MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Montemor - A verdade da "FESTA"...

Ap. da Moita parte hoje para o Canadá...

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O Grupo de Forcados Ap. Moita que comemora esta temporada os seus 40 anos de existência, parte hoje para o Canadá, onde irá pegar uma corrida contratada há vários meses.

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Há ainda a forte possibilidade do Cabo do grupo ( José Pedro Pires da Costa), cavaleiro praticante retirado, poder vir a tourear uma corrida integrado num cartel com Alberto Conde..


Sabado - Arronches...

Crónica de Albufeira...

Marcos Bastinhas merecia o prémio..

Marcos Tenório


É evidente que os prémios são sempre subjectivos, quando não há itens estipulados para pontuar como na ginástica ou na patinagem artística. Com isto não quero dizer que Tito Semedo esteve mal, bem pelo contrário, teve a melhor actuação que lhe vi esta temporada, assim como Sónia Matias que começou logo com os dois melhores compridos da noite.
Os juris são soberanos, mas pede-se que tenham em atenção as manifestações do público, porque a vontade do público é mis soberana que os gostos de cada um.

JOAQUIM BASTINHAS

Boa lide, seriedade nos compridos, boa serie de curtos e um soberbo par a duas mãos com o toiro no meio da arena,

ANTÓNIO R. TELLES

Muito bem a lidar, pecou por uma certa iregularidade na cravagm.

TITO SEMEDO

A melhor actuação que lhe vi esta temporada. Lide adequada e bons ferros em curto marcaram a sua actuação, que rematou com violinos de boa execução

SÓNIA MATIAS

Foram seus os melhores compridos da noite, mas além disso desenvolveu lide variada com momentos de emoção, tudo isto assente na costumeira empatia com o público.

MARCOS BASTINHAS

Recebeu o toiro dobrando-se bem e cravando 2 bons compridos, mas foi nos curtos que triunfou fortemente, com uma brega perfeita de saber e espectacularidade, e ferros com batida de grande emoção quer em curto quer de largo, terminando a lide com o seu habitual par a duas mãos.
Lide perfeita a que o público correspondeu com as maiores ovações da noite...

TOMÁS PINTO

Fez tudo bem feito, mas porque o toiro não transmitia não obteve o êxito que com ceerteza sonhava.

FORCADOS :

Os grupos do Ribatejo, Cascais e Beja, não tiveram grandes problemas a resolver. O prémio atribuido ao forcado de Beja não merece contestação...

Povoa de Varzim - Grande triunfo de Gilberto Filipe...

Triunfo gordo de Gilberto Filipe

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Os toiros de Vazconcelos e Sousa não sairam bem e os toureiros tiveram problemas. Destacaram-se pela positiva, Sónia Matias mas principalmente Gilberto Filipe com grande destaque, tendo ainda sacado pela 1ª vez em praça um cavalo novo de nome Benavente que muito promete..

domingo, 23 de agosto de 2015

Santana da Serra - Sofia S. Semedo, muito dignamente...



Numa corrida cheia de incidências, até a luz faltou a meio de uma lide, Sofia Santos Gamboa que fazia a sua apresentação em público, teve uma actuação digna com pequenos detalhes próprios da pouca experiencia e do nervosismo da estreia.
Os outros alternantes, Joaquim Bastinhas e Tito Semedo estiveram dentro do que lhes é habitual..

Cavalos - História do cavalo "Filho da Puta"...

A história do cavalo PSI registado com o nome "Filho da PUTA"...




