oito corridas em Espanha.
Padilla triunfou (três orelhas) em Soria na corrida em que reapareceu Angel Teruel ao qual brindou um toiro





O brinde de Padilla a Teruel que reapareceu em grande forma, começou assim : "Eu saí e tu também..."

Toiros de "El Torreón

Padillla - orelha, e duas orelhas

Cayetano - Silencio e ovação

Ángel Teruel - Palmas e volta ao ruedo


Afinal as praças metem ou não metem gente????


Onde está o segredo???


Nós vamos dar a nossa opinião...



As corridas de Montemor, Montijo e Torres Vedras, tiveram a mesma gente, se não mais que em anos anteriores. O problema das praças vazias reside nas datas inventadas do nada, e nos carteis repetidos. O povão quer ver novos carteis com novas figuras a competir com os consagrados.
Há toureiros menos vistos em boa forma e que estão preparados para apertar com os estabelecidos há anos como figuras, nascendo daí a competição que anima os aficionados e o grande público.

Este é o segredo das praças cheias...


Enganei-me e o Ninâ ( João Salvação ) não me perdoou. Postei ontem uma foto de Benavente de um equino que me disseram tratar-se de uma égua ( pensava eu) "Quarto de milha". Afinal a égua era um cavalo, o que fez com que o valoroso cabo do Aposento Do Barrete me telefonasse a dizer . "Você está velho e Xaxa, quem o viu e quem o vê, já não distingue um cavalo de uma égua. Se tiver dúvidas apalpe..."

Este é o cavalo a quem chamei égua...

segunda-feira, 2 de julho de 2012



Cenas engraçadas no futebol...

As grandes obras têm um rosto



 O ponto mais alto da festa da "sardinha assada" em Benavente, é sem dúvida a Picaria.
Ao longo dos anos por lá passaram as melhores varas do Ribatejo, João Vilaverde, António Ribeiro Telles, Orlando Vicente, José Manuel Pires da Costa e tantos tantos outros que seria impossível enumerá-los.
A organização deste evento tal como do concurso de condução de jogos de cabrestos e da entrada do toiro na Vila ao fim da tarde, é dinamizada pelo Zé Barroca ex Forcado do grupo de Vila Franca e fandanguista afamado. Ao Zé devemos todos os amantes desta castiça festa, um louvor que terá que ser público, para que assim seja possível demonstrar a nossa estima e o nosso agradecimento.

São homens como este que ajudam a perpetuar as nossas tradições.
Amadores e Campinos na festa da "Sardinha Assada" em Benavente


António Ribeiro Telles Jr, e José Luís Dias, trajados de campinos mostraram a sua aficcion junto dos mais velhos




Um Campibo Africano. Plena integração racial na campinagem...

A filha de António Ribeiro Telles, toda uma cavaleira...

José Dias ( o nosso herói) sempre á frente dos cabrestos...



António Ribeiro Telles Jr. Palavras para quê???!!!!


Sónia Matias nunca falta a esta festa





O velho Orlando. Uma grande referência...




Como curiosidade, informo que esta égua é Avó daquela com que toureia Manuel R. Telles Bastos




Uma égua "quarto de Milha" na picaria


Diego Ventura disse o que disse e não foi de modas...



