MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

W Tauromaquia - Coisas do Carvalho...

Coisas do Carvalho



Peço o especial favor aos leitores, que não pensem que enveredei pelo estilo Quim Barreiros. Qualquer semelhança entre a forma deste título e a forma do dito cantor pimba, é pura coincidência.

Tenho um amigo de nome Joaquim António da Silva Carvalho, que é um tipo de inteligência e perspicácia raras, além de um sentido de humor imenso. Os amigos comuns quando conversamos na sua ausência, facilmente percebemos quando as piadas citadas são do Carvalho, da mesma maneira que quando os amigos do Lázaro, do Xico Carreira ou do Batata falávamos deles, sabíamos logo quando estas eram de um ou do outro.


Cada homem de personalidade forte marca um estilo inconfundível
.

O meu amigo Carvalho é aficionado á moda do Norte, vê o que vê, lê o que lhe chega e tem dificuldades em entender as guerras dos mentideros, por isso dizia-me há dias: “ Se o negócio dos toiros é pobre ou mesmo mau, se os forcados são amadores, se os toureiros são artistas, se a “Festa” está a ser atacada por poucos mas barulhentos, então porque existem guerras entre toda esta gente quando todos deviam estar unidos e em sintonia, á volta de uma paixão comum?”

Ao exposto acrescentou o Carvalho: “Os psiquiatras dizem que uma em cada quatro pessoas tem alguma deficiência mental. Olha bem para três tipos com especial protagonismo no mundo da Festa e se eles parecerem normais, o deficiente és tu!”

Fiz a análise sugerida pelo meu amigo e verifiquei que efectivamente sou eu o anormal, porque vejo as coisas com romantismo e acredito á partida que todos querem o melhor para a Festa.

No meio de tanta confusão mental, falei ao meu amigo no caso do Miguel Alvarenga e disse-lhe: Eu, se estivesse no lugar do Miguel, depois de não ter tido a solidariedade mínima dos companheiros da imprensa, depois de ter sido alvo do tipo de ataque de que foi alvo recentemente, depois de ao longo da carreira enfrentar coações á sua liberdade de imprensa, porventura já há muito tempo que tinha abandonado, limitando-me a ir de quando em quando aos toiros quando me desse na gana.

O Miguel tem capacidade para escrever em qualquer jornal sobre múltiplas temáticas e existe como homem, sem precisar de chatices e preocupações com as que vive permanentemente para manter o “Farpas”, e o que é mais grave é verificar que mesmo os seus adversários conhecem a importância do “Farpas” de norte a sul do País, como um dos veículos da imprensa mais procurados e mais lido.

Fazer o que ele faz, divulgando as corridas de empresas ou mesmo outros agentes do Mundillo que não o tratam bem, quase roça o masoquismo, demonstrando assim que a sua existência não se resume ao social, mas sim ao mundo que o caracteriza como uma pessoa que existe" .

Acrescentou o Carvalho: Não te esqueças que se o Pensamento Crítico é um pensamento razoável e reflectido, preocupado em ajudar a decidir em que acreditar ou o que fazer, então o Miguel é e será sempre incómodo e pagará por isso, mas ao mesmo tempo temido.

Os recalcados, são mantidos pelo recalque, aparecem sempre de forma deformada, pondo o próprio ego por diante, não têm sexo, nem nome, não escolhem dia, nem hora certa, mas navegam só com o intuito de calcar quem os provoca e destruir quem os incomoda.

Se o Miguel tivesse aberto o Blogue aos leitores, na caixa de comentários do blogue cairia por parte de anónimos puros ou encomendados, de tudo: o rancor perante uma opinião desfavorável, a hipocrisia do falso moralista, a comichão do frustrado sexual, a masturbação mental do depravado, o veneno do ressabiado e a maldade do recalcado.

O Miguel é diferente, e faz falta ao mundo dos toiros, ainda que incomode tanto os inimigos como um exame á próstata de uma hora, ou um furúnculo na virilha na fase vermelhão.

Perante tão sábia resposta, pensei cá para comigo:

Isto são mesmo “Coisas do CARVALHO”.

C. do dia - Balada para uma saudade...


 

Toiros - Grande porradão...


 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

W Os porcos e a tauromaquia...

 

Os Porcos e a Tauromaquia


Dizia Vilhena: O nome destes bichos provém do latim “porcus” e do grego “porkos” o que nos faz pensar estarem os romanos e gregos muito próximos em porcarias e não ter havido no nosso país, outra hipótese para estes animais senão chamarem-se porcos, pese embora as tentativas de os denominarem por cevados, suínos, ruços, marranos, bácoros e tós.

Os porcos são originários do oriente donde vieram igualmente as pulgas e os piolhos trazidos pelos comerciantes e missionários cristãos, de Bombaim e da Costa do Malabar. Hoje em dia os porcos mais famosos são os Americanos, sendo exportados para quase todo o mundo até mesmo para países onde a carne de porco não é muito apreciada como o Iraque e o Afganistão.