A incrível história do Filho da Puta.
Esta é uma história que de tão absurda, nem parece ser real. Em 1806, nasceu na Inglaterra, uma linda potranca de cor castanha, o fato ocorreu na fazenda da família do Sir Willian Barnett, criador de cavalos de corrida.
Sir Willian era um verdadeiro apaixonado pelos Puros-Sangues.Amava também sua querida esposa Mrs. Barnett, suas paixões se entrelaçavam, de tal maneira, que ele batizou a nova cria da fazenda de Mrs. Barnett em homenagem à conjugue.
Mrs. Barnett (a égua) era filha de um garanhão vitorioso com uma bela égua, sua genética era perfeita. Ao completar dois anos, Mrs. Barnett (ainda a égua), foi levada para um hipódromo, lá começaria sua carreira de campeã, entretanto, mostrou-se não ser tão rápida e resistente como desejavam.
Algum tempo depois, voltou para a fazenda, cruzou e emprenhou do garanhão Haphazard. Nesse intervalo de tempo, Mrs. Barnett (a esposa) pulava a cerca, com velocidade e destreza que a égua homônima jamais conseguiria.
Em uma noite de 1812 Mrs. Barnett (a égua) deu a luz a um lindo potrinho. No amanhecer do dia seguinte, Mrs. Barnett (a esposa) galopava para os braços de seu amante, um oficial da marinha britânica, para nunca mais voltar. O pobre Sir William (o corno) tomou conhecimento dos dois fatos, quase que na mesma hora, sentiu um conflito de sentimentos.
Inconsolado com a traição de sua amada Mrs. Barnett (a infiel), Sir William foi verificar como estava a cria da xará quadrúpede de sua esposa. No passado, Sir William morou em Portugal enquanto estudava, conhecia bem nosso idioma e na hora de dar um nome ao potro não pensou duas vezes, homenageou novamente sua esposa, Mrs. Barnett (a égua que não corria nada), só que desta vez em português, escolheu o nome Filho da Puta, que foi aceito nos registros do British Studbook, pois nenhum dos seus comissários conhecia a nossa língua.
O nome do animal foi registrado no cartório de animais, e quando descobriram o seu significado, já era tarde para alterar. Para melhorar a história, Filho da Puta, ao contrário de sua mãe, foi um grande competidor. Venceu uma das mais importantes competições inglesas, o St. Leger Stakes, em Doncaster.

Em 1818, Filho da Puta foi retirado das corridas com várias lesões nas patas, e virou um reprodutor de campeões, sendo por várias vezes líder na estatística de reprodutores na Inglaterra, . Filho da Puta foi imortalizado em uma pintura a óleo sobre tela pelo pintor inglês John Frederick I Herring

Toiros - Sacado do face...

Com a devida vénia publicamos este artigo pertinente e bem escrito...

A EXTINÇÂO DO GADO BRAVO

Por - João Afonso Machado em 22/8/2015

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A tourada, em recente formulação dos "contra", é apenas "tradição". O que, devido ao sofrimento do touro, bastará para a proibir.
Ora a tourada não é, evidentemente, "tradição". É, goste-se ou não, em si mesma espectáculo: a arte equestre - a atitude do cavalo, a perícia do cavaleiro - a destreza, a coragem e o apego dos forcados, o sangue-frio e a postura dos matadores e novilheiros. A tourada é, sobretudo, as praças de touros invariavelmente cheias, o ponto de encontro de todas as proveniências sociais por muito que a demagogia reduza o fenómeno ao inefável "marialvismo". E, não fora assim, não se manteria a tourada a pé firme nas emissões televisivas.
Isto posto, os touros: o gado que vagueia na lezíria. Terminantemente não leiteiro, vagamente para carne de consumo. Pastando e ruminando por ali em resultado de um valor económico que é só seu - o do gado bravo.
Sem a tourada, a lezíria necessitaria procurar outros moradores. Não há, em Portugal, espaço campesino que se possa dar ao luxo de não ser rentável. Para isso já basta o Interior desertificado.
De modo que, sem a tourada, seria o fim das ganaderias e de uma raça exclusivamente ibérica: a do dito gado bravo.
E sobre o seu sofrimento: é, em vida, muito menor do que o da população aviária e de outras espécies que adquirimos depois ns supermercados. E, na morte, menos atroz do que o do porco, esfaqueado goelas adentro, sangrado e retalhado. 
Não é a tradição que mantém a tourada, mas sim a adesão popular ao espectáculo. As coisas são o que são, por muito que elas possam servir para falsas causas políticas. Quanto a estas, aí vai um facto, uma motivação - o abandono de cães e gatos "de estimação" pelo fútil motivo de férias ou quejandos.
Dá menos nas vistas mas é mais premente.

sábado, 22 de agosto de 2015

COMUNICADO DE VIANA DO CASTELO

COMUNICADO DE VIANA DO CASTELO
A Sociedade de Advogados Camacho, Nunes e Associados, sociedade de advogados mandatária da Associação – Movimento Vianense pela Liberdade, tendo representado a mesma na acção de Intimação para a defesa de direitos e liberdades, que correu termos junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, com o fim de ser autorizada pelo Município de Viana do Castelo uma corrida de touros no próximo dia 23 de Agosto, em Viana do Castelo, vem pelo presente comunicado informar que aquela acção foi merecedora de despacho de indeferimento, com o único fundamento do local a ser realizado o evento tratar-se de um terreno de natureza agrícola não podendo sofrer compactação.
Tendo sido recepcionada no dia de hoje, 21 de Agosto, pelo promotor de corridas, licença de representação emitida pela IGAC (Inspecção Geral das Actividades Culturais), licenciando e aprovando a realização daquele espectáculo, encontra-se a Associação a diligenciar por escolher um local para que o evento se realize na data agendada e devidamente autorizada por aquela entidade.
Esta sociedade continuará a representar aquela Associação, com o fim de fazer valer o direito aos Vianenses de assistirem a corridas de touros no seu município, como é de merecida justiça, e já no decorrer da próxima semana intentará as necessárias e respectivas acções judiciais, nomeadamente contra a deliberação aprovada pelo município em 27 de Fevereiro de 2009, onde declara “Viana do Castelo anti-touradas e decidiu não autorizar a realização de qualquer espectáculo tauromáquico.”
A Sociedade