Ao ler no blogue "diariotaurino" do meu amigo Hugo Teixeira, que Diego Ventura tinha dito numa entrevista em Espanha que 90 por cento dos críticos taurinos portugueses solicitam junto da sua pessoa guito para escrever/falar bem de si., e que parece um orfanato, pois mal ele acaba de chegar ao nosso País já os escribas estão a pedir uma comissão para escrever de si coisas agradáveis. Não fiquei muito admirado, sabendo como sei que há casos em que as negas a essas solicitações até se transformam por vezes em ódios de estimação. 
Na verdade a única coisa que me espanta é o mesmo Diego Ventura não se referir a Espanha e a México, sabendo nós o que por lá se passa. Acaso Portugal é assim tão diferente ??? Pessoalmente penso que não.
Á parte do que comentei anteriormente, há um aspecto que gostaria de ver esclarecido. Trata-se de saber quem pede e no fundo quem são os orfãos ??? Pela minha parte estou á vontade, nunca almocei nem jantei com Ventura nem cá nem em Espanha, a não ser quando era criança de colo e eu apoderava o seu pai, nem nunca fui a Pancas - onde trabalhei por duas vezes ao longo da minha vida - desde que o excelente rejoneador tomou posse daquelas instalações, nem nunca  privei com ele em nenhum hotel onde ele se veste, nem nunca fui á sua casa na Golegã embora tenha sido convidado ( não fui porque não calhou).
Fui duas vezes a Puebla uma para fazer uma crónica para o Farpas sobre os cavalos novos "Craques? depois se verá ..." e uma outra para interpretar a sua forma de montar e a sua equitação tendo em vista outra série que publiquei há dois anos no mesmo jornal, e na mesma viagem fui fazer trabalhos idênticos com Fermin e António Domecq. Da primeira vez que lá fui e porque era altura de Natal, foi-me oferecido um presunto "Pata Negra" ( esplêndido por sinal) e não sei ainda hoje se a oferta foi dos cavalos de quem tanto bem disse, ou se foi o pai do ginete que pela nossa amizade que vem de longe resolveu fazer-me a tal oferta que estou convencido que teria feito na mesma - fosse eu critíco ou não - atendendo á época Natalícia em que se trocam presentes, oferecendo-lhe eu um dos livros de minha autoria, Ou tão só pelos velhos momentos que passámos juntos, que se saldaram por uma velha amizade, tão velha que estive para ser padrinho do Diego antes do pai rumar a Espanha.
O Diego é um excelente Cavaleiro e um excelente rejoneador como é reconhecido por toda a gente e em todo o mundo, e o facto de não querer tourear no noso País é um problema que só a ele diz respeito. Se disse o que disse de noventa por cento da critíca Portuguesa é porque é verdade, nunca constou que D. Ventura fosse mentiroso, só penso que devia denunciar quem pede e o quê, para que o onus da suspeição não caia em cima de todos.
Eu vou vê-lo sempre que posso, sou seu admirador, e agora sem o numero da mordidela que nada adiantava á genese do seu toureio e com o qual não simpatizava, ainda mais. Como todas as figuras Ventura é contestado por uns e idolatrado por outros, e é a controvérsia que gera a mística, que gera a fama, que gera a história das grandes figuras...
Força Diego, lá estarei para ver encerrares-te com os seis toiros em Huelva, da mesma maneira que estive na tua encerrona em Ronda, mas não irei ao hotel...
Sardinha Assada - Continuação

Grupos de Montemor, Caldas e Santarém

Nesta Mesa nasceu José Manuel Sousa Dias

Duas figuras, Manuel Ant. Lopo de Carvalho e Pedro Botelho Neves 


Galambas pai e filho, Nuno Batista e Pedro Pedrosa

Canções que marcaram



Canções + Juliano Louceiro

Sonhos perdidos - Juliano Louceiro

e

A ceder se cruza a vida - Juliano Louceiro




AMANHÂ - Frederico Manzarra Caldeira





Boa corrida em Évora no dia de S. Pedro


Com quase três quartos de casa, assistiu-se a uma corrida que por ter sido televisionada, resultou numa belissima propaganda para a "FESTA".



Os toiros "Pinto Barreiros" sairam bem, exceptuando o segundo com problemas de visão e o quinto que transmitiu menos que os outros, e os toureiros estiveram todos, cada um no seu estilo, por cima dos toiros aproximando-se do melhor que são capazes.

Joaquim Bastinhas - Confirmou o bom momento que atravessa. Imprimiu a alegria que lhe é peculiar e com cavalos novos, demonstrou o quanto está de bem montado. O cavalo de saída esteve muito bem e dá-lhe um sítio como há anos se lhe não via, e o de bandarilhar a duas mãos ( com o seu ferro) empresta uma classe diferente á sorte que é imagem de marca do cavaleiro de Elvas.
Bastinhas renasceu, está para durar e dar cartas, e como sempre fica bem em qualquer cartel com o seu estilo inconfundível.