Em Portugal a população porcina está reduzida aos que comem em pias de poder (não confundir com : “do poder”), sejam elas de que tipo forem mas sempre em circuito fechado, e os outros que comem á mão as sobras que lhe dão, que agradecem com grunhidos engraçados.

Os porcos são uns bichos giros, e digo isto sem olhar a cunhas e sem estar pegado com ninguém, achando mesmo o porco um animal apessoado mas não muito limpo, por isso tornou-se vulgar cada qual pôr-lhe os nomes de inimigos, tal como Salazar, Hitler, Bissaia, Pinto da Costa, Bruno Miguel, Catalão, Cunhal, Sócrates, Cavaco, Alegre, Associação, Xico…

Os porcos não dão a cara tendo tendência a esconderem-se, e é aí reside a minha embirração com estes animais.

Os porcos só dão a mão se lhe mostrarmos um cesto de milho, umas folhas de couve ou um punhado de ração, e nesse caso não se escondem nem fogem, seguem atrás de quem os beneficiou e grunhem…

Os seus grunhidos até têm graça, mas perdem-na pela substância pícara.

Com tudo isto, afirmo hoje e agora que mesmo assim gosto de porcos, que além de fazerem muita merda que serve para enriquecer as terras, deixam-se comer desde a unha á ponta do focinho; mas chamo a atenção para os tomates que podem surgir anunciados traiçoeiramente em restaurantes como “brincos de princesa” ou “sonhos de freira” , para iludir alguns, e porque não são tão negros como os pintam.

A natureza marcou-os com uma pila fina e de formato sacarolhas, ridícula, que terá porventura reflexos no feitio retorcido de alguns exemplares, próprio de complexados.

Os problemas dos porcos são o não dar a cara senão depois de mortos, e mesmo assim, não a dão inteira, aparece sempre retalhada em faceira, orelheira e beiça, havendo ainda a destacar a forma como mordem pela calada, distinguindo-se de outros animais que de cara a cara dão a sua dentada.

Um porco se fosse cómico, podia muito bem representar scetchs de lugares comuns e historietas antigas vistas e revistas.

Um porco se fosse empresário taurino, não compreenderia o verdadeiro papel da imprensa da especialidade, e tentaria de qualquer forma sabotar quem não dissesse Àmen ou influenciar em conformidade.

Um porco se dirigisse qualquer tipo de organização, associação ou afins, usaria por marretice por exemplo, o seu poder de forma indiscriminada sem olhar a interesses globais, em função da visão limitada pelas orelhas.

Termino afirmando que cientificamente, é difícil encontrar um animal que em diversos aspectos comportamentais e não só, mais se pareça com os homens… todavia mais com uns que com outros.

Se queres conhecer o teu corpo, abre o teu porco”. Quanto mais não seja, basta atender a este refrão popular, para concluirmos que todos temos qualquer coisa de porco…

NOTA : Neste texto, qualquer comparação com factos e pessoas é pura coincidência…

C. do dia - Estrela da minha vida...


 

Como sempre somos os primeiros - Feliz Natal...

  


Aproxima - se o Natal e nós que nao somos os primeiros a anunciar carteis, nem os primeiros em numero de visitas, todos os anos somos os primeiros a desejar um bom Natal e um Feliz ano Novo.

Boas - Festas para todos os aficionados...




Toiros - Salto de anjo á portagaiola...


 

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

W Aficionados catalogados. Veja que grupo é o seu ...

 Chegámos ao defeso e comecei a pensar em situações ligadas ao mundo do toiro que podem interessar aos aficionados . Posto isto, lembrei-me de começar por catalogar e identificar os aficionados.


AFICIONADOS :

PUROS

São aqueles que gostam de corridas, assumem não saber nada do tema, nao perdem uma corrida na praça de toiros situada na localidade mais perto da residência e vão uma vez por ano ao C. Pequeno e outra a Santarém.

  RECALCADOS

Este é um grupo constituído por ex forcados que de jaqueta vestida não valeram uma merda, por ex alunos de escolas de toureio que desistiram por falta de valor e por maridos e namorados traídos.

Hooligans

Fidelizam o seu gosto até ao fanatismo num toureiro ou num grupo de forcados,  o que os leva a não verem nada de positivo nos outros interpretes da arte desenvolvida por aqueles que encarnam a sua paixão

POSSIDÓNIOS DE MEIA TIGELA

Os possidónios (pretensiososemproados, CONVENCIDOSPRESUMIDOSSOBERBOS...)   afinam os seus gostos consoante a linhagem familiar do artista. Um toureiro oriundo de familia de apelido sonante, mesmo que seja um "bluff", para este tipo de aficionados é sempre figura, enquanto um " self made men" mesmo sendo um figurão será sempre achacado por estes tótós por nao lhe reconhecerem classe. 

SELECTIVOS

São os que só apreciam verdadeiramente os Cavaleiros, ou os cavalos, ou os cavaleiros, ou os toiros, ou o toureio apeado..., o resto vem por acréscimo...