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A história de CAGANCHO...

Eu conheci esse extraordinário cavalo que foi CAGANCHO, quando era poldro em casa do Sr. João Batista, pai da cavaleira Ana Batista



Havia nessa altura nessa cocheira três poldros com o ferro da casa, filhos do NILO. Dos três, o cagancho era o mais forte mas ao mesmo tempo o mais basto, os outros dois, um alazão e outro preto, ficaram na casa depois do meu amigo  Sr. João Batista ter oferecido o Cagancho ao Sr. Dr. António Raul Brito Paes e foram montados e arranjados por Mestre Humberto de Sousa Martins.
O alazão era aparatoso, mas porque tinha pouca força vendi-o para Barcelona para o Sr. Llargués, enquanto o preto de nome Carvão, foi evoluindo tendo a Ana Batista toureado algumas vezes nele, vendendo-o depois aos irmãos Travessas que por sua vez o venderam a João Moura que com ele toureou uma ou duas temporadas.

O Dr. Brito Paes pôs o Cagancho a tourear, e crismou-o com esse nome em homenagem a uma aluna a quem chamava Cagancha, e emprestava-o a um aluno de nome João Guerra que o sacava em público, e sinceamente nunca achei que tivesse habilidade embora tivesse força e fosse generoso.

Num espectáculo de variedades taurinas em Arruda, em que tourearam Rui hipólito, Maurizi, João Guerra, Lória Manuel e Ana Batista - encontrava-se o Cagancho com mau aspecto devido a feridas de verão - estava entre a assistencia Pablo H. de Mendonza que se interessou pelo cavalo e o comprou destinando-o á sorte de matar. Com ele matou durante bem algum tempo, mas um dia em Arroyo de la Luz, toureavam os irmãos Peraltas, António Ignácio Vargas e Pablo, um festival de preparação dos três primeiros para a Feira de Sevilha, Pablo sentiu dificuldades em matar com o cavalo porque este se tirava demasiado confidenciando-me que ía começar a sacá-lo de bandarilhas.
Passou-se o tempo, e vi o cavalo pelo menos três vezes em público de bandarilhas e sempre a evoluir bastante, até que na corrida (televisionada) de Rejoneio da Feira Del Pilar, o cavalo esteve enorme, pondo todos os aficionados pendentes dele.

A partir deste momento já todos conhecem a sua história, foi um cavalo extraordinário que teve a sorte de aparecer numa época em que não havia muitos cavalos bons... 

Recortadores - O salto mais espectacular que já vi...


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Portugueses na Feira de Mérida..


Dia 4 de Setembro ás 21 noras - Corrida de Rejoneio..

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Neste dia serão lidados toiros de "PASSANHA", pelos Espanhois, Fermin Bohorquez, Andy Cartagena e Leonardo Hernandez, e pelos Portugueses, Rui Fernandes, João Ribeiro Telles e Marcos Bastinhas que na última vez que ali toureou cortou duas orelhas, saindo em ombros...

Video - Toiro parte o Forcão...


A propósito dos ANTIS - Belo Artigo...

