O festival em Vila Boim (e a festa antes e depois do Festival), é o motivo de encontro de velhos amigos, velhas amigas que são sempre novas, e uma parada importante de aficionados de postin...
A gastronomia Alentejana está ali representada nos mais castiços pitéus, e o serviço é rápido, ritmado e com bom modo...
A música genuinamente Portuguesa contrasta com as brasileiradas e sevilhanadas, que hoje são a trave mestra de uma incultura militante, que resulta de uma tal globalização que dói...
A vertente cultural desta festa assenta nos cantares Alentejanos ( este ano tivemos um grupo de cantadores de Portel), e nos dançares regionais ( um rancho do distrito de Portalegre). Mesmo o animador do orgão elétrico não foge ao que é Português - pimba ou não pimba -, demonstrando a quem estiver com atenção que a nossa música ligeira ou ligeirissima não é adornada por poemas mais pobres do que a maioria da poesia moderna cantada hoje, em Inglaterra, França, Espanha, Brasil e etc....
Toda esta injeção de Portuguesismo tem um rosto, esse rosto é do meu ( nosso) amigo Luís Fernando Carvalho, coadjuvado pela familía, pelo Manuel Rovisco, pelo Sebastião O. Costa, pelos Romeiros e alguns mais...
As boas vontades aglutinam-se e formam um rio de solidariedade e amizade. Há lá coisa mais bonita quando assim é ????
Enquanto puder não faltarei a "Vila Boim", quanto mais não seja, para me refazer de portugalidade...
Nota: Publicaremos amanhã a crónica do Festival