VERDADEIRAMENTE ENTENDIDOS

Leem muito, só falam quando questionados e na presença de conversas taurinas estão sempre na espreita de poderem aprender qualquer coisa. Só falam á vontade em círculos pequenos e fechados de 2 ou 3 interlocutores tao entendidos como eles ou mais...

VACÓES AUTENTICOS  

Sabem pouco ou nada, falam de tudo e muito, mas sempre ao sabor da moda. Tentam a todo o custo passar a ideia do que não são ... 

SOCIAIS

Vão ás corridas para promoção social.

INSTAGRAMERS

São os fanáticos das redes sociais.

PIANCHOS

Estão sempre bêbados nas corridas. Nunca veem as cortesias, o 1º e o 4º toiro porque estão no bar.

TALVEZ

Vivem  a miragem de um dia "TALVEZ" virem a ser empresários, ou ter filhos toureiros etc ,,,

DE SOLERA

Em Portugal vão a todas as corridas mais importante.EmEspanha vão um fim de semana a Sevilha outro a Madrid e pontualmente a Salamanca e Gerês. Estão a deixar de ir  a Badajoz e Olivença pelo excesso de Portugueses presentes...

VERDADEIROS

A caracterizaçao está no nome "VERDADEIROS"...




C. do dia - Carmencita...


 

Toiros - Mulheres colhidas brutalmente...


 

Impactante - Mais colhidas de mulheres...


 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

W O mundo do toiro na corda bamba...

 Se você me deixou na corda bamba…





Este é o titulo de uma interpretação em fado e samba, que aconselho vivamente a ouvir, dos meus amigos, Maria João Quadros e António Pinto Basto, que começa assim:

1 - “Se você me deixou na corda Bamba

2 - Se eu me rebolei mordendo o chão

3 - Não sei se isto é um fado se é um samba…”

A propósito desta obra destes grandes interpretes veio-me á ideia a dança dos apoderados, dos bandarilheiros, dos empresários e até dos moços de estoques.

Muitos estão na corda bamba, factores como, o numero reduzido de corridas, polémicas que envolvem a estrutura dos cabeças de cartaz, não cumprimento de acordos, falta ou alteração da dinâmica do trabalho assumido, levam a situações de pré rotura, e destas nunca o cabeça de cartaz se julga culpado.

É evidente que ninguém gosta de levar um pontapé nos “Montes do prazer” (era assim que se chamava ás nádegas em Roma no principio do SEC. XVIII).

Perante o dito pontapé, uns ficam tristes, deprimidos, mas interiorizam, outros aparentemente alegres mas recalcados e desbocam-se, e outros ficam irritados e estrilham, comportamentos em tudo semelhantes ao dos maridos encornados.

Os que se rebolam mordendo o chão (verso 2) normalmente partem para outra sem olhar a projectos.

Os que optam por achar que foi a sina, retiram-se temporariamente curtindo o seu fado (verso 3).

Os que para disfarçar passam a aparecer em toda a parte aparentando uma alegria contagiante, fazem um luto de viúva alegre optando por sambar (verso 3).

Se você está na corda Bamba, descontraia-se a vida continua, não entre em guerras porque o mundo do toiro precisa de paz, paz e muito amor.

Toiros - Colhidas com muita graça...


 

C. do dia - El toreo es un arte...


 

domingo, 11 de outubro de 2020

W Carta dum cão aos ANTIS - P´ra que a terra não esqueça...

 Com o pedido de publicação, apresentamos a carta de um cão presidente da ACAV (associação dos cães abandonados e violentados) dirigida á “União Zoófila”.

Meus caros senhores:


Não podia ter ficado mais triste e revoltado ao saber que rejeitaram umas centenas de quilos de ração, que era destinada para nós. Acaso os donativos dos cabecilhas antitaurinos Brasileiros,  Rodrigo Oliveira e Haroldo Galves ( condenados por pedofilia) não têm uma carga negativa a ter em conta???

Já procuraram saber de onde veio o dinheiro que a “PETA” arranjou solicitamente, para financiar o programa MTV “Skins”, que perdeu os patrocinadores (amigos da PETA) por violarem a lei que proíbe o incentivo e divulgação de imagens de pornografia infantil???

Acaso rejeitaram o apoio de Tommy Lee que esteve na prisão 7 meses por pontapear o próprio filho de 7 meses ???

E que dizer de Maria Sol Corral politíca de carreira do regime Peruano, essa iluminada da defesa dos animais,   a quem a coerência não lhe assiste como se prova com o que se segue. Afirma que a morte de 6 toiros numa corrida é reprovável, esquecendo-se certamente das mais de 100 pessoas que morreram durante os tumultos que varreram o Ecuador em 2010, fomentados por desastrosas políticas de Rafael Correa, apoiadas por si.   O apoio incondicional ao "Chávez do Equador" só mostra a sua fibra moral e, naturalmente as suas prioridades.