A los antitaurinos

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Vamos a compartir una nota de Edurne Uriarte publicada en ABC de hoy , 19 de agosto.
Los antitaurinos Explicarles a estos grupos la nula relación entre la pasión por el toreo y las ideologías es una pérdida de tiempo. Lo suyo es un fanatismo vulgar, primario, feroz.
Día 19/08/2015 – 02.30h
El grupo inicial de los antitaurinos, los llamados animalistas, me produce una enorme pereza intelectual. Parecida a la que me causan esas modelos desnudas para protestar, dicen, contra el negocio de las pieles. De las pieles más caras, en exclusiva, mientras lucen en la página siguiente al desnudo el bolso de moda hecho con animales vulgares que no merecen sus desvelos. Como los antitaurinos que pasan de los insultos a los aficionados en los aledaños de la plaza de toros al filete, o al marisco cocido vivo, en el restaurante de la esquina. Después del filete o del marisco, viene su consabida retahíla sobre la diferencia entre matar a un animal «por diversión» y matarlo para la alimentación humana. Como si el atracón de marisco o el filete con patatas fritas fuera primera necesidad. Si, en ese punto, la sensación de vergüenza ajena por el nivel del debate no te ha consumido, puedes tener la inmensa paciencia de explicar al antitaurino tu respeto por la posición coherente en contra del uso y consumo humano de animales en cualquier caso, aunque no la compartas. Con el problema de que es altamente improbable que localices un antitaurino de esos, que te entienda siquiera en ese punto, de ahí que no haya concentraciones de animalistas delante de los mataderos, de las zapaterías, de los restaurantes, de las granjas de pollos, de los laboratorios farmacéuticos y de una larguísimo etcétera que no cabe en esta columna. Pero el problema se agrava cuando, como ha dicho Sebastián Castella en su magnífica carta a los medios, «los antis se han introducido en la política y en otros ámbitos», «en nombre de una presunta corriente animalista que no encierra más que una persecución política e ideológica». Cuando los antitaurinos se mezclan con los independentistas que odian España, con los antimonárquicos, y con esa extrema izquierda intolerante que quiere borrar del mapa todo lo que considera conservador y de derechas. Se reunieron todos en San Sebastián la semana pasada. Explicarles a estos grupos la nula relación entre la pasión por el toreo y las ideologías es una pérdida de tiempo. Como la pretensión de que entiendan el componente artístico fundamental del toreo. Lo suyo es un fanatismo vulgar, primario, feroz. Y lo tremendo es que ese fanatismo ha llegado a muchas instituciones políticas, ahora también a ayuntamientos relevantes. Y aún más, goza de una notable capacidad de presión social, en buena medida por el peso del ecologismo en tantos ámbitos que se mezcla o es mezclado con todo lo anterior. Y frente a todo eso, lo de siempre, el miedo de la sociedad respetuosa y tolerante a una respuesta contundente. Y la tendencia a asumir esa intolerancia, como el caso de una conocida presentadora de televisión que retiró de sus redes sociales sus fotos en una corrida de toros por las críticas recibidas. «Veo que estamos muy acobardados y eso no está bien», también ha escrito Castella que es un valiente dentro y fuera de los ruedos. Ha tenido que venir un francés a explicarnos lo que debemos hacer. En España, en esto como en otros asuntos donde los extremistas campan a sus anchas, callamos y nos escondemos. La defensa de la fiesta es una cuestión de libertad y de derechos, como puso de relieve la gran portada de este diario con el Rey Juan Carlos en Illumbe. A toda plana, con orgullo y sin complejos, que es como se defiende la libertad.

Marcos Tenorio conquista troféu para a melhor lide em Casével.

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Ali bem perto de Santarém, realizou-se ontem na povoação de Casével, uma corrida de toiros á portuguesa a favor da CESAC, a qual registou uma boa afluência de publicom, o qual praticamente encheu a desmontável ali instalada, para a realização do espectáculo. O cartel compôs-se com os cavaleiros Joaquim Bastinhas, Ana Baptista e Marcos Tenorio Bastinhas. Lidaram-se 6 toiros de Isidro dos Reis, os quais foram pegados pelos Grupos Forcados Amadores da Chamusca e uma selecção de forcados denominada a "Arte de Pegar Toiros". Com um ambiente festivo e o publico sempre muito ligado aos toureiros, incitando-os e aplaudindo-os, o espectáculo foi prejudicado pelo mau estado da arena, um verdadeiro areal, impraticável para o toureio. No entanto cavaleiros, peões de brega e forcados, todos suplantaram essa adversidade. A Marcos Tenorio Bastinhas foi-lhe atribuído o prémio para a melhor lide.

Neste dia, Joaquim Bastinhas estreou mais um cavalo novo, que muito promete, de seu nome DESTINADO.

Hoje C. Pequeno - Ninguém vai perder...

FOIOS impressionante - Um toiro parte o FORCÃO..

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Mestres são sempre mestres...

XAIREL - Fixem este nome...


Xairel é o nome de um cavalo sem ferro de  Paulo Jorge dos Santos.
Há muito tempo que não via um cavalo que me agradasse tanto. Bom fisicamente, com um momento de ferro brilhante e com uma espectacularidade impressionante. É um cavalo para pôr um cavaleiro em plano de figura...


Apresentação da cavaleira Sofia Santos Semedo...