António Ribeiro Telles - Deu uma lição de tourear. O Toiro que lhe tocou tinha problemas pelo lado direito, deu-me a ideia que tinha uma qualquer refracção nesse olho que se assemelhava a estigmatismo, embora este tipo de deficiencia de visão, normalmente só acontece nos dois olhos em simultâneo. Quando o Cavaleiro da Torrinha partia para a sorte o toiro investia, depois deixava de o ver e só voltava a reagir quando  o conjunto "cavalo cavaleiro" estava muito próximo, impossibilitando a sorte com essa mangada tardia o que resultou em saídas em faso. Foi então que o mestre António Ribeiro Telles, percebeu que tinha que entrar ao piton contrário, o que fez com toda a segurança. No final da lide, saboreei a grande lição de toureio a que tive o prazer de assistir .
Ser toureiro é dar a cada toiro a lide exacta sem abdicar dos conceitos que escolheu como matriz.


Luís Rouxinol - Não sabe tourear mal, e por isso teve mais uma boa actuação marcada sobretudo por um comprido e por um excelente par de bandarilhas a duas mãos.
A vontade de triunfar esteve presente como sempre, e chegou ao público que sempre o respeita e admira, com a força habitual.
Desta vez não sacou o cavalo "Vinhas" optando por preencher todo o tércio de Bandarilhas com a égua, o que o impediu, na minha óptica, de ter uma actuação redonda, toda em crescendo como é hábito. Quis jogar pelo seguro, ele lá sabe...
Luís Rouxinol é um grande toureiro e está num excelente momento.


Gilberto Filipe - Só surpreendeu quem não o acompanhou desde os seus principíos em amador. Sabe andar a cavalo e por várias vezes ao longo da sua carreira esteve próximo de dar o salto, no entanto a vontade forte de triunfar levou-o muitas vezes a abastardar boas actuações no final, e estou-me a lembrar de quando sacava como remate das lides um cavalo palomino extraordináriamente aparatoso mas que se tirava pouco, que o levou em corridas importantes a borrar boas pinturas.
No sabado esteve seguro, não se lhe viram precipitações, apresentou cavalos bem arranjados echegou ao público mostrando claramente o seu potencial.


João Moura Caetano - Marcou já como sua pertença, um toureio diferente e uma postura igualmente diferente.
O seu toureio é marcado invariávelmente desde o início das lides por sortes de praça a praça como há muitos anos se não via. O tércio de bandarilhas é marcado pelo temple e pela emoção de forma indelével.
A lidar, explana uma calma sentida que aproveita para recuperar os cavalos, e o deixa pensar calmamente no que vai fazer, e que ao mesmo tempo transmite ao público uma segurança no traço.
As sortes são bem desenhadas, o momento do ferro é correcto e a classe brota naturalmente, começando pela forma de montar e pelo arranjo das montadas. Sangue na barriga dos cavalos não há e as duas mãos só surgem nas rédeas muito episódicamente como manda a tradição.
Um toureiro diferente de todos que se impõs com uma quadra de eleição.
Não poso deixar de lembrar que o ferro da corrida é seu - o que já se vem tornando uma imagem de marca -., e que eu vou tentar descrever: " O toiro arancou-se forte com não tinha feito até esse momento, quando toda a gente pensava que o cavaleiro ía desfazer a sorte, João Moura Caetano recua duas ou três passadas na cara do toiro para se pôr em sorte, saindo limpo sem um toque, deixando um ferro para recordar.
Para terminar quero acrescentar que, para tudo corra pelo melhor, vai toureando sempre em praças cheias o que lhe eleva a moral, naturalmente...