Noelle Stanbridge, membro da "international movement against bullfights", natural de Iowa, foi filmada por um vizinho a agredir á paulada um cachorro no seu quintal, vídeo esse apresentado em tribunal e que a levou a pagar uma coima e a pena suspensa!

Perante estes casos e há mais, mesmo muitos mais, porquê sujeitarem-nos á fome só para dar cobertura aos vossos complexos e recalcamentos???

 Por favor tenham dó de nós e construam canis e não rejeitem nada que venha em nosso apoio.

Nós sabemos que o vosso ódio antitaurino advém do facto de não serem capazes de se pôr á frente de um toiro, mas será que nós os cães temos que pagar por isso???

Sabendo como se sabe que 80/00 dos indivíduos da minha espécie, que vivem em apartamentos, sofrem de profundo stress, não vos merece atenção ???

E as castrações ???

Querem mais um exemplo, então aí vão mais dois exemplos:

1 - A ANIMAL participa em campanhas conjuntas com a LACS ( league against cruel sports), e uma das suas mais famosas activistas é a actriz, modelo e socialite Gemma Atkinson. Temos a informar que esta actriz deu a cara pela La Senza, marca criticada por fabricar roupas em países de mão-de-obra infantil. Esta é a consciência social de quem acha bem que os crocodilos comam criancinhas e que as crianças façam turnos de 20 horas, 7 dias por semana em fábricas, mas touradas é que não.

  Ao ajudar a publicitar esta marca, está a ajudar a financiar esta forma de tortura juvenil que, esta sim, devia ser abolida.

   Gemma atkinson juntou-se ao clube dos que pensam tourada é tortura, explorar crianças é na boa, clube esse que conta com ilustres figuras desde Pamela Anderson, Lenny Kravitz, Tommy Lee, entre outros.

2 - Uma semana após a captura do maior crocodilo de água salgada nas Filipinas, que devorou pescadores e crianças da vila de Aguasan, a PETA manifesta-se contra esta situação apelando a que o devolvam ao seu pântano; Alega que o crocodilo está sob enorme stress em cativeiro e que a prova disso é o facto de não comer há 3 dias, alega também que não há qualquer motivo para que esteja em cativeiro.  Já o Mayor de Aguasan explica que este réptil pertence a uma espécie que se alimenta de 6 em 6 meses e é um perigo para a saúde pública. A activista presente fez parte da campanha stop Bullfight e foi libertada a 11 de Novembro de 2011, data em que voou para as Filipinas para salvar o crocodilo assassino, não conseguimos apurar a causa que a levou a ser detida pela polícia a 9 de Novembro mas coisa boa não foi de certeza.

 Nas suas declarações chegou a afirmar:" é notável o grau de stress do Lolong(nome do crocodilo) pelo facto de estar há 3 dias sem comer, a única explicação que encontro é terem-lhe dado galinhas. Quem é que come isso?" perguntou de forma retórica, o que me faz pensar que era melhor andar a comer crianças e pescadores.

A vossa incoerência é notória, mas não têm o direito de recusar aquilo que nos é destinado.

Preocupem-se com os problemas dos humanos e deixem-nos em paz

C. do dia - Amor de noche...


 

Toiros - Fotografo cheio de sorte...


 

sábado, 10 de outubro de 2020

Não vou hoje a Monforte..

 


Só a  pandemia e consequentemente a minha idade fazem com que não esteja presente.     

Sorte Paulo... Sorte maestro... 

Um abraço do amigo certo...

João Cortesão

W Graçolas dos animalistas patetas...

 Os animalistas patetas dao vontade de rir..


Todos os países têm épocas na sua história, em que tudo ou quase dá vontade de rir se não estivessem em causa coisas demasiado sérias, como crises de valores ou mesmo ataques de loucura e faltas de respeito para com o mundo e o próximo.

Uma deputada ex PAN propôs na Ass. da Republica que fossem justificadas as faltas aos que ficassem em casa para apoiar os animais de estimação que estivessem doentes e mais ainda que fossem concedidos dias de nojo como acontece quando morrem familiares... Esta gente nem as pensa...

Uma rainha Francesa ao ouvir o povo a manifestar-se de que não tinha pão, disse com ar sério para as damas de companhia; “Se não têm pão comam “brioches” ( bolo tipicamente Francês)…”

Hitler disse: “ O primeiro e essencial quesito para o sucesso, é a violência”.

Mussoline declarou um dia: “ A verdade é que os homens estão fartos da Liberdade”.

Estas barbaridades e muitas mais encontradas na história de todos os países , coincidem com períodos negros que são acompanhados por factos verdadeiramente anormais.

No nosso país acontecem hoje situações que se afastam da racionalidade normal.

Todos os partidos e o presidente da Républica não assumem os seus erros, fazendo de conta, de forma patética, que nada tiveram a ver com a crise argumentando de forma tão estúpida e irreal como Maria Antonieta quando sugeriu que o povo comesse “Brioches”.





Toiros e vacas - Gente arrima-se e depois...


 

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Paulo Caetano 2º capitulo- O toureiro e o equitador...

 Depois de falar de Paulo Caetano como homem e como artista global, debruço-me hoje sobre o toureiro e o equitador


Como toureiro é justo afirmar que nos seus desempenhos a emoção foi sempre uma constante. Ao longo dos anos, possuído pela humildade dos grandes, foi enriquecendo o conhecimento do toiro dos terrenos e das distancias.

Nas sortes que desenhou lembro-me de duas que nao vi a mais ninguém. Foi em Manzanares montado no meio da arena no "Machaquito" (ferro B. Freixo) que esperou o toiro, cravando um ferro a quiebro. Atençºao... um ferro a quiebro no meio da arena numa sorte de gaiola nao é o mesmo que a mesma sorte desenhada perto da porta dos curros.

Com o cavalo "Tuti Lupi" vi este executar uma, duas, três e duna vez até quatro batidas no piton contrário antes da reunião. Tourear bem com sortes que fazem parte dos compêndios é muito difícil, fazer o que ninguém fez é de génio...

Toureou nas principais arenas de Portugal, Espanha e França e em todas deixou a marca do seu toureio.

De cavalos, eu que o comecei a ver com o "Peregrino" (Ferro Barata e Nechas) vou agora citar uns tantos pelos ferros aqueles de que não me lembro dos nomes, que por serem tao diferentes na raça, no temperamento e na morfologia dão a dimensão da sensibilidade hipica de Paulo Caetano. Em Amador o "Alves" não tinha nada que ver com o "Veiga", nem este com o  "Barahona" e nenhum destes se parecia ao "Amendoim". Mais tarde, como profissional, lembro-me do "Violino", dos "Trunfo", "Fungao", "Judá", "Tuti Lupi", "Bolero", "Sol", "Labirinto", "Ritmo", "Rex", "Estoque", "Nuryeve" e Vila Franca. Como podem ver quanto a raças, o hoje mestre foi do PSI , ao lusitano e aos luso-árabe e anglo - Luso.

Como equitador bebeu de várias fontes e eu vi, e em todas matou a sede de saber, quer com J. Parreira Cano, quer com o sr Visconde da Corte, com Gustavo Zenkl, com mestre Diogo Serrao, com Vitor Ribeiro e como seu tio Serra.

Depois deste percurso apaixonou-se pela dressage e em contacto com grandes cavaleiros Alemães descobriu que era possível a coabitação da sujeição do cavalo com a liberdade de iniciativa deste.

Por tudo o que disse e muito ficou por dizer, nomeadamente do seu papel, como criados de cavalos e toiros de lide, o Mestre Paulo Caetano ficará na história do toureio acavalo e da equitação..



Enganei-me. O 6º toiro da Moita era um novilho...


Errei, sem querer, mas errei. Quando relatei a situação a que assisti entre o Sr. M. Joao Carreira e o jornalista Diogo Marcelino referi-me, porque assim percebi, ao 6º toiro lidado na Moita que foi o novilho que tocou ao jovem Tristão. Sendo assim o último toiro lidado nesse dia foi o 5º. Do erro apresento as minhas desculpas aos Senhores da ganadaria "Mata o Demo" e aos leitores, no entanto continuo a não concordar com a postura ameaçadora do meu amigo M. Joao Carreira perante Diogo Marcelino......

C. do dia - Queres namorar ???


 

Cavalo suicida...


 

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Carta a M. Alvarenga e Diogo Marcelino...

Meu caro M. Alvarenga e meu caro Diogo Marcelino:



Sempre que a critica é atacada, eu atendendo ao sagrado direito á liberdade de imprensa, sinto o dever de intervir em defesa dos atacados...

É um dado adquirido que a Igreja e o Mundillo convivem mal com a critica. A Igreja amua e contorna com incómodo visível as situações, no mundillo os visados atiram sempre de forma estúpida com o vírus da corrupção como foco de infeção, esquecendo que para haver a dita corrupção tem que haver agentes corruptíveis que se deixam corromper e corruptores que são os agentes que corrompem... Em termos legais tanto os corruptíveis como os corruptores têm as mesmas responsabilidades, por isso estou convencido que Marcos Bastinhas, já não falando da falta de ética, foi pelo menos ingénuo ao assumir-se como corruptor de M. Alvarenga, só faltou dizer em que corridas o Miguel o tapou ou o beneficiou.

Durante o inverno muitas vezes são solicitadas entrevistas de promoção aos toureiros X, Y e Z e são pagas pelos beneficiados as despesas de deslocação a quem faz as entrevistas. Que mal há nisso ???Será que isto é corrupção ???

Na 5ª feira passada estava eu a assistir á corrida do C. Pequeno ao lado do Diogo Marcelino quando o meu amigo Manuel João Carreira, pessoa que conheço e respeito há muitos anos, questionou o Diogo por este ter considerado o 6º toiro da Moita manso, dizendo que para ele era um toiro de vacas. No dia seguinte fui ler alguma crónicas e as que li coincidiram com o que disse D. Marcelino e mais informei-me com 5 amigos que assistiram a corrida que afinaram pelo mesmo diapasao...