João Maria Branco - Só surpreendeu quem não acompanhou a sua carreira desde amador. É, e afirmo-o com a certeza de muitos anos de experiência, uma figura em potência.
Quem o conhece lembra-se das suas actuações em amador em Vila Franca há dois anos em Outubro, na Povoa do Varzim e em Cuba ou em Montemor-o-novo e Moura onde ganhou prémios na época passada, e mais umas tantas, que deixavam antever o que mostrou no sabado como já tinha mostrado em Aljustrel.
O seu novo cavalo "Zinco" (ferro Paim) juntou espectacularidade ao seu desempenho - viu-se como o público reagiu -, e o seu valor (coragem) que nunca ninguém lhe negou ganhou uma expressão maior.
Nos compridos esteve correctissimo, e as piruetas na cara do toiro foram de arrepiar.
Tal como eu previ há cerca de um mês, nasceu no sabado uma nova esperança séria e não factual, no nosso panorama taurino na vertente do chamado toureio moderno mas sem exclusividade de "murubes". A margem de progressão é enorme, o apoderamento não pode estar mais bem entregue, e a partir desta corrida só se podem esperar melhorias, independentemente de algumas verduras da juventude.

Grp de Forcados de Évora - Uma actuação séria e verdadeira e uma demonstração plena da unidade do grupo.
Por ser dia de festa do grupo não pensava distinguir ninguém, mas não posso deixar de dar destaque á pega, plena de técnica, de Francisco Garcia ao 2ª da noite ao qual tirou a maldade.


O Grupo de Évora em força, no hotel antes da corrida.

Mais tarde mostrou na arena todo o seu valor, e os já retirados demonstraram que velhos são os trapos...

Uma imagem de parte do grupo no hotel antes da corrida

Dois forcados netos do Dr. Mário Oliveira o homem que enquanto estudante organizou o primeiro jogo de Rugby em Coimbra, pelo que existe no estádio uma placa a ternizar esse facto
Torres Vedras

Casa cheia, um bom curro de "Passanha" e homenagem a Luís Rouxinol, numa corrida agradável de seguir

Triunfo  a grande altura de Luís Rouxinol Jr. no Espectáculo de Variedades Taurinas



Luís Rouxinol Jr. - Sem propagandas excessivas, confirma-se dia a dia. A humildade e a simpatia natural ajudam a imagem de um toureiro que não engana. Este vai ser figura como sempre afirmei desde que o vi pela primeira vez...

João Moura - Cumpriu num toiro, e no outro esteve bem melhor, chegando ao público com bons ferros e lide movimentada.

António Ribeiro Telles - Duas actuações com o carimbo de qualidade dentro do mais puro classicismo. Nas bandarilhas esmerou-se com o "Rondeño" na verdade do toureio.

Luís Rouxinol - Duas boas actuações pese embora o facto da "Viajante" não estar nos seus melhores dias ao ponto de se voltar para trás uma vez, o que não admira dada a sobrecarga de corridas. Luís Rouxinol tem recursos suficientes e não deixou o crédito por mãos alheias, acabando por pôr com a dita égua um bom par, e conseguindo boas actuações.

Os grupos de Santarém e Alcochete resolveram os problemas sem dificuldade.
Corrida do Montijo com 3/4 de casa
 


Dos seis toiros "Castro", quatro cumpriram e dois saíram abroncados.

Joaquim Bastinhas - Apresentou-se com cavalos diferentes do dia anterior em Évora, mas manteve o mesmo nível. Nesta temporada está moralizado e tudo lhe sai bem.

Rui Fernandes - Tocou-lhe um dos dois toiros menos bons, mas no outro com o "Vivaldi" montou o lio á altura dos seus melhores dias.

João Ribeiro Telles jr. - Tocou-lhe também um dos tais, que lidou como pôde. No que servia esteve ao nivel do seu melhor.

Nas pegas o destaque vai para João Salvação, pelo exemplo dado pelos cabos. 

Os prémios em disputa foram entregues a Rui Fernandes e João Salvação
Assim festeja o titulo europeu, um verdadeiro aficionado.


Olé, Sergio Ramos.



Coitado do gato ...

Coitados dos cavalos...

domingo, 1 de julho de 2012

Amanhã, publicaremos a crónica da corrida de Évora e reportagem do grupo da terra que pegou os 6 toiros nesse dia comemorando assim mais uma época para o seu historial, e ainda crónicas das corridas de Montijo e Torres Vedras .
Canções que marcaram



Canções + Paulo Pessoa de Carvalho

Fado das Caldas - Vicente da Câmara


e


You are the Chanpions





AMANHÃ - Juliano Louceiro


Comecem o dia divertidos...