RESUMINDO :

Disse um dia um filósofo judeu: "O homem que não aceita crítica não é verdadeiramente grande"



C. do dia - Nossa Srª do Fado...


 

Toiro volta e destroça automovel...


 

terça-feira, 6 de outubro de 2020

Paulo Caetano - O homem, o seu intelecto e o artista global...

 

Uma amizade longa, muito longa mesmo, une-me ao SENHOR Paulo Jorge Padrão Caetano...












Perante essa amizade não podia ficar indiferente aos seus 40 anos de alternativa e mais uns tantos de amador e praticante. Arrisco-me a dizer que ninguém o seguiu tanto como eu, tirando a familia...

Para dizer o que penso e sinto do maestro, ocuparia demasiado espaço, como tal decidi fracionar a expressão do meu sentir e da minha amizade em dois capítulos, o de hoje - O homem, o seu intelecto e o artista global...- e amanhã -Paulo Caetano o equitador e o toureiro.

A personalidade do meu amigo Paulo transvasa para além da equitação e da tauromaquia e mergulha na cidadania quando se assume e dá a cara na politica, na pintura que culturalmente conhece e pinta, no fado que admira domina e canta e nas letras escrevendo livros. 

Escrever um livro é um acto de coragem, de cultura, de sensibilidade e de altruísmo.

De coragem porque vive naquele que escreve, sempre o medo de gorar as expectativas dos leitores.

De cultura porque na cultura de um povo pesa sobremaneira aquilo que os seus escreveram.

De sensibilidade, porque quem não é sensível não consegue dar vida àquilo que escreve.

Por fim é um acto de altruismo compartir com os outros, aquilo que nos é mais querido. Tão só os nossos sentimentos.

Tudo mas mesmo tudo o que foi deveras importante na sua vida de toureiro, dá corpo e alma ao talento que o levou a escrever.

O amor á família e aos amigos brota do coração, sem filtro até á pena.

O sentimento existe, o saber flutua no seu pensamento e o talento impregnou a escrita dos seus sentimentos...

Victor Hugo disse : "Todo o grande artista molda o seu conceito de arte à sua imagem."


O seu sentir da amizade dispensa comentários...

W O "Fato-treino" a tauromaquia e o futebol....

 Se há coisas que diferem da assistência dum jogo de Futebol para o mundo das corridas de toiros, é o "fato-treino"...



Nas corridas de toiros não há gente de "Fato-treino", mesmo os imigrantes podem-se apresentar de calções e chanatas mas nunca com o dito "Fato-treino".

No futebol são aos milhares, começando logo pelos jogadores que entram em campo com o blusão vestido, despindo-o logo a seguir á apresentação, ficando eu com a ideia de que usaram essa peça de vestuário nesse curto espaço de tempo com medo de algum resfriado.

Nas bancadas dum Estádio á custa das cores símbolo dos clubes que se defrontam, a policromia é enorme porque se juntam a essas cores, fatos de cores mais extravagantes donde sobressaem aqueles fatos cujos gomos sovaqueiros são fosforescentes de duas cores, do tipo amarelo canário e cor de rosa, verde alface e laranja, etc...

Nas bancadas duma praça de toiros, predominam os "geans" com blusões de pele e as parkas (verde seco) ensebadas e no C. Pequeno também aparecem blazers, sapatos "Apache" e botas de carneira...

Os "fato-treino" obrigam a um maior distanciamento, porque foram concebidos como unisex e por não terem o encaixe de genitais na perna esquerda, obriga a que a costura de entre pernas aperte os tintins tornando difícil e doloroso aguentar sentado de perna fechada. Além de tudo isto há ainda a considerar a falta de arejamento dos ditos provocada pelo tecido 100 /º polyester., que obriga a coçansos frequentes e mudanças de posição da esquerda para a direita e da direita para a esquerda, intervalando com o acto pouco higiénico de cheirar os dedos de quando em quando...

Pelo que afirmei é fácil concluir que a presença ou não de "fatos-treino" num espectáculo e no outro, marca a principal diferença entre a assistência sum jogo de futebol ou duma corrida de toiros... 

Toiro volta reboque carregado de pessoas...


 

C. do dia - Tempos que já lá vão...


 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

W Bocage, o inferno d ciume e o mundillo..

 Manuel Maria Barbosa du Bocage

O Inferno do cíume


Tirei do poema assim titulado, estes versos de tão famoso autor por vezes tão mal compreendido, versos que encerram uma mensagem sempre actual, como quase tudo o que foi é e será escrito, por grandes génios.

Começa com o primeiro verso que transcrevo

Em vão pregador rançoso….”

As reticencias representam 5 versos mais, que definem o “pregador rançoso” aos quais se seguem:

Que á razão embota o gume; (Embotar = arredondar)

Não, não há tartáreo lume,

Que devore a Humanidade:

Sabeis vós o que é verdade?

O inferno do ciúme.”

A obra donde tirei estes versos é toda uma elegia ás consequências perversas do ciúme. O ciúme como sabeis, não é um sentimento exclusivo do amor, ele faz-se notar, no trabalho, no desporto e nas artes sobremaneira. Quando a este se juntam complexos de superioridade e pior se forem de inferioridade, estamos perante um caso patológico designado por ciúme doentio.

Pois bem meus senhores; o mundo do toiro está invadido como nunca, por esta doença que se tornou quase numa epidemia na “Festa”, cujos sintomas se manifestam em ressaibos nítidos e permanentes.

As guerras de empresários com empresários - toureiros com toureiros, forcados com forcados, imprensa com imprensa e todas as outras que existem entre as demais combinações de agentes taurinos -, se passarem da rivalidade natural á inveja, e consequentemente ao ciúme, não prestam.

Há que diferenciar o ciúme das rivalidades sadias; estas porque são sadias e não minadas pela invejoca, são úteis e até mesmo imprescindíveis á “Festa”. Aquelas outras, que tem o empresário A com o B, só porque o A chegou ontem e tem mais sucesso, ou o toureiro C em relação ao D só porque o público gosta mais do D, ou ainda porque o jornal E e o site F são mais lidos ou visitados, e por aí fora, acabam por virar o feitiço contra o feiticeiro.

Aqueles que são invadidos por ciúmes doentios no amor, do tipo: “Já olhaste 4 vezes para aquele lado”, ou, “Tu queres ir ao café mas é para ver fulano” etc. segundo as estatísticas têm mais possibilidades de serem cabrões…

Como exercício de pensamento, meditem nestes outros versos do poeta referindo-se ao ciúme:

Esse abismo, esse Orco eterno

Não é filho da razão;

Os pavores da ilusão

È que pariram o inferno”.

O SENHOR, Manuel Maria Barbosa du Bocage, usava uma linguagem vernácula quando achava opurtuno, todavia foi um dos maiores poetas da língua Portuguesa e cmo se prova, sabia bem o que era o ciúme…

Hoje em V. Franca - grande expectativa...

 


C. do dia - Varandas...


 

sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Crónica de ontem (1 de outubro) do C. Pequeno

 Ovação e Palmas ofereceu mais uma corrida de categoria aos aficionados


A palavra justiça está por vezes associada á frase " Dar valor a quem o tem". 

Esta época taurina que está a terminar chegou a estar totalmente condenada ao ponto de muitos a terem dado como perdida anulando as suas datas tradicionais, e noao fosse o arrojo e a capacidade de trabalho do dr. Luis Pombeiro ninguém tinha quebrado a inércia instalada. Depois de Estremoz e das organizaões da "Ovaçao e Palmas" que se seguiram muitos se animaram até alguns que tinham dado a época de barato apareceram em bicos de pés.

Faça-se Justiça, O Dr. L. Pombeiro é sem sombra de dúvida o grande triunfador desta temporada!!!

Mais um curro bem apresentado permitiu êxitos aos Toureiros...

A. R. TELLES

Numa lide em crescendo esteve á altura da sua história e do seu prestigio.

M. BASTINHAS

Desenvolveu nesta sua passagem pelo C. Pequeno a sua melhor actuação nesta temporada.

DUARTE PINTO

Melhor nos curtos, voltou a mostrar a verdade e personalidade do seu toureio.

F. PALHA

Extraordinário de principio ao fim, com um toureio pleno de emoção.

A. ROMERO

Tem vindo a evoluir em muitos itens que compoém o toureio. No dia em que interiorizar a importancia do momento da cravagem, dará um enorme salto qualitativo. Cravar é uma coisa, largar o ferro ou deixar que as bandarilhas choquem com os toiros sem que o cavaleiro rode a cintura debruçando-se é outra coisa. Neste capitulo e só neste parece ter sido discipulo da rejoneadora LEA Vicens...

L ROUXINOL jr

Ao pior toiro sacou uma lide enorme. O minimo que se pode dizer deste jovem, é que toureia todos os toiros em qualquer praça sejam quais forem os alternanes.

FORCADOS

Lisboa,: Daniel Batalha e Joao Varandas ao primeiro intento; Tiago Silva, ao terceiro, 

Amadores do Ramo Grande, - Carlos Silva ao primeiro intento; Tomás Sousa, à terceira tentativa e, Manuel Pires (cabo) ao primeiro intento numa pega plena de técnica....

W Mundillo - Tritanários ou Sotacocheiros...

 Tritanários ou sota-cocheiros


Ao ler uma vez mais um texto notável, escrito por um dos meus melhores amigos – mais que amigo, um irmão -, parei a leitura, e repousei o pensamento numa coisa tão simples mas que eu não conhecia, como a definição citada por esse meu amigo, do que eram em tempos os tritanários ou sota-cocheiros. Diz então o autor: “No tempo em que os senhores andavam de carro atrelado e com boleia, havia uns lacaios patuscos a quem chamavam “tritanários” ou “sota-cocheiros”. Não conduziam equipagens, nem tinham outra utilidade prática que não fosse baixar a escada do coche para as senhoras descerem. Limitavam-se a ir ali, agarrados ao tejadilho, aos trambolhões, atrás dos senhoritos e a ver as vistas.

Na tripulação - se é correcto dizer assim -, dos carros atrelados constavam ainda os cocheiros que conduziam o carro, e os grooms que sentando-se ao lado do condutor, tinham papel activo ao segurar os cavalos quando o carro parava ou atendendo aos problemas mecânicos da viatura.

Rebobinei várias vezes a definição de tritanários e conclui que existem em sentido figurado, como é evidente, exemplos dessas patuscas personagens nas mais diversas actividades, e como não podia deixar de ser no mundo do toiro, com mais expressão e com melhores exemplares, na crítica.

Efectivamente quem viajar na carruagem dum jornal, revista, rádio ou transmissão televisiva, com a única incumbência de baixar a escada para as senhoras e senhores descerem, “limita-se a ir ali por ir, agarrado ao tejadilho (tejadilho = vã gjória), aos trambolhões, a ver as vistas”, sem apreciar a paisagem da arte, replicando só ao que não tem valor ou aos que na mó de baixo não têm força.

Prefiro de longe aqueles que se manifestam forte, mesmo que com eles não esteja de acordo. Intervêm como os “grooms”, ora garantindo paragens seguras no mundillo, ora tentando corrigir deficiências do mundillo… á sua maneira. Fazem coisas e preocupam-se na celebração das suas inquietações no que diz respeito àquilo que rodeia o carro “Festa brava” em que viajam, mesmo criticando os Cocheiros - seus superiores directos -, senhores do mais alto protagonismo, que como metáfora dão corpo nesta crónica, aos artistas.

Os Sota-cocheiros da crítica também são úteis, por isso existem, mas no que á critica diz respeito servem só para baixar a escada a senhoras e sobretudo a senhoritos, viajando aos trambolhões no tejadillo do tempo, a ver as vistas, encarnando ás mil maravilhas o epíteto de Patuscos.

Toiro perigoso...


 

C. do dia - Noitadas...


 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

C. Pequeno é hoje...


 

W Os Homossexuais e os ANTIS...

Homossexuais = ANTIS...




Não tenho mesmo nada contra o casamento entre homossexuais, até acho que têm todo o direito, e que nada vai alterar a vida daqueles que como eu não irão optar por tal.

Gosto muito do Zé Manel, do Pedro, do Manel, do Manda, do Portela, do L. Martins e de mais uns tantos, mas não casaria com nenhum deles com certeza, porque pese embora os meus relacionamentos com pessoas de outro sexo não terem sido brilhantes, não mudarei a minha orientação sexual (como hoje se diz), quanto mais não seja, porque p’ra mau já basta assim.

As minorias devem ser respeitadas, mas as maiorias também.

Os antitaurinos são uma minoria que nós respeitaríamos se nos respeitassem.

Os homossexuais serão respeitados se nos respeitarem.

Já imaginaram um grupo de homossexuais á porta de uma igreja á saída ou á entrada de um casamento entre um homem e uma mulher, uns a baterem latas, outros a soprarem apitos e ainda outros a gritarem slogans do tipo:

“Mulher e homem dá tormento, não ao casamento!!!

“ Fêmea e macho… arre macho”.

“Casamento na igreja é escravatura. Não á tortura”.

A minha especialidade, decididamente não é criar slogans, mas modéstia á parte, penso que os slogans por mim criados, no seu conteúdo, podem ter laivos de alguma pertinência, pecando porém por redutores, como todos os que se ouvem em manifestações públicas, aliás.

Já pensaram no que acontecia se os homossexuais exigissem que acabasse o casamento entre pessoas de sexo oposto?

E se aparecessem presidentes da câmara a proibir tais casamentos?

E se houvessem estações de televisão tendenciosas a apoiar essa gente?

Enfim, não fazia sentido, como não faz sentido nem é socialmente justificável a campanha dos antitaurinos.

Já imaginaram a provocação que seria, se um grupo de pessoas assumidamente contra os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, esperassem á saída de um desse casamentos e atirassem aos noivos em vez do arroz - que simboliza a fertilidade -, no caso de serem homens, tubos de vaselina, e no caso de serem mulheres atiravam-lhe caixas de pilhas para os vibradores.

Seria uma falta de respeito inqualificável, com a qual eu não concordaria e até repudiaria veementemente...

Mas o pior disto tudo é verificar qque milhares de pessoas aficionadas são insultadas á porta das praças de toiros, por meia dúzia se patetas que estão ali protegidos pelas autoridades que sao pagas por nós..

Chiça !!! O toiro partiu a corda...


 

C. do dia - Salada de Portugal...